Filipa Maia

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    Cursos Online: Duas verdades que ninguém te diz

     

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    Os cursos online começam, agora, a ser mais frequentes em Portugal, ainda que esta modalidade de formação seja já muito comum noutros países.

    Eu mesma sou uma grande adepta desta “moda” que agora surge por cá, até porque sou uma ávida consumidora desta modalidade de formação, mas há algumas questões a considerar quando falamos de criar um curso online.

    A maior parte das pessoas segue esta via da criação de cursos online como uma forma de criar um rendimento passivo, mas há duas verdades sobre isto que poucas pessoas conhecem.

     

    Também podes ver o vídeo:

     

    1. Ninguém quer comprar um curso online

    Isto significa que comprar um curso online não é a prioridade de um potencial cliente que chega até nós. As pessoas procuram uma solução para o seu problema e as pessoas vão querer comprar aquela que lhes parece ser a melhor solução para esse problema.

    É por isto que não deves procurar vender a esta pessoa o teu curso online, mas sim a solução que tu tens para a ajudar a resolver o seu problema. E, apesar de essa solução até passar pela aquisição do teu curso online, a forma como a apresentas tem de ser totalmente diferente. Ou seja, deves manter sempre o foco na solução que tens para essa pessoa e nos resultados que ela vai obter se seguir aquilo que tens para lhe propor. O curso online, neste caso, é, simplesmente, o meio pelo qual a pessoa terá acesso àquela solução de que tanto precisa.

     

    2. Cursos online não são fontes de rendimento passivo

    O teu curso online, a partir do momento em que o crias, vive sozinho, não necessita mais da tua intervenção, mas a realidade é que não se vende sozinho.

    Por exemplo, ter um curso permanentemente com inscrições abertas pode ser contraproducente, porque as pessoas sabem que ele estará sempre ali, disponível, e, como tal, não vão tomar a inscrição como uma prioridade. Por isso, manter um curso com inscrições quase sempre fechadas e abrir inscrições só em determinadas alturas e durante um período limitado irá contribuir para que obtenhas melhores resultados nas vendas. Isto porque as pessoas sabem que, se não se inscreverem nessa altura, podem perder a oportunidade. Ora isto – lançar inscrições, promover o curso, gerir e fechar inscrições – exige trabalho. E se gera trabalho deixa de ser um rendimento passivo.

    Isto significa que não deves criar um curso online? Claro que não, porque apesar de dar trabalho durante o período de inscrições, de facto, não há limite ao rendimento que podes obter através da venda de um curso online.

    Um curso online, na minha opinião, não é uma forma de rendimento passivo, mas sim um método de alavancagem, ou seja, com a mesma quantidade de trabalho consegues exponenciar os teus resultados, quer em termos de impacto quer de rendimento gerado.

     

    Resumindo:
    – Vale a pena criar um curso online? Sim.
    – Deves avançar com a criação do curso com a ilusão de que com isso estarás a gerar rendimento passivo? Não.
    – Deves promover o teu curso online? Não, promove antes a solução que o teu cliente ideal procura para o seu problema.

    Agora, conta-me, já tens alguma ideia para a criação de um curso online para o teu negócio ou já tens algum a decorrer e sobre que tema? Partilha comigo o teu ponto de situação nos comentários.

     

    Muitas pessoas começam a criar cursos online... e ainda bem! Mas há duas verdades sobre cursos online que precisas de saber!

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