Filipa Maia

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    Mind & Body

    • Storytelling – Porque precisas de o usar na tua comunicação

      storytelling na comunicação

      O storytelling é um dos temas que mais me apaixona. As histórias sempre fizeram parte da minha vida e, desde que comecei a escrever, em 2015, que tenho vindo a estudar de forma cada vez mais aprofundada as histórias e a sua estrutura narrativa, o storytelling.

      Por ser um tema que me fascina, trago-o sempre para o meu trabalho, quer estejamos a falar de comunicação e de marcas, quer estejamos a falar de desenvolvimento pessoal.

      Hoje quero chamar a tua atenção para a importância do storytelling e porque é que é algo que deves incorporar na comunicação da tua marca. Há motivos muito fortes para que o faças.

       

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      1. As histórias provocam emoções

      Alguma vez choraste ou te sentiste frustrada com algo que estava a acontecer num filme ou num livro? Alguma vez sentiste o teu coração bater mais forte com uma história? Tudo isto é emoção provocada por algo que não tem de ser real.

      Quando tens uma marca queres que as pessoas criem uma ligação emocional com a tua marca, que entrem na tua história, acompanhem a tua jornada e queiram saber mais sobre aquilo que estás a comunicar. É a emoção que vai fazer com que as pessoas queiram continuar a acompanhar-te. Se não houver emoção, as pessoas vão desligar-se da tua marca, tal como se desligam de histórias que não têm uma boa estrutura ou um bom arco narrativo.

       

      2. As histórias captam a atenção

      Enquanto seres humanos evoluímos com histórias e elas têm mesmo sido essenciais à nossa sobrevivência. Em tempos pré-históricos, as histórias eram a única forma de transmitir informação. Muitas vezes, informação vital para a sobrevivência da nossa espécie. Assim, as pessoas tomaram consciência de que as histórias são algo importante e a que devemos prestar atenção. Por isso é que, quando ouves contar uma história, a tua atenção desperta automaticamente. E, quando uma história é bem contada, tu não consegues largar essa história e ficas agarrada ao livro, ao filme ou à série. Então, tu, enquanto marca, com o contar de histórias vais conseguir muito mais eficazmente que as pessoas prestem atenção àquilo que estás a dizer.

       

      3. A memorização

      As histórias são mais facilmente memorizadas do que números, dados ou estatísticas. Está comprovado que, após uma comunicação de qualquer tipo, as pessoas memorizam com muito mais facilidade a história que foi contada do que os factos ou números que foram partilhados. Se queres que as pessoas guardem as informações que estás a partilhar é muito importante que incorpores o storytelling na tua comunicação.

       

      4. As histórias unem comunidades

      Com certeza que, como criador de uma marca, queres reunir uma comunidade à tua volta, certo? Então, deves lembrar-te sempre que as histórias unem comunidades.

      Basta que penses nas diferentes religiões que existem no mundo. Todas elas estão associadas a uma história, uma narrativa que conta a origem dessa religião e é essa história que une as pessoas dessa determinada religião. As pessoas conhecem essas histórias, falam sobre elas, acreditam nelas e sentem uma conexão emocional com elas. Consequentemente, essas pessoas sentem também uma conexão entre si por partilharem a mesma história e todas acreditarem nela.

      Deste modo, é o storytelling que te vai permitir criar um sentido de comunidade dentro da tua marca.

       

      5. As histórias mudam crenças

      Já falei várias vezes sobre crenças no meu Podcast. Podes ouvir este e outros episódios para saberes um pouco mais sobre este tema.

      O importante aqui é que as histórias têm o poder de alterar crenças. Há estudos que demonstram que o transporte narrativo está diretamente relacionado com a mudança na forma como vemos o mundo. O transporte narrativo está relacionado com o facto de sermos transportados para dentro de uma história bem contada e que nos provoca emoção.

      Para mim, é muito óbvio que as histórias tenham o poder de alterar crenças, pois, como já referi noutros momentos em que abordei este tema, as crenças são instaladas quando há eventos com uma grande carga emocional associada. Por isso, se as histórias tiverem esta mesma carga emocional podem também ter este poder de mudar as nossas crenças. É por esta razão que há, por exemplo, tantas histórias cujo tema central é o Bem contra o Mal, para que acreditemos que vivemos num mundo onde o Bem predomina.

       

      Então, se queres mudar a forma como as pessoas que te rodeiam veem o mundo, se queres pintar um conjunto de crenças diferentes para essas pessoas, o storytelling vai ajudar-te.

      Agora que te apresentei os meus motivos para que passes a usar o storytelling na comunicação da tua marca, queria saber que mais gostavas de saber sobre este tema. Deixa-me as tuas dúvidas, desafios e dificuldades para que eu possa criar mais conteúdos que vão ao encontro do que precisas e te ajudem a aplicar o storytelling dentro da tua marca.

       

      O storytelling tem importância na comunicação da tua marca. Existem vários motivos para que o incorpores na tua estratégia comunicativa.

    • O teu negócio não está a crescer porque estás a fazer estas coisas!

      negócio não cresce

      Quero partilhar contigo 6 coisas que impedem muitos negócios de crescer e que, se calhar, também estão a travar o crescimento do teu.

       

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      Provavelmente, como a tua atenção não está focada nestes aspetos de que te vou falar, tu nem sequer estás a perceber que é exatamente este tipo de atitudes ou comportamentos que podem estar a impedir o teu negócio de crescer.

      Por isso, quero ajudar-te a trazer estas questões à consciência para que se torne mais fácil removeres estes bloqueios e possas, quase de um momento para o outro, fazer o teu negócio crescer, só porque paraste de fazer uma ou duas destas coisas.

       

      1. Tens a tua atenção dispersa por vários projetos

      Estás a tentar fazer demasiadas coisas ao mesmo tempo. É como se estivesses a querer escalar várias montanhas em simultâneo e, para isso, saltares constantemente de uma para outra, sem chegares ao topo de nenhuma. Pensa comigo: o que poderia acontecer se decidisses focar-te num único projeto durante um determinado período, escalares essa montanha até ao topo – ou seja, otimizares esse projeto o máximo possível – e depois, então, eventualmente, transitares para outro projeto? O que é que no teu negócio poderá estar a fazer-te dispersar a atenção por demasiados projetos ao mesmo tempo?

      Este comportamento é particularmente perigoso quando tu ainda és a única pessoa dentro do teu negócio, és tu que assumes todas as funções e ainda não começaste a delegar tarefas e a subcontratar. Se tu estás responsável por tudo e ainda estás a tentar executar vários projetos ao mesmo tempo, a tua energia vai acabar por se esgotar muito rapidamente. Vais ficar cansado, podes mesmo entrar em burnout e isto é algo que que não vais querer que aconteça. Por tudo isto, fica atento para verificares se, de facto, não estarás a focar-te em demasiados projetos ao mesmo tempo.

       

      2. Não estás a trabalhar na tua zona de génio

      Não estares a passar a maior parte do teu tempo na tua zona de génio pode estar a impedir-te de fazeres avançar o teu negócio. Este ponto está relacionado com o anterior e tem muito que ver com delegar, contratar ajuda e ter outras pessoas a ajudar-te a levar o teu negócio para a frente. Eu sei que no início pode ser muito complicado contratar ajuda. Eu também não contratei logo ajuda e, enquanto não vi os primeiros resultados, fazia tudo sozinha, tal como tu também estarás a fazer neste momento. Mas, a determinada altura, temos 2 hipóteses e temos de fazer uma escolha.

      a) Podemos continuar a fazer tudo sozinhos. Isto significa que a percentagem do nosso tempo que pode ser dedicada às atividades que efetivamente geram riqueza será limitada, porque vamos ter de continuar a dar atenção a uma série de outras tarefas que não são responsáveis por gerar faturação.

      b) Começamos a contratar ajuda. É claro que isto representa uma despesa, mas o retorno que podemos obter do facto de libertarmos tempo para as atividades que são responsáveis pela entrada de dinheiro no nosso negócio. Já sabemos que nenhum negócio sobrevive sem dinheiro a entrar, mesmo que por vezes não estejamos confortáveis ao abordar estas questões. Então, pensa que tarefas poderás começar a delegar. Não precisas de começar logo a delegar muitas tarefas, nem sequer contratar uma pessoa a tempo inteiro para a tua equipa. Começa com algumas horas por semana, delegando algumas tarefas administrativas e, assim, conseguirás umas horas extra para trabalhares na tua zona de génio e executares aquelas tarefas que só tu podes fazer dentro do teu negócio e que, tipicamente, são as responsáveis pela entrada de dinheiro.

       

      3. Não estás a praticar os preços certos

      Se calhar ainda não percebeste bem o valor daquilo que fazes e, por isso, talvez não estejas a cobrar o preço certo. Muitos de nós têm um problema pessoal de falta de autovalorização e, quando começamos a empreender, se não tivermos noção do nosso verdadeiro valor profissional cobramos preços demasiado baixos.

      Estares a ser demasiado brando com os preços que estás a praticar pode estar a impedir-te de teres flexibilidade para, por exemplo, começares a delegar. Aumentares os teus preços de acordo com o valor que estás, de facto, a entregar ao teu cliente dar-te-á uma margem maior para fazeres alguns investimentos no teu negócio. Observa bem os teus preços e analisa se é por aí que estarás a impedir o teu negócio de crescer.

       

      4. Não falas daquilo que tens para vender

      Quando as pessoas se sentem desconfortáveis com o facto de terem de vender, não falam sobre os seus serviços e/ou produtos. Lamento informar-te, mas se tens um negócio terás mesmo de vender ou, então, o teu negócio não vai funcionar. Como já referi, um negócio não é sustentável sem dinheiro e o dinheiro não entra se não venderes.

      Vender pode ser fantástico se acreditares no teu produto/serviço e se vires a transformação e o impacto que o teu produto/serviço está a ter na pessoa que o comprou. Se o teu produto/serviço for bem desenhado, vai implicar uma transformação no teu cliente. Então, se não venderes, estás a roubar essa transformação a um potencial cliente. Se tens medo ou não te sentes confortável com vender, primeiro tenta perceber a razão de te sentires assim. Será que não tens plena confiança naquilo que estás a oferecer?

      Se não estás a comunicar os teus produtos/serviços, tenta encarar a venda de uma outra perspetiva, a de que estás a proporcionar uma vida melhor às pessoas que comprarem de ti.

       

      5. Não estás a investir

      Um negócio implica investimento e o melhor investimento que podes fazer no teu negócio é o delegar, o outsourcing de algumas funções que não têm de depender exclusivamente de ti. Se estás com medo de investir no teu negócio, então precisas de pensar sobre esta questão.

      Outros investimentos importantes são as formações, eventos e treinos de qualidade. Tens de estar sempre a evoluir enquanto pessoa e enquanto profissional. Como é que podes esperar que o teu negócio cresça se não aprenderes nada novo e se tu próprio não cresceres?

      O sucesso do teu negócio é proporcional ao teu desenvolvimento pessoal. Por isso, pensa onde é que podias estar a investir algum do teu dinheiro. Em treinos, em eventos, em formadores, em coaching, em outsourcing…? E, à medida que começares a investir, vais começar a perceber que começarás, também, a ter mais entrada de dinheiro.

       

      6. Não trabalhas o teu estado Interno

      O teu estado interno depende muito do teu foco e de onde está a tua atenção. Que energia é que tu estás a dissipar para o mundo? Em que frequência é que estás a vibrar? Tu vais sempre atrair resultados que estão em consonância com essa frequência em que estás a vibrar, por isso, quanto mais elevada for a frequência das tuas emoções, mais coisas maravilhosas vais atrair para a tua vida.

      Sobre este ponto em específico, o meu ebook sobre as 11 Atitudes dos Empreendedores Intencionais de Sucesso fala exatamente sobre modelos mentais e estratégias internas que deves adotar e podes descarregá-lo gratuitamente aqui.

       

      Gostava, agora, que partilhasses comigo qual destes 6 pontos é aquele que, neste preciso momento, pode estar a impedir o teu negócio de crescer. E que mudança é que podes fazer para desbloqueares o crescimento que desejas para o teu negócio. Vou adorar trocar impressões contigo sobre este tema!

      O teu negócio não cresce porque podes estar a fazer algumas coisas que estão a impedir e que tu nem estás a dar conta. Descobre quais e começa a mudá-las!

    • Ser introvertido: o que significa isto afinal?

      ser introvertido

      Este é um tópico que causa muita confusão e a ideia para este artigo surgiu quando fiz uma publicação no Instagram e me chegaram vários comentários que me deixaram a pensar que algumas pessoas consideram que são uma coisa, mas, afinal, talvez sejam outra.

       

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      Constatei, então, que existem, de facto, algumas ideias erradas acerca do que é ser introvertido, como, por exemplo, quando alguém diz “eu sou extrovertida, mas para recuperar a minha energia preciso de estar sozinha”. Ora, isto é altamente contraditório, porque a definição de introversão passa, exatamente, por precisar de estar sozinho para repor os níveis de energia.

      Uma pessoa introvertida, quando está com outras pessoas, sente a sua energia a esgotar-se. Pelo contrário, uma pessoa extrovertida, quando está sozinha, sente-se a perder energia e, para a recuperar, precisa de estar com outras pessoas.

      Outra associação errada é acreditar que gostar de pessoas e de estar com pessoas significa que se é extrovertido.

      O post no Instagram a que me referi acima falava acerca da necessidade que tive de recuperar a minha energia depois de ter estado em 3 grandes eventos na Califórnia. Mesmo sendo eu alguém que adora pessoas e tendo-me sentido muito feliz por ter tido a oportunidade de interagir com tantas pessoas diferentes ao longo dos 17 dias que passei nos Estados Unidos, a verdade é que precisei de estar sozinha, a recuperar de tudo isso, durante 3 dias, quando regressei.

      É isto que significa ser introvertido, não sentir a energia a esgotar-se por estar sozinho e, pelo contrário, precisar de estar isolado para recuperar.

      Estas são as características gerais das pessoas introvertidas:

      • São mais calmas, introspetivas e caladas (atenção que ser introvertida é diferente de ser tímida);
      • Não gostam de small talk;
      • Vivem entre períodos de maior atividade social e períodos de maior isolamento e introspeção;
      • Não gostam muito de falar ao telefone e esperam para responder a mensagens até sentirem que conseguem dar a devida atenção ao assunto;
      • Têm mais tendência para ter grupos de amigos mais pequenos e mais próximos;
      • São bons ouvintes, exatamente porque gostam de pensar antes de falar;
      • Não se aborrecem com facilidade.

      Resumindo, para identificares se és ou não introvertido reflete acerca da forma como recuperas a tua energia. É aí que está a diferença entre ser introvertido ou extrovertido.

      Tudo isto está, no fundo, relacionado com o nosso setpoint individual relativamente aos estímulos externos. Tipicamente, uma pessoa introvertida é sensível aos estímulos externos e, por isso, vai precisar de recolhimento para recuperar.

      Outro dado interessante é que cerca de 70% da população é extrovertida e, por isso, os introvertidos às vezes sentem-se diferentes e pensam que deviam interagir mais ou ter mais amigos, mas o mais importante de tudo isto é sabermos respeitarmo-nos e respeitar as nossas necessidades.

      E, agora, depois desta explicação, onde é que tu te situas, afinal? És extrovertida ou introvertida?

       

      Apercebi-me que existem algumas ideias erradas sobre ser-se introvertido ou extrovertido. Descobre as diferenças e em qual é que te encaixas realmente.

       

    • Medo de falhar

      medo de falhar

      Este é um medo que impede muitas pessoas de agirem, mas, quanto a mim, a falha não existe.

      Sei que isto pode até parecer-te estranho, mas vou explicar-te as minhas razões para pensar assim.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      E ouvir o episódio 15 do Podcast Lifestyle by Design:

       

      Sempre que tentamos fazer algo novo, algo de diferente, pode acontecer uma de duas coisas: ou vamos obter os resultados pretendidos ou vamos aprender a lição que precisamos de aprender.

      Ora, eu acredito que as falhas são, na realidade, lições, porque todas as falhas permitem aprendizagem.

      Na minha opinião, quando não conseguimos aquilo que pretendíamos, ou seja, quando ficamos aquém dos nossos objetivos, temos sempre uma aprendizagem a retirar. E é este processo sucessivo de tentativa e erro e consequentes aprendizagens que nos faz crescer e, eventualmente, chegar aos nossos objetivos e aos resultados que efetivamente correspondem às nossas expectativas.

      Muitas pessoas podem ver a falha como consequência de terem escolhido um caminho errado. Eu, contudo, quando não obtenho os resultados pretendidos, considero que apenas descobri um caminho errado.

      Lembras-te dos labirintos que vinham nas revistas de atividades quando éramos crianças? Pois bem, imagina que estás a percorrer esse labirinto com o teu lápis e, de repente, chegas a um beco sem saída. O que fazes? Aposto que voltas para trás e já sabes que tens de experimentar outro caminho. E assim sucessivamente até encontrares o caminho certo para a saída. Certo?

      O mesmo acontece, na minha perspetiva, com os nossos processos de tentativa e erro. Quando falhamos significa, simplesmente, que descobrimos um caminho que não nos vai levar onde queremos e, portanto, temos de seguir por outro.

      Quantos mais caminhos errados vamos descobrindo, mais próximas estamos de descobrir o caminho certo.

      É por isto que não acredito que existe uma verdadeira falha, mas apenas uma descoberta de caminhos que não funcionam.

      Encararmos a falha como um processo de aprendizagem e descoberta torna o caminho muito mais leve e fácil.

       

      Depois disto, diz-me: o que farias se soubesses que só precisavas de falhar mais uma vez para alcançares o teu maior sucesso?

       

      O medo de falhar é uma das coisas que pode impedir as pessoas de começarem os seus negócios ou projetos. Eu acho que a falha não existe. Descobre porquê.

    • 3 Mitos na Criação de Cursos Online

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      Será que é um destes 3 mitos que vou partilhar contigo neste artigo que te está a impedir de criares o teu próprio curso online?

       

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      1 – Audiência

      Algumas pessoas acreditam que, para terem sucesso com um curso online, precisam de ter uma audiência muito grande.

      No entanto, aquilo que estas pessoas ainda não sabem é que a criação do curso e o seu lançamento vão contribuir, por si só, para o crescimento dessa audiência. Ou seja, fazendo as coisas certas, ao criares e divulgares o teu curso, vais atrair as pessoas que estão interessadas nesses conteúdos que tens para partilhar. Afinal, ao falares disso nas redes sociais, comunicando como podes ajudar as pessoas e, até, utilizando uma estratégia cuidada de anúncios pagos no Instagram e Facebook, vais acabar por chegar ao teu público-alvo e atrair a sua atenção.

       

      2 – Curso perfeito

      O teu curso não precisa de ser perfeito. Nada é perfeito, na verdade, e procurar a perfeição é meio caminho andado para a autossabotagem e para a procrastinação.

      Muitas pessoas acreditam que, para criar um curso online, é necessária uma grande produção, equipamento de última geração, um cenário muito trabalhado, vídeos muito bem filmados e editados com qualidade profissional ou até um determinado número de módulos dentro do curso para que valha a pena avançar com ele. Contudo, depois de passarem imenso tempo a criar tudo isto que julgam necessário, apercebem-se de que, afinal, aquele curso e aqueles conteúdos não têm interesse assim para tanta gente como pensavam.

      Então, na minha opinião, a estratégia mais inteligente é fazer um proof of concept, um teste, e perguntar às pessoas se terão interesse no curso que estás a pensar criar e, se sim, dar a essas pessoas o curso numa versão de teste. E podes até, depois, dar benefícios a estas pessoas na aquisição da versão completa do curso.

      Com isto, vais conseguir, por um lado, saber se há pessoas interessadas no curso que queres criar e, por outro, conseguirás testemunhos acerca dos conteúdos do curso que te darão credibilidade aquando do lançamento da versão final.

       

      3 – Não podes cobrar muito

      Isto também é um mito, porque o preço que colocares ao teu curso dependerá da estratégia da tua marca, do teu posicionamento e do tipo de pessoas que queres que se inscrevam.

      O teu principal objetivo com o curso deve ser que as pessoas que o frequentem obtenham determinados resultados, por isso, quanto mais as pessoas precisarem de investir no teu curso, mais comprometidas estarão com o processo, o que, por sua vez, vai fazer com que obtenham melhores resultados. Daqui, consegues retirar 2 vantagens adicionais: a primeira é que o teu curso vai ter um impacto maior na vida destas pessoas e a segunda é que vais conseguir testemunhos valiosos para apresentares às pessoas da tua comunidade que ainda não experimentaram o curso.

      Ao cobrares um valor mais elevado vais garantir que tens contigo pessoas altamente comprometidas com os resultados que querem obter e, com esses mesmos resultados, estás a ter mais impacto e, simultaneamente, a conseguir vários testemunhos e casos de estudo de pessoas que já aplicaram aquilo que tu lhes ensinaste. Depois, podes, então, apresentar esse feedback à comunidade que tens à volta da tua marca e, assim, ganhar ainda mais credibilidade.

       

      Acreditavas em algum destes mitos? E o que pensas deles agora? Vou gostar muito de saber a tua opinião sobre este assunto.

       

      Há várias pessoas a criar os seus cursos online, mas alguns hesitam ou desistem. Mas não é preciso ter medo: ficam aqui 3 mitos sobre cursos online.

    • Cursos Online: Duas verdades que ninguém te diz

       

      cursos online verdades

       

      Os cursos online começam, agora, a ser mais frequentes em Portugal, ainda que esta modalidade de formação seja já muito comum noutros países.

      Eu mesma sou uma grande adepta desta “moda” que agora surge por cá, até porque sou uma ávida consumidora desta modalidade de formação, mas há algumas questões a considerar quando falamos de criar um curso online.

      A maior parte das pessoas segue esta via da criação de cursos online como uma forma de criar um rendimento passivo, mas há duas verdades sobre isto que poucas pessoas conhecem.

       

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      1. Ninguém quer comprar um curso online

      Isto significa que comprar um curso online não é a prioridade de um potencial cliente que chega até nós. As pessoas procuram uma solução para o seu problema e as pessoas vão querer comprar aquela que lhes parece ser a melhor solução para esse problema.

      É por isto que não deves procurar vender a esta pessoa o teu curso online, mas sim a solução que tu tens para a ajudar a resolver o seu problema. E, apesar de essa solução até passar pela aquisição do teu curso online, a forma como a apresentas tem de ser totalmente diferente. Ou seja, deves manter sempre o foco na solução que tens para essa pessoa e nos resultados que ela vai obter se seguir aquilo que tens para lhe propor. O curso online, neste caso, é, simplesmente, o meio pelo qual a pessoa terá acesso àquela solução de que tanto precisa.

       

      2. Cursos online não são fontes de rendimento passivo

      O teu curso online, a partir do momento em que o crias, vive sozinho, não necessita mais da tua intervenção, mas a realidade é que não se vende sozinho.

      Por exemplo, ter um curso permanentemente com inscrições abertas pode ser contraproducente, porque as pessoas sabem que ele estará sempre ali, disponível, e, como tal, não vão tomar a inscrição como uma prioridade. Por isso, manter um curso com inscrições quase sempre fechadas e abrir inscrições só em determinadas alturas e durante um período limitado irá contribuir para que obtenhas melhores resultados nas vendas. Isto porque as pessoas sabem que, se não se inscreverem nessa altura, podem perder a oportunidade. Ora isto – lançar inscrições, promover o curso, gerir e fechar inscrições – exige trabalho. E se gera trabalho deixa de ser um rendimento passivo.

      Isto significa que não deves criar um curso online? Claro que não, porque apesar de dar trabalho durante o período de inscrições, de facto, não há limite ao rendimento que podes obter através da venda de um curso online.

      Um curso online, na minha opinião, não é uma forma de rendimento passivo, mas sim um método de alavancagem, ou seja, com a mesma quantidade de trabalho consegues exponenciar os teus resultados, quer em termos de impacto quer de rendimento gerado.

       

      Resumindo:
      – Vale a pena criar um curso online? Sim.
      – Deves avançar com a criação do curso com a ilusão de que com isso estarás a gerar rendimento passivo? Não.
      – Deves promover o teu curso online? Não, promove antes a solução que o teu cliente ideal procura para o seu problema.

      Agora, conta-me, já tens alguma ideia para a criação de um curso online para o teu negócio ou já tens algum a decorrer e sobre que tema? Partilha comigo o teu ponto de situação nos comentários.

       

      Muitas pessoas começam a criar cursos online... e ainda bem! Mas há duas verdades sobre cursos online que precisas de saber!

    • Medo da exposição: O que precisas de saber para o ultrapassares

      medo da exposição

       

      Se tens, ou queres vir a ter, um negócio próprio ou desenvolver a tua marca pessoal, mas tens medo da exposição, lê este artigo e vê o vídeo que tenho para ti sobre este tema. A melhor forma de começarmos a falar sobre este tema é desconstruindo cada uma das suas partes.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      1 – O Medo

      O medo não passa de uma emoção e existe para nos avisar de alguma coisa, nomeadamente de um potencial perigo à nossa volta. O medo existe para nos proteger e é ativado quando percecionamos uma ameaça. A questão, aqui, é que nem sempre essa ameaça é real.

      Assim, o que te recomendo é que, mais do que abafar ou evitar o medo, comeces a aprender a conviver com o medo.
      Atualmente, o medo já não me paralisa. Em vez disso, funciona como uma bússola, indicando-me o caminho que devo seguir. Afinal, o medo só surge em relação a coisas que são muito importantes para nós e que podem fazer a diferença na nossa vida e na vida de outras pessoas.

      Então, se queremos fazer algo que é importante para nós, não devemos deixar que o medo nos paralise. Devemos, apenas, usá-lo como bússola. Lembra-te que quanto mais medo sentires de fazer alguma coisa, mais isso significa que fazê-lo é importante para ti.

      Por isso, podemos e devemos avançar mesmo com o medo presente.

       

      2 – A Exposição

      A exposição é habitualmente encarada como algo negativo, mas a verdade é que ela é inevitável se temos uma mensagem para passar ao mundo.

      Não conseguimos fazer chegar a nossa mensagem sem nos expormos, sem nos mostrarmos, sobretudo se esta mensagem estiver ligada a nós, aos nossos valores e ao nosso propósito.

      Vou-te propor que, agora, penses comigo de outra forma: quanto mais exposta eu ficar, mais longe consigo levar a minha mensagem, quantas mais pessoas ouvirem aquilo que tenho para partilhar, mais vou conseguir divulgar aquilo que tenho para dizer.

      Este é o lado positivo da exposição e é nele que te deves focar, pois quando a nossa vontade de levar a nossa mensagem mais longe se torna maior do que o medo da exposição é quando decidimos começar a expor-nos.

      Foca-te na tua mensagem e naquela pessoa que precisa mesmo de ouvir a tua mensagem. Pensa na pessoa cuja vida vai ser impactada quando ouvir a tua mensagem e como ela iria ficar se a tua mensagem não chegasse até ela. É ou não uma pena que tantas pessoas fiquem sem saber aquilo que tens para dizer só porque tens medo da exposição?

       

      3 – Medo do julgamento

      Muitas vezes, o medo da exposição resulta do medo do julgamento que vem com a exposição.

      Aqui, é preciso termos consciência do seguinte:

      • É impossível agradar a toda a gente; haverá sempre quem não se identifique com a tua mensagem; não há problema absolutamente nenhum nisso. Lembra-te que o julgamento das outras pessoas não diz nada sobre a pessoa que tu és, mas sim sobre aquilo que elas pensam sobre si próprias e aquilo que as incomoda nelas. Treina-te para te tornares imune a esse julgamento.
      • É fundamental saber distinguir o que é um feedback construtivo – mesmo que implique apontarem-nos algo que temos a melhorar – e o que é um julgamento negativo, maldoso e, às vezes, até cruel. O feedback positivo tem o potencial de nos fazer melhorar e é a esse feedback, e só a esse, que deves dar crédito.

       

      4 – Autoimagem

      O medo da exposição está também, muitas vezes, relacionado com a nossa autoimagem. Eu própria, antes de começar o meu canal do Youtube, tive muito medo de me expor e de ter de lidar com a minha autoimagem e com aquilo que os outros poderiam pensar de mim.

      Felizmente, percebi que os filtros que aplicamos quando olhamos para nós próprios são totalmente diferentes dos que aplicamos quando olhamos para os outros.

      A nossa tendência ao olharmos para nós é detetar imediatamente os nossos próprios defeitos e, depois, é difícil focarmo-nos noutras coisas que não sejam aquilo de que não gostamos em nós. Mas a verdade é que aquilo que vemos numa imagem nossa não é o mesmo que outra pessoa vê quando olha para nós. O nosso filtro distorce a realidade.

      Deixo-te um exercício: Olha para uma fotografia tua e procura aquilo que tu tens de melhor, foca-te naquilo que são os teus pontos fortes e começa a ver-te com esse filtro. Assim, vais começar a ter uma ideia mais aproximada da forma como as outras pessoas te veem.

       

      E, agora, de que estás à espera? O teu medo da exposição só vai desaparecer quando começares. Estou certa de que tens uma mensagem para passar ao mundo e que há muitas pessoas que vão beneficiar daquilo que tu tens para partilhar com elas.

      Conta-me nos comentários o que é que fez mais sentido para ti neste artigo e o que é que pode realmente fazer a diferença para que avances e comeces a transmitir a tua mensagem.

      O medo da exposição não deve ser um impedimento no caso de teres ou quereres vir a ter um negócio próprio ou desenvolver a tua marca pessoal.

       

    • Como Crescer nas Redes Sociais

      Crescer nas redes sociaisc

      Este é um tema que, por norma, desperta sempre o interesse de quem usa as redes sociais para trabalhar, para divulgar o seu negócio e chegar a cada vez mais pessoas.
      Contudo, a abordagem que vos apresento hoje é, talvez, um pouco diferente daquela que seria expectável.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Quem me acompanha pelo Youtube e viu o vídeo sobre a palavra que escolhi para 2019 sabe que este ano me vou focar mais em temas relacionados com Mindset e menos nos temas relativos a estratégia. Parece paradoxal, mas é com base nesta linha de pensamento que quero falar convosco sobre este tema do crescimento nas redes sociais.

      Para isso, preciso de clarificar o que é que, para mim, significa crescer nas redes sociais. Quando me refiro ao crescimento nas redes sociais, não estou a falar em fazer crescer o número de seguidores. Na verdade, o número de seguidores não importa nada para o crescimento do nosso negócio, pois não são os seguidores que pagam as contas ou trazem lucro ao negócio e encontramos facilmente contas com um elevadíssimo número de seguidores que, depois, não refletem propriamente um negócio de sucesso.

      Então, quando falo em crescer nas redes sociais, refiro-me concretamente a 2 aspetos: interação e conversão de seguidores em clientes.  A chave é termos seguidores que estão realmente interessados naquilo que estamos a dizer e naquilo que temos para vender. Não importa se são 10, 10 mil ou 10 milhões. O importante é que tenham interesse naquilo que temos para partilhar e naquilo que vendemos.

      Neste sentido, recomendo 3 métodos para crescer nas redes sociais:

       

      1- Criar conteúdos de excelente qualidade (dentro e fora das redes sociais)

      Estou a falar de conteúdos dentro e fora das redes sociais, quer sejam as fotografias e as captions do Instagram, os vídeos no Youtube, os podcasts ou até os freebies que criamos para serem lead magnets da nossa newsletter.

      Todos estes conteúdos terão um impacto direto na interação que vamos gerar nas redes sociais, porque com conteúdos de qualidade as pessoas vão ter interesse nos temas que estamos a tratar. Numa perspetiva de angariação de clientes, isto também vai ter impacto, porque com conteúdo de qualidade as pessoas vão confiar em nós para fazermos um trabalho de qualidade quando nos contratarem.

      A criação de conteúdo de qualidade vai ter ainda um efeito secundário que é o aumento do número de seguidores, porque as pessoas vão partilhar esses conteúdos de qualidade e é com essas partilhas que vamos conseguir chegar a cada vez mais pessoas.

      As redes sociais vivem de conteúdos, por isso são eles que nos podem ajudar a chegar mais longe.

       

      2- Criar relações (dentro e fora das redes sociais)

      Mais uma vez, este método também deve ser aplicado dentro e fora das redes sociais. Devemos falar com as pessoas, sejam os nossos seguidores ou pessoas que seguimos e com cujo conteúdo nos identificamos e apreciamos, utilizando quer os comentários, quer as mensagens diretas. Quando, por exemplo, vemos que alguém está a fazer um bom trabalho numa rede social, devemos dizer-lhe isso mesmo. Isto vai promover a interação, porque demonstramos interesse pelo seu trabalho e reconhecemos o seu esforço e dedicação.

      Fora das redes sociais, também. Conversarmos com pessoas, conversarmos sobre o nosso trabalho, sobre as nossas redes sociais vai aproximar-nos dos outros enquanto damos a conhecer aquilo que fazemos. As redes sociais são um espaço para se fomentarem relações, por isso, quando promovemos essas relações fora das redes sociais, estamos também a promovê-las dentro, porque acabamos por nos encontrar também aí.

       

      3- Fazer um excelente trabalho

      O boca-a-boca continua a funcionar muito bem. Hoje em dia, o boca-a-boca já não se resume a um amigo que recomenda o nosso trabalho a outro amigo. Hoje, esta recomendação pode chegar precisamente dentro de uma rede social. A partilha do trabalho que desenvolvemos pode partir de uma pessoa que trabalha connosco e que reconhece a qualidade do nosso trabalho ou pode vir de alguém que, simplesmente, partilha os nossos conteúdos.

      A chave do crescimento nas redes sociais e no nosso negócio está em sermos tão bons que é impossível as pessoas ignorarem-nos, tal como é referido por Cal Newport no seu livro So Good They Can’t Ignore You: Why Skills Trump Passion in the Quest for Work You Love.

       

      Esta é a minha perspetiva do que significa crescer nas redes sociais: tudo se resume a conteúdo, relações e trabalho de qualidade. Vou gostar de saber se concordam comigo e, sobretudo, qual é o primeiro passo que vão dão dar para colocarem e prática uma destas minhas recomendações.

       

      Como crescer nas redes sociais. Não, este artigo não dá mais 10 truques para enganar algoritmos e ganhar seguidores. Mas dá 3 passos para crescer de forma orgânica.

    • 3 Passos Essenciais para Começar a Viver de Forma Intencional

      vida intencional Quem me acompanha, já sabe que o tema da vida intencional me é particularmente querido, mas desde que este site e o podcast Lifestyle by Design foram para o ar que me tenho debruçado ainda mais sobre este tema. Há, aliás, um episódio do podcast exclusivamente dedicado à metodologia que criei à volta doLifestyle by Design e que nos ajuda a viver de forma mais intencional. Comecei agora, também, a falar sobre este tema no Youtube. Também podes ver o vídeo:   Mas, antes de mais, o que é, de facto, viver de forma intencional? No fundo, não é mais do que viver com intenção. Colocar uma intenção por trás de tudo o que fazemos, em vez de vivermos em piloto automático, só porqueé o standard ou porque é o que se espera de nós, sem pensarmos nas razões que nos levam a agir de determinada forma. Começar a viver de forma intencional é inverter esta tendência, é fazermos o que fazemos por um motivo, é pensar antes de agir e ter uma intenção quando avançamos para uma ação. No que diz respeito ao autoconhecimento, viver de forma intencional significa viver de uma forma alinhada com aqueles que são os nossos valores individuais, ou seja, o conjunto de coisas às quais damos realmente valor e pelas quais a nossa vida e a nossa atuação se rege. A nossa vida deve ser conscientemente construída de forma a vivermos alinhados com estes nossos valores. Quando temos uma grande decisão de vida para tomar, normalmente, já nos regemos por esses valores, mas, quer a um nível macro, naquilo que é a nossa vida no geral, quer a um nível micro, nas decisões mais pequenas e mais simples, raramente temos em atenção estes valores. Isto acontece porque nem sequer pensamos conscientemente neles. Contudo, eu acredito que só nos podemos sentir felizes e realizados se conhecermos estes nossos valores individuais e se vivermos de acordo com eles. É por esta razão que transmitir esta mensagem e ajudar outras pessoas a viverem de forma mais intencional e alinhada é tão importante para mim. Para vivermos de forma mais intencional há, então, 3 pequenos passos que devemos dar.  

      1. Autoconhecimento

      Só quando nos conhecemos profundamente é que ganhamos a capacidade de perceber quais são os nossos valores, o que é que é importante para nós, o que é que nos inspira, o que é que realmente queremos da vida. Para aumentarmos o nosso autoconhecimento, eu destaco 6 atividades que podemos realizar: – journaling: quando fazemos uma real escrita livre, não impedindo os nossos pensamentos de passarem para o papel e o fazemos com regularidade – afinal, quanto mais regular for a prática, mais fácil será não travar os pensamentos – mais profundo será esse nosso autoconhecimento. Para quem estiver interessado nesta atividade, tenho o Desafio de 21 dias de journaling  autoreflexão que podem subscrever gratuitamente. Este desafio ajuda não só ao autoconhecimento como também a implementar o hábito de fazer journaling diariamente; – meditação: ao meditarmos conseguimos perceber quais são os nossos pensamentos mais regulares e quais os pensamentos que vêm até nós quando aquietamos a mente; além disto, a prática regular de meditação permite-nos que, no dia a dia e fora dos momentos de meditação, consigamos estar mais atentos aos nossos pensamentos e entendamos melhor os nossos padrões mentais. Ouvindo os nossos pensamentos e percebendo estes padrões podemos ir ganhando mais autoconhecimento e, até, trabalhar pensamentos menos positivos; – realizar atividades criativas: escrita criativa ou trabalhos manuais, por exemplo; criar coisas com as prórpias mãos; – viajar: principalmente, quando o fazemos sozinhos. Estarmos a sós connosco e tomarmos todas as decisões ajuda-nos a perceber do que gostamos mais ou menos, sem a preocupação de satisfazer as vontades e as necessidades do outro, e podendo fazer o que nos apetecer; – passarmos tempo sozinhos, tempo connosco próprios, desligados das redes sociais e da internet, sem distrações e sem mais nada para fazer; – terapias e processos de coaching: muito importante para processos de mudanças de mindset e para trabalhar crenças limitadoras.  

      2. Assume a responsabilidade

      Assumirmos responsabilidade pela nossa própria vida é outro passo muito importante para uma vida intencional. Ganharmos consciência de que a forma como a nossa vida acontece só depende de nós é transformador. Mesmo que não sejamos omnipotentes e não tenhamos o poder de controlar tudo o que nos acontece, podemos sempre controlar a nossa reação ao que nos acontece. Podemos controlar a forma como estamos no mundo e como vamos agir a partir daqui. Cada momento pode ser um momento de recomeço. Tudo o que está no passado é lá que pertence, mas o que vem daqui para a frente é possível controlar. Temos realmente a capacidade de produzir resultados incríveis na nossa vida, mas temos decomeçar por acreditar. Esses resultados só surgem se acreditarmos neles e dermos os passos necessários para os obtermos. Se fizermos isto, o mais incrível pode mesmo acontecer. Aqui, o conceito de mindset de crescimento volta a ser muito importante, ou seja, acreditarmos que podemos adquirir novos conhecimentos e melhorar todos os dias. Podes ouvir mais sobreisto neste episódiodo Podcast.  

      3. Começa a viver a tua vida

      Para viveres uma vida mais intencional, outra sugestão que te deixo é que escolhas, todos os dias, como queres viver realmente a tua vida. E isso, mais uma vez, só depende de ti. Como é que o podes fazer? – Para de te comparares aos outros. As comparações que fazemos com os outros não são válidas, porque não sabemos a realidade da outra pessoa. – Questiona tudo à tua volta e tudo aquilo que já escolheste. Podes sempre mudar aquilo que não está bem. Identifica o que queres de diferente na tua vida e começa a trabalhar para isso. – Encontra um propósito, algo que tenha significado para ti e vive em função desse propósito. Aqui, não me estou a referir a um propósito de vida, porque sou da opinião de que podemos ter vários propósitos ao longo da nossa vida, como já expliquei. Podes ter um propósito, simplesmente, para os próximos tempos. – Define objetivos para ti e para a tua vida e para de viver em piloto automático. O cumprimento desses objetivos vai permitir-te viveres mais satisfeita e realizada. – Cria uma visão para o teu futuro. Pensa naquilo que queres concretizar ao longo da tua vida e cria uma visão para o teu futuro. Para isto não precisas de saber como queres que seja toda a tua vida, mas começa aos poucos e vai acrescentando aquilo que sabes que queres ter, fazer ou ser na tua vida. – Faz escolhas conscientes. Revisita os teus valores e a tua visão para o futuro e, quando tiveres de fazer uma escolha, pensa se essa escolha está alinhada com essa visão que criaste para ti e com os teus valores individuais. Isto ajudar-te-á em todas as tuas escolhas.   Colocas em prática estes passos no teu dia a dia? E se pudesses voltar atrás e fazer uma escolha diferente na tua vida, qual seria? O que mudarias?   Há 3 passos simples que podes dar já para começares a viver de forma mais intencional e alinhada com a tua essência, para viveres a vida à tua maneira.  
    • Os 5 Hábitos que Mudaram a minha Vida

      hábitos que mudaram a minha vida

      Hoje trago-te um artigo e vídeo um pouco mais pessoal, pois quero partilhar contigo os 5 hábitos que adotei nos últimos anos e que sinto que mudaram a minha vida. São hábitos que estão ao alcance de qualquer um, por isso espero que retires ideias que tu própria possas implementar.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Hábito #1: Journaling

      Este foi um dos hábitos que esteve na origem da grande jornada de autoconhecimento que iniciei nos últimos anos. Tenho por hábito fazer journaling mal acordo. Para mim, é assim que funciona e, por isso, com um copo de água ao meu lado, passo os primeiros 10 ou 15 minutos do meu dia a escrever.

      Quando feito desta forma, este hábito tem o poder de trazer à superfície pensamentos que desconhecíamos ter. Para além disto, por vezes, algumas horas – ou até dias – depois de ter escrito sobre determinado assunto, dou por mim a pensar sobre esse mesmo tema e a ter insights relativamente a ele. Associo isto, unicamente, ao facto de ter escrito sobre esse assunto.

      Esta prática traz muita clareza aos nossos pensamentos, mesmo que nem sempre isso aconteça exatamente no momento da escrita. Muitas vezes, o que acontece é que os nossos pensamentos andam num loop constante na nossa cabeça, numa espiral sem fim, e, por isso mesmo, não conseguimos chegar a qualquer conclusão. Só o facto de colocarmos esses pensamentos no papel já ajuda o nosso cérebro a processar a informação e desbloquear uma possível solução, sem ter de voltar àquele ciclo. Ao escrevermos sobre aquilo que nos preocupa – consciente ou inconscientemente – é quase como se o assunto ficasse resolvido. O nosso cérebro sente aquele momento de “descarga” de pensamentos como um desfecho e, subconscientemente, as conclusões acabam por surgir.

      No meu processo de journaling, começo por responder a algumas perguntas muito específicas, sobretudo focadas na gratidão e na intencionalidade, e termino com uma pergunta mais genérica, normalmente, focada no meu futuro, ou então simplesmente com escrita livre, sem qualquer pergunta ou tópico forçado.

       

      Para vos ajudar na implementação deste hábito, decidi preparar um template de journaling com o processo que costumo utilizar. Se tiveres interesse em descarregar este template, basta submeteres os teus dados aqui em baixo:


      (Ao descarregares o template, estarás a subscrever a Newsletter. Podes consultar a Política de Privacidade)

       

      Hábito #2: Meditação

      Este hábito trouxe paz e um sentimento de bem-estar enormes para a minha vida e que, acredito, não teria conseguido de outra forma. Além desta sensação de tranquilidade, trouxe-me também mais criatividade. Sinto-me mais produtiva criativamente depois de meditar.

      Tipicamente, medito logo depois do journaling. Podes fazê-lo sem ajudas, mas também podes usar uma app para te auxiliar. Facilita o processo de concentração e de relaxamento. Há muitas aplicações, mas a minha preferida é a Calm. Há uma versão gratuita para quem queira experimentar, e mesmo a versão paga não é muito cara.

      Há ainda outras atividades que são consideradas meditativas e que não passam necessariamente por estar sentado ou quieto. Nisto, como em muitas outras coisas, o importante é experimentarmos e percebermos aquilo que faz sentido para nós.

       

      Hábito #3: Calendarização

      Usar o calendário para gerir o meu tempo mudou drasticamente a minha vida. Comecei por bloquear as atividades recorrentes e que não eram flexíveis, como o horário do trabalho que tinha na altura em que dei início a este hábito. As idas ao ginásio, por exemplo, também podem ser um bom ponto de partida. Depois, vamos encaixando, nos restantes períodos, tudo o resto que queremos fazer. Desta forma, passamos de pessoas que, quando se veem perante um período livre, não sabem bem o que fazer, para pessoas que sabem exatamente o que vão fazer em cada momento do seu dia.

      Eu tenho todos os meus compromissos e todas as minhas tarefas no calendário, mesmo que essas tarefas só me digam respeito a mim. Todas as tarefas têm um período associado no meu calendário. Assim, sei, a cada momento do meu dia, exatamente o que vou estar a fazer, quando e com quem.

       

      Hábito #4: Ouvir podcasts

      Os podcasts enriqueceram a minha vida de uma forma que não teria sido possível com outro tipo de conteúdos, pois permitem-me aproveitar os momentos em que estou a fazer outras tarefas, seja a conduzir ou a cozinhar, para adquirir conhecimentos. Às vezes, ouço podcasts com conteúdo denso, quer sejam sobre marketing ou desenvolvimento pessoal, mas esta aquisição de conhecimentos não tem de ser profunda, nem densa. Podemos, simplesmente, aproveitar os podcasts para ouvir algo divertido, como um podcast de comédia.

      O facto de consumir tantos podcasts foi uma das razões por que criei o meu próprio podcast. Se ainda não ouviste, convido-te a fazê-lo.

       

      Hábito #5: Investir em mim própria

      Este último hábito sobre o qual vos quero falar é extremamente importante. Investirmos na nossa formação e no nosso crescimento pode ser verdadeiramente transformador. Todas as formações que fiz nos últimos anos, desde que decidi mudar drasticamente de carreira (sobretudo na área do marketing e do coaching), mudaram um pouco a minha vida. Isto aconteceu, por um lado, pelos conteúdos que adquiri nestes cursos e que me permitem, naturalmente, fazer um trabalho cada vez melhor ao aplicá-los quer no meu trabalho com outras pessoas, quer comigo própria. Mas, por outro lado, estas formações também foram relevantes pelas pessoas que me trouxeram, como alguns colegas que assim chegaram à minha vida e que, hoje, fazem parte do meu dia a dia.

      Outras formas de investirmos em nós é, por exemplo, através da frequência de cursos online para desenvolvermos competências em determinadas áreas, através de workshops que, mesmo não dando um contributo direto para a nossa vida profissional, nos enriquecem enquanto ser humano. No meu caso, o evento do ano passado do Blogging for a Cause e os workshops de Escrita Criativa da Rita da Nova são um bom exemplo disto.

      Os retiros e os livros, de desenvolvimento pessoal ou técnicos, também fazem parte deste investimento em mim própria.

      Além disto, outro investimento que faço em mim mesma e que tem sido determinante nesta minha transformação no último ano, é ter ao meu lado a minha coach, que me acompanha há 9 meses e com quem fiz recentemente a certificação em coaching transformacional.

      Investirmos em nós próprios é dizermos a nós mesmos e ao mundo que somos importantes, que merecemos cuidar de nós. É um hábito que muda o nosso mindset para nos autorizarmos a apostar em nós. É, sem dúvida, um hábito que vou manter.

       

      Tens algum destes hábitos no teu dia a dia? Qual deles te despertou mais curiosidade? Partilha comigo a tua perspetiva sobre estes hábitos. Gostaria muito de saber qual é o teu top 5 dos hábitos mais importantes na tua vida.

       

      Neste artigo e vídeo, com registo um pouco mais pessoal, partilho os 5 hábitos que mudaram a minha vida nos últimos anos.