Filipa Maia

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    • Storytelling – Porque precisas de o usar na tua comunicação

      storytelling na comunicação

      O storytelling é um dos temas que mais me apaixona. As histórias sempre fizeram parte da minha vida e, desde que comecei a escrever, em 2015, que tenho vindo a estudar de forma cada vez mais aprofundada as histórias e a sua estrutura narrativa, o storytelling.

      Por ser um tema que me fascina, trago-o sempre para o meu trabalho, quer estejamos a falar de comunicação e de marcas, quer estejamos a falar de desenvolvimento pessoal.

      Hoje quero chamar a tua atenção para a importância do storytelling e porque é que é algo que deves incorporar na comunicação da tua marca. Há motivos muito fortes para que o faças.

       

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      1. As histórias provocam emoções

      Alguma vez choraste ou te sentiste frustrada com algo que estava a acontecer num filme ou num livro? Alguma vez sentiste o teu coração bater mais forte com uma história? Tudo isto é emoção provocada por algo que não tem de ser real.

      Quando tens uma marca queres que as pessoas criem uma ligação emocional com a tua marca, que entrem na tua história, acompanhem a tua jornada e queiram saber mais sobre aquilo que estás a comunicar. É a emoção que vai fazer com que as pessoas queiram continuar a acompanhar-te. Se não houver emoção, as pessoas vão desligar-se da tua marca, tal como se desligam de histórias que não têm uma boa estrutura ou um bom arco narrativo.

       

      2. As histórias captam a atenção

      Enquanto seres humanos evoluímos com histórias e elas têm mesmo sido essenciais à nossa sobrevivência. Em tempos pré-históricos, as histórias eram a única forma de transmitir informação. Muitas vezes, informação vital para a sobrevivência da nossa espécie. Assim, as pessoas tomaram consciência de que as histórias são algo importante e a que devemos prestar atenção. Por isso é que, quando ouves contar uma história, a tua atenção desperta automaticamente. E, quando uma história é bem contada, tu não consegues largar essa história e ficas agarrada ao livro, ao filme ou à série. Então, tu, enquanto marca, com o contar de histórias vais conseguir muito mais eficazmente que as pessoas prestem atenção àquilo que estás a dizer.

       

      3. A memorização

      As histórias são mais facilmente memorizadas do que números, dados ou estatísticas. Está comprovado que, após uma comunicação de qualquer tipo, as pessoas memorizam com muito mais facilidade a história que foi contada do que os factos ou números que foram partilhados. Se queres que as pessoas guardem as informações que estás a partilhar é muito importante que incorpores o storytelling na tua comunicação.

       

      4. As histórias unem comunidades

      Com certeza que, como criador de uma marca, queres reunir uma comunidade à tua volta, certo? Então, deves lembrar-te sempre que as histórias unem comunidades.

      Basta que penses nas diferentes religiões que existem no mundo. Todas elas estão associadas a uma história, uma narrativa que conta a origem dessa religião e é essa história que une as pessoas dessa determinada religião. As pessoas conhecem essas histórias, falam sobre elas, acreditam nelas e sentem uma conexão emocional com elas. Consequentemente, essas pessoas sentem também uma conexão entre si por partilharem a mesma história e todas acreditarem nela.

      Deste modo, é o storytelling que te vai permitir criar um sentido de comunidade dentro da tua marca.

       

      5. As histórias mudam crenças

      Já falei várias vezes sobre crenças no meu Podcast. Podes ouvir este e outros episódios para saberes um pouco mais sobre este tema.

      O importante aqui é que as histórias têm o poder de alterar crenças. Há estudos que demonstram que o transporte narrativo está diretamente relacionado com a mudança na forma como vemos o mundo. O transporte narrativo está relacionado com o facto de sermos transportados para dentro de uma história bem contada e que nos provoca emoção.

      Para mim, é muito óbvio que as histórias tenham o poder de alterar crenças, pois, como já referi noutros momentos em que abordei este tema, as crenças são instaladas quando há eventos com uma grande carga emocional associada. Por isso, se as histórias tiverem esta mesma carga emocional podem também ter este poder de mudar as nossas crenças. É por esta razão que há, por exemplo, tantas histórias cujo tema central é o Bem contra o Mal, para que acreditemos que vivemos num mundo onde o Bem predomina.

       

      Então, se queres mudar a forma como as pessoas que te rodeiam veem o mundo, se queres pintar um conjunto de crenças diferentes para essas pessoas, o storytelling vai ajudar-te.

      Agora que te apresentei os meus motivos para que passes a usar o storytelling na comunicação da tua marca, queria saber que mais gostavas de saber sobre este tema. Deixa-me as tuas dúvidas, desafios e dificuldades para que eu possa criar mais conteúdos que vão ao encontro do que precisas e te ajudem a aplicar o storytelling dentro da tua marca.

       

      O storytelling tem importância na comunicação da tua marca. Existem vários motivos para que o incorpores na tua estratégia comunicativa.

    • O teu negócio não está a crescer porque estás a fazer estas coisas!

      negócio não cresce

      Quero partilhar contigo 6 coisas que impedem muitos negócios de crescer e que, se calhar, também estão a travar o crescimento do teu.

       

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      Provavelmente, como a tua atenção não está focada nestes aspetos de que te vou falar, tu nem sequer estás a perceber que é exatamente este tipo de atitudes ou comportamentos que podem estar a impedir o teu negócio de crescer.

      Por isso, quero ajudar-te a trazer estas questões à consciência para que se torne mais fácil removeres estes bloqueios e possas, quase de um momento para o outro, fazer o teu negócio crescer, só porque paraste de fazer uma ou duas destas coisas.

       

      1. Tens a tua atenção dispersa por vários projetos

      Estás a tentar fazer demasiadas coisas ao mesmo tempo. É como se estivesses a querer escalar várias montanhas em simultâneo e, para isso, saltares constantemente de uma para outra, sem chegares ao topo de nenhuma. Pensa comigo: o que poderia acontecer se decidisses focar-te num único projeto durante um determinado período, escalares essa montanha até ao topo – ou seja, otimizares esse projeto o máximo possível – e depois, então, eventualmente, transitares para outro projeto? O que é que no teu negócio poderá estar a fazer-te dispersar a atenção por demasiados projetos ao mesmo tempo?

      Este comportamento é particularmente perigoso quando tu ainda és a única pessoa dentro do teu negócio, és tu que assumes todas as funções e ainda não começaste a delegar tarefas e a subcontratar. Se tu estás responsável por tudo e ainda estás a tentar executar vários projetos ao mesmo tempo, a tua energia vai acabar por se esgotar muito rapidamente. Vais ficar cansado, podes mesmo entrar em burnout e isto é algo que que não vais querer que aconteça. Por tudo isto, fica atento para verificares se, de facto, não estarás a focar-te em demasiados projetos ao mesmo tempo.

       

      2. Não estás a trabalhar na tua zona de génio

      Não estares a passar a maior parte do teu tempo na tua zona de génio pode estar a impedir-te de fazeres avançar o teu negócio. Este ponto está relacionado com o anterior e tem muito que ver com delegar, contratar ajuda e ter outras pessoas a ajudar-te a levar o teu negócio para a frente. Eu sei que no início pode ser muito complicado contratar ajuda. Eu também não contratei logo ajuda e, enquanto não vi os primeiros resultados, fazia tudo sozinha, tal como tu também estarás a fazer neste momento. Mas, a determinada altura, temos 2 hipóteses e temos de fazer uma escolha.

      a) Podemos continuar a fazer tudo sozinhos. Isto significa que a percentagem do nosso tempo que pode ser dedicada às atividades que efetivamente geram riqueza será limitada, porque vamos ter de continuar a dar atenção a uma série de outras tarefas que não são responsáveis por gerar faturação.

      b) Começamos a contratar ajuda. É claro que isto representa uma despesa, mas o retorno que podemos obter do facto de libertarmos tempo para as atividades que são responsáveis pela entrada de dinheiro no nosso negócio. Já sabemos que nenhum negócio sobrevive sem dinheiro a entrar, mesmo que por vezes não estejamos confortáveis ao abordar estas questões. Então, pensa que tarefas poderás começar a delegar. Não precisas de começar logo a delegar muitas tarefas, nem sequer contratar uma pessoa a tempo inteiro para a tua equipa. Começa com algumas horas por semana, delegando algumas tarefas administrativas e, assim, conseguirás umas horas extra para trabalhares na tua zona de génio e executares aquelas tarefas que só tu podes fazer dentro do teu negócio e que, tipicamente, são as responsáveis pela entrada de dinheiro.

       

      3. Não estás a praticar os preços certos

      Se calhar ainda não percebeste bem o valor daquilo que fazes e, por isso, talvez não estejas a cobrar o preço certo. Muitos de nós têm um problema pessoal de falta de autovalorização e, quando começamos a empreender, se não tivermos noção do nosso verdadeiro valor profissional cobramos preços demasiado baixos.

      Estares a ser demasiado brando com os preços que estás a praticar pode estar a impedir-te de teres flexibilidade para, por exemplo, começares a delegar. Aumentares os teus preços de acordo com o valor que estás, de facto, a entregar ao teu cliente dar-te-á uma margem maior para fazeres alguns investimentos no teu negócio. Observa bem os teus preços e analisa se é por aí que estarás a impedir o teu negócio de crescer.

       

      4. Não falas daquilo que tens para vender

      Quando as pessoas se sentem desconfortáveis com o facto de terem de vender, não falam sobre os seus serviços e/ou produtos. Lamento informar-te, mas se tens um negócio terás mesmo de vender ou, então, o teu negócio não vai funcionar. Como já referi, um negócio não é sustentável sem dinheiro e o dinheiro não entra se não venderes.

      Vender pode ser fantástico se acreditares no teu produto/serviço e se vires a transformação e o impacto que o teu produto/serviço está a ter na pessoa que o comprou. Se o teu produto/serviço for bem desenhado, vai implicar uma transformação no teu cliente. Então, se não venderes, estás a roubar essa transformação a um potencial cliente. Se tens medo ou não te sentes confortável com vender, primeiro tenta perceber a razão de te sentires assim. Será que não tens plena confiança naquilo que estás a oferecer?

      Se não estás a comunicar os teus produtos/serviços, tenta encarar a venda de uma outra perspetiva, a de que estás a proporcionar uma vida melhor às pessoas que comprarem de ti.

       

      5. Não estás a investir

      Um negócio implica investimento e o melhor investimento que podes fazer no teu negócio é o delegar, o outsourcing de algumas funções que não têm de depender exclusivamente de ti. Se estás com medo de investir no teu negócio, então precisas de pensar sobre esta questão.

      Outros investimentos importantes são as formações, eventos e treinos de qualidade. Tens de estar sempre a evoluir enquanto pessoa e enquanto profissional. Como é que podes esperar que o teu negócio cresça se não aprenderes nada novo e se tu próprio não cresceres?

      O sucesso do teu negócio é proporcional ao teu desenvolvimento pessoal. Por isso, pensa onde é que podias estar a investir algum do teu dinheiro. Em treinos, em eventos, em formadores, em coaching, em outsourcing…? E, à medida que começares a investir, vais começar a perceber que começarás, também, a ter mais entrada de dinheiro.

       

      6. Não trabalhas o teu estado Interno

      O teu estado interno depende muito do teu foco e de onde está a tua atenção. Que energia é que tu estás a dissipar para o mundo? Em que frequência é que estás a vibrar? Tu vais sempre atrair resultados que estão em consonância com essa frequência em que estás a vibrar, por isso, quanto mais elevada for a frequência das tuas emoções, mais coisas maravilhosas vais atrair para a tua vida.

      Sobre este ponto em específico, o meu ebook sobre as 11 Atitudes dos Empreendedores Intencionais de Sucesso fala exatamente sobre modelos mentais e estratégias internas que deves adotar e podes descarregá-lo gratuitamente aqui.

       

      Gostava, agora, que partilhasses comigo qual destes 6 pontos é aquele que, neste preciso momento, pode estar a impedir o teu negócio de crescer. E que mudança é que podes fazer para desbloqueares o crescimento que desejas para o teu negócio. Vou adorar trocar impressões contigo sobre este tema!

      O teu negócio não cresce porque podes estar a fazer algumas coisas que estão a impedir e que tu nem estás a dar conta. Descobre quais e começa a mudá-las!

    • Ocultação de likes no Instagram: vai impactar o teu negócio?

      likes no instagram

      Esta novidade de o Instagram ir esconder os likes nas publicações já começou a ser falada por aí e, por isso, quero deixar-te a minha opinião sobre este assunto.

       

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      Tenho vindo a acompanhar este assunto desde que esta alteração começou a ser testada, inicialmente, em países como o Canadá e o Brasil e, mais recentemente, nos Estados Unidos. Atualmente, esta alteração está, então, a expandir-se para os restantes países e acabará por chegar até nós.

      Mas, antes de te dar a minha opinião, deixa-me esclarecer que vamos continuar a ter acesso às estatísticas das nossas próprias publicações e, por isso, vamos sempre saber quantos likes recebemos em cada publicação.

      Para quem tem um negócio, é verdade que as outras pessoas vão deixar de ver quantos likes têm as tuas publicações. Mas o que é que isto, na realidade, significa para ti e como é que pode impactar o teu negócio?

      Na minha opinião, a ocultação do número de likes para o público não terá qualquer impacto no teu negócio.

      Este tipo de métricas, como os likes ou até o número de seguidores, não passam de métricas de vaidade, pois não têm um significado real. Representativo disto mesmo são as contas com muitos seguidores e com publicações com muitos likes que, quando querem rentabilizar o seu projeto não sabem como fazê-lo, bem como as contas que, com apenas algumas centenas de seguidores, conseguem representar um negócio perfeitamente sustentável.

      Quanto a mim, esta alteração no Instagram pode, até, trazer-te algumas vantagens:

      1 – Mais foco nas métricas certas

      As únicas métricas que realmente importam num negócio são Impact e Income, ou seja, o Impacto e o Rendimento.

      Havendo uma terceira métrica a considerar nas redes sociais do teu negócio, diria que seria o Engagement, o que inclui o número de comentários, de partilhas e de mensagens diretas geradas por determinada publicação.

      Então, se te queres focar em métricas, foca-te em:

      Métricas de Impacto, como o número de clientes impactados com cada publicação, o número de pessoas que compram o teu produto ou o teu serviço e o número de pessoas que te dão feedback sobre os teus conteúdos, mesmo que não estejam associados a rendimento.

      Métricas de Rendimento, colocando-te perguntas como: Quanto dinheiro estou a gerar? O meu negócio está a crescer em termos de Rendimento?

       

      2 – Mais foco no engagement que faz diferença

      Quando estamos presentes numa rede social, o importante é a criação de relações e são as conversas – quer através dos comentários, quer das mensagens – que geram essas relações.

      Então, a meu ver, esta alteração no Instagram, do ponto de vista do utilizador, vai deslocalizar a interação para o tipo de interação que realmente importa, ou seja, para os comentários e para as mensagens diretas.

       

      3 – Mais criatividade

      As pessoas vão começar a focar-se mais nos seus conteúdos.

      Eu defendo que devemos estar sempre a testar diferentes tipos de conteúdos e, posteriormente, avaliar os resultados desses testes, para podermos apostar mais nos conteúdos que geram mais impacto nos nossos seguidores.

      É isto que digo a quem trabalha comigo: testem diferentes conceitos, diferentes conteúdos, porque cada audiência terá interesses diferentes e o que funciona com uma marca pode não funcionar com outra.

      Então, acredito que esta ocultação dos likes vai retirar às pessoas o medo de experimentar fazer coisas diferentes, trazendo benefícios não só para a plataforma como também para as nossas comunidades.

       

      Concluindo, com esta alteração, vamos passar a focar-nos nas coisas certas, vamos conversar mais uns com os outros, vamos deixar de nos comparar com outras pessoas e outras contas e vamos ter oportunidade de trazer mais criatividade, conceitos e ideias diferentes para esta plataforma.

      Qual é a tua opinião sobre esta alteração? Já estás a pensar naquilo que podes fazer de diferente para a tua audiência? Partilha comigo as tuas ideias sobre este assunto.

       

      O Instagram está a ocultar os likes nas publicações. O que isto significa para o teu negócio? Será que vai ter algum impacto?

       

       

    • Os 5 Pilares do Marketing Moderno

      Marketing Moderno

       

      O marketing tradicional já não tem os mesmos resultados que em tempos teve. Tanto porque as pessoas já estão habituadas às técnicas mais antigas, mas também porque as gerações mais jovens procuram coisas diferentes quando acompanham uma marca e precisam de confiar para comprarem e se fidelizarem.

       

      O conceito de Marketing Moderno está intimamente relacionado com o marketing de conteúdo – oferecer valor sob a forma de conteúdos que as pessoas queiram consumir, para depois comprarem, – mas vai ainda mais longe do que isso. Tem a ver com a forma como a marca de apresenta, se posiciona, com aquilo que representa e com a forma como está nos seus negócios.

       

      Para mim, existem 5 pilares fundamentais para se fazer marketing moderno, cada um com as suas regras que hei de explorar mais a fundo em futuros artigos. Para já, deixo os 5 pilares estruturais do marketing moderno e explico em que consiste cada um.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      1 – Encontra clareza na tua marca

      No mundo do marketing moderno, a tua marca é tudo. Se não sabes exatamente quem és e aquilo que fazes, que valor trazes à vida das pessoas, aquilo que a tua marca represente e defende, então não vai haver marketing nenhum que funcione a longo prazo.

      As pessoas que estão perfeitamente claras em relação à sua marca sabem exatamente quais os valores que defendem e o que é que a sua marca representa. Sabem qual é a sua missão ou propósito e sabem como articular essa missão de forma a que os outros percebam. Sabem o que está visualmente alinhado com a mensagem que querem transmitir ou não.

      Mas acima de tudo, essa clareza reforça a paixão que sentem por aquilo que fazem. As pessoas que já encontraram esta clareza sabem exatamente porque é que acordam e se levantam todos os dias para fazerem aquilo que fazem. E isto acontece porque a sua marca está alinhada com a pessoa que são, com os seus talentos e qualidades, e por isso mesmo são excelentes naquilo que fazem e entregam um valor incomparável aos seus clientes.

       

      Se precisares de ajuda a encontrar clareza na tua marca, podes contar comigo!

       

      2 – Tem um posicionamento único

      Foca-te naquilo que te torna diferente de forma a teres um posicionamento único no mercado. Quando encontras o teu posicionamento único, não há concorrência. Chega a ser injusto para as outras marcas pois sabem que não podem competir.

      Se fores uma das muitas pessoas com várias paixões e áreas de interesse, podes aproveitar isso para fundir duas dessas áreas, aparentemente incompatíveis, de forma única e que só tu conseguirias.

      É também importante que te especializes numa única coisa. Não podes ser bom em tudo e quando mostras que fazes de tudo um pouco, a percepção é que não és excelente em nada e por isso as pessoas vão esperar preços baixos, vais ter dificuldade em encontrar clientes que queiram pagar um preço justo e, por isso, vais matar-te a trabalhar por um preço baixo e, ainda assim, viver mês a mês com a corda ao pescoço.

       

      3 – Sê confiante em ti próprio e no futuro

      A confiança que tens em ti e nas tuas capacidades transparecer para o mundo exterior, mesmo que seja a um nível inconsciente. A verdade é que se não confiares em ti próprio, porque haveriam os teus potenciais clientes confiar? A confiança é, por isso, um músculo que deves trabalhar para que, também os outros, confiem em ti.

      Além disso, é importante teres uma visão para o futuro da tua marca e do teu negócio. Só assim consegues alinhar tudo desde o início e manter o foco nos teus objetivos.

       

      4 – Oferece imenso valor e constrói uma tribo à sua volta

      Investe tempo a conhecer o teu cliente ideal e a perceber o que é que ele precisa, tanto em termos de conteúdos, como de produtos e de serviços. Sim, deves fazer aquilo que te apaixona, mas também convém que faças algo em que as pessoas tenham interesse ou já perdeste à partida. Por isso, ouve, presta atenção às conversas, está atento.

      Mas, acima de tudo, mostra que te preocupas com as pessoas – seguidores, potenciais clientes, contactos e pares. Nunca te esqueças que cada uma das pessoas que te segue ou que entra em contacto contigo é uma pessoa real, com preocupações, sonhos, desafios e características únicas. Mostra que te preocupas com cada um deles e que estás no mercado para oferecer valor.

       

      5 – Mostra-te e mostra que és excelente

      Mostra-te criando conteúdos de forma consistente. Só assim conseguirás demonstrar autoridade na tua área e fazer com que as pessoas confiem em ti. Mas atenção: quando dizes que vais publicar um artigo ou um vídeo por semana e depois não o fazes, acreditas mesmo que as pessoas vão confiar em ti ao ponto de quererem trabalhar contigo? Achas que vão gastar o seu dinheiro com alguém que não cumpre o que promete?

      Por isso não prometas mais do que aquilo que sabes que consegues cumprir e depois de te comprometeres, cumpre! Mas não deixes de te mostrar, criar conteúdos, oferecer valor, e dar às pessoas informação que elas querem e precisam.

      Finalmente, os teus preços também fazem parte da tua marca e se tu próprio não te atribuires o valor que sabes que tens, então ninguém mais o fará. Por isso pensa bem se os teus preços estão alinhados com o teu posicionamento e faz contas antes de prosseguires com qualquer preço. Se, por exemplo, cobrares um valor por hora que te exija trabalhar 60 horas por semana para conseguires sobreviver, algo não vai correr bem. E não te esqueças de contabilizar o tempo necessário para a criação de conteúdos, tarefas administrativas e o trabalho no teu próprio negócio.

       

       

      Agora diz-me nos comentários: qual destes pilares sabes que precisas de trabalhar melhor? O que é que ainda não estás a fazer no teu negócio?

       

      Os 5 pilares mais importantes do marketing moderno. Vê se estás a trabalhar todos eles no teu negócio ou se há algum que esteja a falhar. Vê também o vídeo.

      Os 5 pilares mais importantes do marketing moderno. Vê se estás a trabalhar todos eles no teu negócio ou se há algum que esteja a falhar. Vê também o vídeo.

    • Os 3 maiores erros que podes estar a cometer no teu negócio online

      Erros no negócio online

       

      Fico triste sempre que me deparo com pequenos negócios que estão a cometer estes erros no mundo digital. E fico triste porque sei que poderiam estar a conseguir muito mais se mudassem apenas estas três coisas, que nem são assim tão complicadas.

       

      1 – Não tens um website

      Este é provavelmente o erro mais grave no digital.

       

      “Mas tenho uma página no Facebook, não chega?” pergunta normalmente quem não tem um site.

       

      Não, não chega!

       

      O teu website é a tua montra, é a ferramenta que mais potencial tem para mostrar ao mundo quem és e o que fazes. Lá podes apostar num design que seja apelativo ao teu cliente ideal e podes apostar em conteúdos fortes. Podes fazer um bom trabalho de SEO para que mais potenciais clientes te encontrem e mergulhem no teu mundo.

       

      Num website podes dar aos visitantes muitos mais detalhes sobre os teus produtos ou serviços e sobre quem é a tua marca e o que ela representa, podes encaminhá-los para as tuas outras redes sociais, podes (e deves) publicar regularmente conteúdos que sejam úteis para quem te acompanha.

       

      Com um website podes ter um feed RSS para que as pessoas facilmente consigam acompanhar os teus conteúdos se gostarem do que estás a fazer, enquanto que o Facebook, como todos já sabemos, apenas mostra as tuas publicações de forma orgânica a uma percentagem muito reduzida dos teus seguidores.

       

      Além disso, podes ainda convidar os teus visitantes a subscreverem a tua newsletter para que possas facilmente entrar em contacto com eles. Sim, também podes colocar um formulário para subscrição da tua newsletter no Facebook, mas aí terás de confiar que as pessoas visitarão esse separador específico da tua página, e quantas achas que o farão? Poucas, pois.

       

      Mas espera, não estás preocupado com isso porque não tens uma newsletter? Então passemos ao segundo erro…

       

      2 – Não tens uma newsletter

      Claro que o segundo erro é não ter uma newsletter. Como assim, ainda não tens uma newsletter?

       

      Mas vamos por partes.

       

      Já alguma vez reparaste no número de pessoas que consegues atingir com uma publicação no Facebook (se não investires dinheiro a promovê-lo)? Pois, não são muitas.

       

      Também já deves ter notado a quantidade de vezes que o algoritmo muda, normalmente para dar menos exposição ainda às páginas?

       

      Além disso, e se os teus seguidores começarem a fartar-se do Facebook e deixarem de o consultar?

       

      Estes mesmos argumentos podem ser válidos para as restantes redes sociais. Mas com uma newsletter ficas com o contacto direto do teu potencial cliente, as taxas de abertura das campanhas são muito superiores ao alcance das publicações nas redes sociais e ainda tens a possibilidade de fazer coisas muito interessantes, como segmentar os teus contactos, enviar sequências de emails automáticas e até iniciar uma conversa direta em privado com qualquer subscritor.

       

      3 – Não tens uma estratégia de conteúdos

      Sim, o conteúdo é rei, como se costuma dizer, mas sem uma estratégia adequada não te vai levar longe. Os teus conteúdos precisam de:

      – cumprir objetivos

      – usar um tom de voz consistente com a personalidade da marca e direcionado ao teu cliente ideal

      – ser alvo de análise de resultados.

       

      Tudo isto é fundamental para que os teus conteúdos de tragam resultados. A criação de conteúdos é algo que dá trabalho, exige tempo e recursos, e publicar só por publicar significa que apenas vais andar a perder o teu tempo.

       

      Por outro lado, se tiveres uma boa estratégia, os conteúdos podem trazer-te um público atento, interessado no que tu tens para partilhar, que cria uma relação de muito maior proximidade contigo e que, por isso, está muito mais pronto para comprar o que tu tens para vender.

       

       

      Percebo que possas ainda não ter tratado disto por falta de tempo ou até por falta de conhecimentos tecnológicos para o fazer. Mas a verdade é que não precisas de ser tu a fazer tudo no teu negócio. Talvez as horas que terias de despender para executar tudo isto sirvam melhor o teu negócio se forem aplicadas noutras coisas que tu fazes melhor e é por isso que deves delegar. Se também tu estás a cometer um destes erros, corrige-o o quanto antes!

       

      Vejo muitas vezes pequenos negócios a cometerem estes erros no seu negócio e no marketing online, principalmente coaches. São coisas não muito difíceis de corrigir, por isso trata disso o quanto antes!

    • A importância do tom de voz para a tua marca

      Tom de voz da marca

       

      Costumas escrever conteúdos em nome da tua marca? Seja para um blog, para as redes sociais, material de marketing ou mesmo na comunicação com o teu cliente, precisas de definir o tom de voz da tua marca para que tudo seja consistente.

       

      Porque é o tom de voz fundamental para a tua marca?

       

      Se ainda não acreditas que este passo é mesmo fundamental, deixa-me dar-te três motivos que espero que te convençam.

       

      1 – A tua marca não é igual a ti

      Tu podes estar à frente da tua marca, podes até ser a única pessoa que trabalha a tua marca, mas ela e tu não são a mesma coisa. Mesmo que seja uma marca pessoal e que até tenha o teu nome (como a minha, que estás a ver aqui, neste blog) isso não significa que a tua marca deva ter a tua voz.

       

      Isto pode parecer-te estranho mas vou já dar-te um exemplo que demonstra isto mesmo. Terminei recentemente de ler o livro Lingo, do autor, coach e fotógrafo Jeffrey Shaw. Logo no início do livro, o autor fala-nos sobre o arranque do seu negócio de fotografia, que aconteceu nos anos 80, e de como as coisas começaram muito mal para ele. Não tinha clientes e vivia numa luta diária, sem perceber o que estava a fazer mal. Spoiler: tudo mudou quando ele definiu a voz e o tom da comunicação da sua marca.

       

      Ele vinha de uma família de classe média-baixa e estava a tentar estabelecer-se como um fotógrafo high-end. Não há qualquer problema com isto, a não ser o facto de ele estar a comunicar da forma que ele próprio conhecia, e totalmente diferente daquilo com que o público-alvo dele estava familiarizado. Quando percebeu que estava a fazer tudo mal, desde a linguagem que usava, passando pela imagem da marca, até à sua localização física, e decidiu adequar-se ao seu cliente ideal, tudo mudou.

       

      A sua era uma marca pessoal e apenas ele trabalhava a marca e, no entanto, a sua voz pessoal não era eficiente para atrair o tipo de clientes que ele procurava. Este é apenas um exemplo, mas há muitas mais situações em que o mesmo pode acontecer.

       

      2 – Consistência

      É importante que o teu público reconheça a tua marca assim que publicas conteúdo novo. Felizmente, a generalidade dos empreendedores já percebeu que isto é verdade quanto ao aspeto visual e, por isso mesmo, dão a atenção devida ao seu branding e identidade gráfica.

       

      Mas o tom de voz e o estilo de comunicação também fazem parte do branding e não devem ser esquecidos. Se alguém apagasse o logo da tua marca da tua comunicação, acreditas que o teu público continuaria a conseguir identificá-la? Se a resposta for não, podes ter um problema.

       

      O teu público tem de encontrar consistência na tua comunicação para se sentir em casa. Só essa consistência é capaz de transmitir confiança. Isto tem de ser verdade em todas as plataformas em que comunicas: website, redes sociais, e até materiais físicos, como brochuras.

       

      Deves também dar atenção a este aspeto se comunicares, por exemplo, através de vídeo, o que começa a ser cada vez mais comum. O tom de voz deve ser o mesmo que nos materiais escritos.

       

      Para além disso, poderás não ser tu a única pessoa a trabalhar em conteúdos para a tua marca (se estás mesmo a começar, isto pode parecer-te impensável, mas acredita que a tua marca vai crescer!). Se tiveres uma equipa ou se a tua marca vier a crescer e precisares de contratar mais ajuda, convém que todos conheçam o estilo e o tom de voz da marca para que todos os conteúdos elaborados apresentem a tal desejada consistência.

       

      3 – Cria uma ligação emocional com o teu cliente

      É a consistência de que falei atrás que vai facilitar uma ligação emocional do teu público com a tua marca. Ninguém segue, acompanha ou se identifica com uma marca só porque sim. O ser humano vive de ligações emocionais e pessoais, por isso a tua marca precisa da sua própria personalidade para atrair e fidelizar o teu público ideal.

       

      É então importante transmitir confiança, apresentar características e valores em comum, e falar a mesma língua que o nosso público, para que se crie uma relação emocional.

       

       

      3 Aspetos importantes do tom de voz da marca

       

      Mas então como podes definir o tom de voz da tua marca? Há vários aspetos que entram nesta equação. Os seguintes são os 3 pontos-chave em que deves começar a pensar.

       

      1 – Definir o público da tua marca

      De certeza que já ouviste esta frase, mas deixo-a aqui na mesma: se estiveres a falar para toda a gente, não estás a falar para ninguém.

       

      Se o que queres, como vimos atrás, é criar uma relação emocional com o teu público, é importante que saibas quem é esse público para que possas definir melhor a tua comunicação. E não basta dizer que são mulheres dos 25 aos 34, por exemplo. Há muitas mais coisas que precisas de saber, mas só isso dava um artigo inteiro!

       

      2 – Definir a personalidade da marca

      Como também já referi, a tua marca precisa de ter uma personalidade bem definida. Para começares a pensar nessa personalidade, podes começar por definir:

      – 3 adjetivos que caracterizem a tua marca

      – 3 valores em que a tua marca acredita

      – 2 ou 3 temas de que a tua marca costuma falar

       

      3 – Definir o estilo da marca

      O estilo da tua marca inclui a componente visual, claro, mas não se restringe apenas a isso. Diferentes componentes do seu estilo podem ser:

      – imagem, não só a identidade visual como todo o feeling que a imagem da marca transmite

      – linguagem

      – outros aspetos práticos, muitas vezes esquecidos, que podem passar por:

      • preços
      • como é que alguém entra em contacto contigo
      • o que acontece quando um potencial cliente entra em contacto contigo

       

      Definir o tom de voz da tua marca pode ser um processo penoso e não imediatamente óbvio. Para te ajudar, criei uma ficha de trabalho com algumas perguntas que te farão começar a pensar em alguns destes aspetos.

       

      ficha de trabalho

       

      Podes descarregar a ficha (que podes imprimir ou preencher diretamente no PDF), subscrevendo a newsletter no formulário abaixo:

       





       

      E se tiveres alguma dúvida em relação a este tópico ou à ficha de trabalho podes sempre entrar em contacto comigo e tentarei ajudar.

       

      Costumas escrever conteúdos em nome da tua marca? Seja para um blog, para as redes sociais, material de marketing ou mesmo na comunicação com o teu cliente, precisas de definir o tom de voz da tua marca para que tudo seja consistente.