Filipa Maia

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    Marketing

    • Storytelling – Porque precisas de o usar na tua comunicação

      storytelling na comunicação

      O storytelling é um dos temas que mais me apaixona. As histórias sempre fizeram parte da minha vida e, desde que comecei a escrever, em 2015, que tenho vindo a estudar de forma cada vez mais aprofundada as histórias e a sua estrutura narrativa, o storytelling.

      Por ser um tema que me fascina, trago-o sempre para o meu trabalho, quer estejamos a falar de comunicação e de marcas, quer estejamos a falar de desenvolvimento pessoal.

      Hoje quero chamar a tua atenção para a importância do storytelling e porque é que é algo que deves incorporar na comunicação da tua marca. Há motivos muito fortes para que o faças.

       

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      1. As histórias provocam emoções

      Alguma vez choraste ou te sentiste frustrada com algo que estava a acontecer num filme ou num livro? Alguma vez sentiste o teu coração bater mais forte com uma história? Tudo isto é emoção provocada por algo que não tem de ser real.

      Quando tens uma marca queres que as pessoas criem uma ligação emocional com a tua marca, que entrem na tua história, acompanhem a tua jornada e queiram saber mais sobre aquilo que estás a comunicar. É a emoção que vai fazer com que as pessoas queiram continuar a acompanhar-te. Se não houver emoção, as pessoas vão desligar-se da tua marca, tal como se desligam de histórias que não têm uma boa estrutura ou um bom arco narrativo.

       

      2. As histórias captam a atenção

      Enquanto seres humanos evoluímos com histórias e elas têm mesmo sido essenciais à nossa sobrevivência. Em tempos pré-históricos, as histórias eram a única forma de transmitir informação. Muitas vezes, informação vital para a sobrevivência da nossa espécie. Assim, as pessoas tomaram consciência de que as histórias são algo importante e a que devemos prestar atenção. Por isso é que, quando ouves contar uma história, a tua atenção desperta automaticamente. E, quando uma história é bem contada, tu não consegues largar essa história e ficas agarrada ao livro, ao filme ou à série. Então, tu, enquanto marca, com o contar de histórias vais conseguir muito mais eficazmente que as pessoas prestem atenção àquilo que estás a dizer.

       

      3. A memorização

      As histórias são mais facilmente memorizadas do que números, dados ou estatísticas. Está comprovado que, após uma comunicação de qualquer tipo, as pessoas memorizam com muito mais facilidade a história que foi contada do que os factos ou números que foram partilhados. Se queres que as pessoas guardem as informações que estás a partilhar é muito importante que incorpores o storytelling na tua comunicação.

       

      4. As histórias unem comunidades

      Com certeza que, como criador de uma marca, queres reunir uma comunidade à tua volta, certo? Então, deves lembrar-te sempre que as histórias unem comunidades.

      Basta que penses nas diferentes religiões que existem no mundo. Todas elas estão associadas a uma história, uma narrativa que conta a origem dessa religião e é essa história que une as pessoas dessa determinada religião. As pessoas conhecem essas histórias, falam sobre elas, acreditam nelas e sentem uma conexão emocional com elas. Consequentemente, essas pessoas sentem também uma conexão entre si por partilharem a mesma história e todas acreditarem nela.

      Deste modo, é o storytelling que te vai permitir criar um sentido de comunidade dentro da tua marca.

       

      5. As histórias mudam crenças

      Já falei várias vezes sobre crenças no meu Podcast. Podes ouvir este e outros episódios para saberes um pouco mais sobre este tema.

      O importante aqui é que as histórias têm o poder de alterar crenças. Há estudos que demonstram que o transporte narrativo está diretamente relacionado com a mudança na forma como vemos o mundo. O transporte narrativo está relacionado com o facto de sermos transportados para dentro de uma história bem contada e que nos provoca emoção.

      Para mim, é muito óbvio que as histórias tenham o poder de alterar crenças, pois, como já referi noutros momentos em que abordei este tema, as crenças são instaladas quando há eventos com uma grande carga emocional associada. Por isso, se as histórias tiverem esta mesma carga emocional podem também ter este poder de mudar as nossas crenças. É por esta razão que há, por exemplo, tantas histórias cujo tema central é o Bem contra o Mal, para que acreditemos que vivemos num mundo onde o Bem predomina.

       

      Então, se queres mudar a forma como as pessoas que te rodeiam veem o mundo, se queres pintar um conjunto de crenças diferentes para essas pessoas, o storytelling vai ajudar-te.

      Agora que te apresentei os meus motivos para que passes a usar o storytelling na comunicação da tua marca, queria saber que mais gostavas de saber sobre este tema. Deixa-me as tuas dúvidas, desafios e dificuldades para que eu possa criar mais conteúdos que vão ao encontro do que precisas e te ajudem a aplicar o storytelling dentro da tua marca.

       

      O storytelling tem importância na comunicação da tua marca. Existem vários motivos para que o incorpores na tua estratégia comunicativa.

    • O teu negócio não está a crescer porque estás a fazer estas coisas!

      negócio não cresce

      Quero partilhar contigo 6 coisas que impedem muitos negócios de crescer e que, se calhar, também estão a travar o crescimento do teu.

       

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      Provavelmente, como a tua atenção não está focada nestes aspetos de que te vou falar, tu nem sequer estás a perceber que é exatamente este tipo de atitudes ou comportamentos que podem estar a impedir o teu negócio de crescer.

      Por isso, quero ajudar-te a trazer estas questões à consciência para que se torne mais fácil removeres estes bloqueios e possas, quase de um momento para o outro, fazer o teu negócio crescer, só porque paraste de fazer uma ou duas destas coisas.

       

      1. Tens a tua atenção dispersa por vários projetos

      Estás a tentar fazer demasiadas coisas ao mesmo tempo. É como se estivesses a querer escalar várias montanhas em simultâneo e, para isso, saltares constantemente de uma para outra, sem chegares ao topo de nenhuma. Pensa comigo: o que poderia acontecer se decidisses focar-te num único projeto durante um determinado período, escalares essa montanha até ao topo – ou seja, otimizares esse projeto o máximo possível – e depois, então, eventualmente, transitares para outro projeto? O que é que no teu negócio poderá estar a fazer-te dispersar a atenção por demasiados projetos ao mesmo tempo?

      Este comportamento é particularmente perigoso quando tu ainda és a única pessoa dentro do teu negócio, és tu que assumes todas as funções e ainda não começaste a delegar tarefas e a subcontratar. Se tu estás responsável por tudo e ainda estás a tentar executar vários projetos ao mesmo tempo, a tua energia vai acabar por se esgotar muito rapidamente. Vais ficar cansado, podes mesmo entrar em burnout e isto é algo que que não vais querer que aconteça. Por tudo isto, fica atento para verificares se, de facto, não estarás a focar-te em demasiados projetos ao mesmo tempo.

       

      2. Não estás a trabalhar na tua zona de génio

      Não estares a passar a maior parte do teu tempo na tua zona de génio pode estar a impedir-te de fazeres avançar o teu negócio. Este ponto está relacionado com o anterior e tem muito que ver com delegar, contratar ajuda e ter outras pessoas a ajudar-te a levar o teu negócio para a frente. Eu sei que no início pode ser muito complicado contratar ajuda. Eu também não contratei logo ajuda e, enquanto não vi os primeiros resultados, fazia tudo sozinha, tal como tu também estarás a fazer neste momento. Mas, a determinada altura, temos 2 hipóteses e temos de fazer uma escolha.

      a) Podemos continuar a fazer tudo sozinhos. Isto significa que a percentagem do nosso tempo que pode ser dedicada às atividades que efetivamente geram riqueza será limitada, porque vamos ter de continuar a dar atenção a uma série de outras tarefas que não são responsáveis por gerar faturação.

      b) Começamos a contratar ajuda. É claro que isto representa uma despesa, mas o retorno que podemos obter do facto de libertarmos tempo para as atividades que são responsáveis pela entrada de dinheiro no nosso negócio. Já sabemos que nenhum negócio sobrevive sem dinheiro a entrar, mesmo que por vezes não estejamos confortáveis ao abordar estas questões. Então, pensa que tarefas poderás começar a delegar. Não precisas de começar logo a delegar muitas tarefas, nem sequer contratar uma pessoa a tempo inteiro para a tua equipa. Começa com algumas horas por semana, delegando algumas tarefas administrativas e, assim, conseguirás umas horas extra para trabalhares na tua zona de génio e executares aquelas tarefas que só tu podes fazer dentro do teu negócio e que, tipicamente, são as responsáveis pela entrada de dinheiro.

       

      3. Não estás a praticar os preços certos

      Se calhar ainda não percebeste bem o valor daquilo que fazes e, por isso, talvez não estejas a cobrar o preço certo. Muitos de nós têm um problema pessoal de falta de autovalorização e, quando começamos a empreender, se não tivermos noção do nosso verdadeiro valor profissional cobramos preços demasiado baixos.

      Estares a ser demasiado brando com os preços que estás a praticar pode estar a impedir-te de teres flexibilidade para, por exemplo, começares a delegar. Aumentares os teus preços de acordo com o valor que estás, de facto, a entregar ao teu cliente dar-te-á uma margem maior para fazeres alguns investimentos no teu negócio. Observa bem os teus preços e analisa se é por aí que estarás a impedir o teu negócio de crescer.

       

      4. Não falas daquilo que tens para vender

      Quando as pessoas se sentem desconfortáveis com o facto de terem de vender, não falam sobre os seus serviços e/ou produtos. Lamento informar-te, mas se tens um negócio terás mesmo de vender ou, então, o teu negócio não vai funcionar. Como já referi, um negócio não é sustentável sem dinheiro e o dinheiro não entra se não venderes.

      Vender pode ser fantástico se acreditares no teu produto/serviço e se vires a transformação e o impacto que o teu produto/serviço está a ter na pessoa que o comprou. Se o teu produto/serviço for bem desenhado, vai implicar uma transformação no teu cliente. Então, se não venderes, estás a roubar essa transformação a um potencial cliente. Se tens medo ou não te sentes confortável com vender, primeiro tenta perceber a razão de te sentires assim. Será que não tens plena confiança naquilo que estás a oferecer?

      Se não estás a comunicar os teus produtos/serviços, tenta encarar a venda de uma outra perspetiva, a de que estás a proporcionar uma vida melhor às pessoas que comprarem de ti.

       

      5. Não estás a investir

      Um negócio implica investimento e o melhor investimento que podes fazer no teu negócio é o delegar, o outsourcing de algumas funções que não têm de depender exclusivamente de ti. Se estás com medo de investir no teu negócio, então precisas de pensar sobre esta questão.

      Outros investimentos importantes são as formações, eventos e treinos de qualidade. Tens de estar sempre a evoluir enquanto pessoa e enquanto profissional. Como é que podes esperar que o teu negócio cresça se não aprenderes nada novo e se tu próprio não cresceres?

      O sucesso do teu negócio é proporcional ao teu desenvolvimento pessoal. Por isso, pensa onde é que podias estar a investir algum do teu dinheiro. Em treinos, em eventos, em formadores, em coaching, em outsourcing…? E, à medida que começares a investir, vais começar a perceber que começarás, também, a ter mais entrada de dinheiro.

       

      6. Não trabalhas o teu estado Interno

      O teu estado interno depende muito do teu foco e de onde está a tua atenção. Que energia é que tu estás a dissipar para o mundo? Em que frequência é que estás a vibrar? Tu vais sempre atrair resultados que estão em consonância com essa frequência em que estás a vibrar, por isso, quanto mais elevada for a frequência das tuas emoções, mais coisas maravilhosas vais atrair para a tua vida.

      Sobre este ponto em específico, o meu ebook sobre as 11 Atitudes dos Empreendedores Intencionais de Sucesso fala exatamente sobre modelos mentais e estratégias internas que deves adotar e podes descarregá-lo gratuitamente aqui.

       

      Gostava, agora, que partilhasses comigo qual destes 6 pontos é aquele que, neste preciso momento, pode estar a impedir o teu negócio de crescer. E que mudança é que podes fazer para desbloqueares o crescimento que desejas para o teu negócio. Vou adorar trocar impressões contigo sobre este tema!

      O teu negócio não cresce porque podes estar a fazer algumas coisas que estão a impedir e que tu nem estás a dar conta. Descobre quais e começa a mudá-las!

    • Ocultação de likes no Instagram: vai impactar o teu negócio?

      likes no instagram

      Esta novidade de o Instagram ir esconder os likes nas publicações já começou a ser falada por aí e, por isso, quero deixar-te a minha opinião sobre este assunto.

       

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      Tenho vindo a acompanhar este assunto desde que esta alteração começou a ser testada, inicialmente, em países como o Canadá e o Brasil e, mais recentemente, nos Estados Unidos. Atualmente, esta alteração está, então, a expandir-se para os restantes países e acabará por chegar até nós.

      Mas, antes de te dar a minha opinião, deixa-me esclarecer que vamos continuar a ter acesso às estatísticas das nossas próprias publicações e, por isso, vamos sempre saber quantos likes recebemos em cada publicação.

      Para quem tem um negócio, é verdade que as outras pessoas vão deixar de ver quantos likes têm as tuas publicações. Mas o que é que isto, na realidade, significa para ti e como é que pode impactar o teu negócio?

      Na minha opinião, a ocultação do número de likes para o público não terá qualquer impacto no teu negócio.

      Este tipo de métricas, como os likes ou até o número de seguidores, não passam de métricas de vaidade, pois não têm um significado real. Representativo disto mesmo são as contas com muitos seguidores e com publicações com muitos likes que, quando querem rentabilizar o seu projeto não sabem como fazê-lo, bem como as contas que, com apenas algumas centenas de seguidores, conseguem representar um negócio perfeitamente sustentável.

      Quanto a mim, esta alteração no Instagram pode, até, trazer-te algumas vantagens:

      1 – Mais foco nas métricas certas

      As únicas métricas que realmente importam num negócio são Impact e Income, ou seja, o Impacto e o Rendimento.

      Havendo uma terceira métrica a considerar nas redes sociais do teu negócio, diria que seria o Engagement, o que inclui o número de comentários, de partilhas e de mensagens diretas geradas por determinada publicação.

      Então, se te queres focar em métricas, foca-te em:

      Métricas de Impacto, como o número de clientes impactados com cada publicação, o número de pessoas que compram o teu produto ou o teu serviço e o número de pessoas que te dão feedback sobre os teus conteúdos, mesmo que não estejam associados a rendimento.

      Métricas de Rendimento, colocando-te perguntas como: Quanto dinheiro estou a gerar? O meu negócio está a crescer em termos de Rendimento?

       

      2 – Mais foco no engagement que faz diferença

      Quando estamos presentes numa rede social, o importante é a criação de relações e são as conversas – quer através dos comentários, quer das mensagens – que geram essas relações.

      Então, a meu ver, esta alteração no Instagram, do ponto de vista do utilizador, vai deslocalizar a interação para o tipo de interação que realmente importa, ou seja, para os comentários e para as mensagens diretas.

       

      3 – Mais criatividade

      As pessoas vão começar a focar-se mais nos seus conteúdos.

      Eu defendo que devemos estar sempre a testar diferentes tipos de conteúdos e, posteriormente, avaliar os resultados desses testes, para podermos apostar mais nos conteúdos que geram mais impacto nos nossos seguidores.

      É isto que digo a quem trabalha comigo: testem diferentes conceitos, diferentes conteúdos, porque cada audiência terá interesses diferentes e o que funciona com uma marca pode não funcionar com outra.

      Então, acredito que esta ocultação dos likes vai retirar às pessoas o medo de experimentar fazer coisas diferentes, trazendo benefícios não só para a plataforma como também para as nossas comunidades.

       

      Concluindo, com esta alteração, vamos passar a focar-nos nas coisas certas, vamos conversar mais uns com os outros, vamos deixar de nos comparar com outras pessoas e outras contas e vamos ter oportunidade de trazer mais criatividade, conceitos e ideias diferentes para esta plataforma.

      Qual é a tua opinião sobre esta alteração? Já estás a pensar naquilo que podes fazer de diferente para a tua audiência? Partilha comigo as tuas ideias sobre este assunto.

       

      O Instagram está a ocultar os likes nas publicações. O que isto significa para o teu negócio? Será que vai ter algum impacto?

       

       

    • O maior erro que podes estar a fazer na tua marca

      erro na marca

       

      Há um erro que vejo muitas pessoas a cometer, quer sejam pessoas que querem começar o seu negócio, quer mesmo pessoas que até já têm o seu negócio em funcionamento.

      Este erro, apesar de, provavelmente, não destruir o teu negócio, vai-te impedir de avançar e progredir e, com tal, não vais conseguir fazer o teu negócio crescer.

       

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      Refiro-me ao erro de copiar aquilo que os outros fazem.

      Atenção, não me estou a referir a plágio. Estou, sim, a referir-me à cópia de certos aspetos do negócio de outra pessoa – modos de funcionamento, modelos de negócio, tipos de conteúdo e/ou a forma como esses conteúdos são apresentados, serviços e/ou a forma como são apresentados e estruturados.

      A tendência de muitas pessoas que têm negócios próprios, e não estão a obter os resultados que queriam, é olhar para o que outros empreendedores andam a fazer. Quando veem esses outros empreendedores a obter aquilo que parecem ser bons resultados, escolhem fazer igual na tentativa de obterem esses mesmos resultados.

      Contudo, o que funciona com os outros não é, necessariamente, aquilo que irá funcionar connosco. Muito pelo contrário, em vez de copiarmos, aquilo que temos de fazer é trabalhar de forma alinhada connosco mesmas e não simplesmente fazendo aquilo que os outros fazem.

      Outro aspeto muito importante é também termos noção de que não temos acesso a toda informação sobre o negócio daquela outra pessoa – por exemplo, quais os números envolvidos (afinal, é mesmo de números que se trata), que investimento está a fazer (em tempo e dinheiro), quais são os seus resultados reais -, pelo que não temos a certeza se aquilo que nos é dado a conhecer corresponde totalmente à realidade.

      Portanto, o maior erro que podemos cometer é assumir que outro empreendedor está, de facto, a ter bons resultados quando, afinal, não temos forma objetiva de saber se isso está mesmo a acontecer.

      Então, como deves definir aquilo que fazes dentro da tua marca?

      • Ouve a tua intuição, aprende a escutá-la e percebe por que caminho ela te guia
      • Descobre os teus valores e alinha ao máximo tudo o que envolve a tua marca com esses teus valores
      • Percebe quais são as tuas maiores forças e constrói o teu negócio de forma a que possas aproveitá-las ao máximo
      • Alinha o teu negócio com a tua essência: vê tudo aquilo que te apaixona e te faz vibrar como uma bússola que te aponta o caminho certo e está atenta a isso.

      Quando começares a dar atenção a estas coisas, vais então começar a ver resultados que, agora, te parecem impensáveis.

       

      Já pensaste sobre estas questões?

      Partilha comigo qual é uma das tuas maiores forças e como a podes aplicar no teu negócio.

       

      Vejo muitas pessoas a cometer este erro. Descobre qual é o erro na tua marca que impede o teu negócio de crescer e que te vai deixar fora de alinhamento.

    • Como Aumentar a Interação nas Redes Sociais

      interação nas redes sociais

       

      No último artigo já expliquei que, para mim, crescer nas redes sociais tem muito mais que ver com o nível de interação que temos nas nossas publicações e com a taxa conversão que temos de seguidores em clientes do que, propriamente, com o número total de seguidores, já que este pode não representar absolutamente nada em termos de negócio. Na verdade, os seguidores não pagam as nossas contas e como tal, por si só, o número de seguidores não determina o sucesso de um negócio.

       

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      Agora, o que me proponho fazer é falar-vos um pouco sobre interação e como podemos aumentar os níveis de interação nas nossas publicações nas redes sociais.

      Para isso, trago-vos algumas sugestões sobre as quais também já fui falando de alguma forma noutras alturas.

       

      1 – Incentivar a interação

      Para isto, é fundamental termos um CTA (call to action) em todas, ou quase todas, as nossas publicações. Fazermos uma pergunta ou pedirmos uma reação de quem nos segue, nem que seja só com o uso de um emoji, pode fazer toda a diferença no número que comentários que vamos obter numa publicação. Muitas vezes, basta uma pergunta simples. Aliás, frequentemente, quanto mais simples é a pergunta mais elevados são os resultados ao nível da interação e perguntas muito complexas podem mesmo desincentivar. O ideal é que as pessoas consigam responder em poucas palavras, sem terem de pensar muito sobre o assunto. Além disso, estas perguntas podem ser colocadas de forma divertida e devem estar relacionadas com os tópicos que costumamos abordar.

       

      2 – Responder a todos os comentários

      Este ponto é muito importante. Mesmo que não seja no imediato, não devemos deixar comentários por responder. Podemos reservar um período específico do dia só para isso. O importante é que todos os comentários recebam uma resposta. Se não o fizermos, a pessoa que interagiu connosco vai acabar por perder o interesse nas nossas publicações, porque não recebe feedback da nossa parte.

      A interação tem de existir de ambas as partes. Por um lado, devemos promover a interação dos nossos seguidores com as nossas publicações, mas devemos, também, interagir com eles nos comentários. Afinal, se a pessoa se deu ao trabalho de deixar um comentário, é extremamente importante que nós valorizemos isso, respondendo a esse comentário.

       

      3 – Comentar outras contas

      Este ponto tem que ver com estratégia, mas também está relacionado com mindset. Ou seja, qual é a lógica de querermos que os outros interajam connosco e com as nossas publicações se nós não interagimos com eles nem comentamos outras publicações também? Se não fizermos pelos outros o que gostávamos que fizessem por nós, dificilmente vamos ver resultados.

      Assim, se queremos começar a ter mais comentários na nossa conta, também temos de começar a deixar comentários nas contas com que nos identificamos, que nos acrescentam valor, que nos causam alguma emoção.

      Quantos mais comentários deixarmos nas publicações de outras pessoas, mais pessoas vamos ter a deixarem comentários na nossa conta. Há, contudo, algo muito importante a ter em consideração nos comentários que deixamos: eles devem ter conteúdo e, de alguma forma, acrescentar valor à publicação. Comentar só porque sim não nos vai trazer os resultados que pretendemos.

       

      4 – Iniciar conversas por mensagem direta

      As redes sociais têm muito que ver com criar relações. No último artigo também já falei sobre a importância de criarmos relações e estas relações podem acontecer exatamente dentro da rede social. Podemos iniciar conversas e começar a criar relações com pessoas através de mensagens diretas que trocamos com pessoas que seguimos e cujo trabalho admiramos. Estas mensagens, tal como os comentários, devem ter interesse, significado e acrescentar valor. Estas conversas vão, depois, refletir-se na interação gerada nas nossas redes sociais.

       

      5 – Mostra mais a tua personalidade

      É um facto que conteúdos sem personalidade não prendem a atenção de quem se cruza com uma publicação nossa. Temos de ser autênticos e a nossa personalidade é, na verdade, a base de tudo. A nossa marca pessoal será, portanto, o reflexo disso mesmo e é esta autenticidade que vai gerar empatia nas outras pessoas. É isso que vai fazer com que as pessoas se queiram relacionar connosco. Por isso, mostrarmos a nossa personalidade, sem medo, é muito importante nas redes sociais, já que é isso que mostra que está ali uma pessoa real e não só uma marca.

       

      6 – Faz mais vídeo

      O vídeo é a melhor forma de mostrarmos a nossa personalidade. Mesmo que, no início, a exposição para a câmara possa criar alguma estranheza, o vídeo permite-nos chegar às pessoas mais eficazmente, gerando empatia. Há imensas formas de o fazermos: no Youtube, nas stories, em diretos, no IGtv… é só escolhermos aquela que mais se adequa ao que pretendemos.

       

      Daquilo que vou percebendo no meu trabalho, este último ponto gera desconforto para muitas pessoas. Por isso, gostaria muito de vos trazer mais conteúdos sobre este tema do medo da exposição. Para tal, preciso de saber se convosco isso também acontece. Quais são as vossas maiores dificuldades?

       

      Continuando no tópico das redes sociais, neste artigo deixo algumas dicas de coisas simples que podem fazer para aumentarem a interação nas redes sociais.

       

    • Principais erros nas redes sociais

      erros nas redes sociais

      Nesta altura do ano, muitas pessoas estão a planear mudanças para o seu trabalho nas redes sociais a partir do próximo ano. Estamos mesmo quase a chegar a 2019 e, por isso, é a altura ideal para revermos aquilo que, profissionalmente, estamos a fazer nas redes sociais e a estratégia que estamos a usar. É por isso que hoje vos trago os erros que vejo mais nas redes sociais, para que possas começar a trabalhar em corrigi-los. Eu própria já cometi alguns destes erros, por isso não te preocupes se também estiveres a fazê-los, vamos sempre a tempo de corrigir.

      Vê também o vídeo:

      1 – Não responder a comentários

      Todos os comentários devem ter uma resposta. A dada altura, quando já alcançámos uma elevada interação por parte do nosso público, isto pode ser difícil. Mas, quando isto acontece e não conseguimos mesmo responder a todos os comentários, a minha recomendação é que contratem um community manager para vos ajudar nesta tarefa. Afinal, se a interação já é muito elevada, é natural que estejam a gerar rendimento com o vosso negócio, por isso valerá a pena fazer este investimento. 

      2 – Publicações automáticas

      Fazer publicações automáticas e cruzadas entre redes sociais diferentes é outro erro muito comum. De facto, não há grande problema em colocar os mesmos conteúdos em duas redes sociais diferentes, mas não devemos automatizar este procedimento. Refiro-me, por exemplo, a fazer uma publicação no Instagram e a partilhar, automaticamente, também no Facebook. Isto é um erro porque, em primeiro lugar, são redes sociais com particularidades diferentes: os tags são diferentes, no Instagram usam-se muitas hashtags, no Facebook não, por exemplo. Depois, em termos de algoritmo também saímos prejudicados, pois o Facebook percebe que aquela publicação veio do Instagram, que não é nativa do Facebook, e não vai potenciar tanto o alcance dessa mesma publicação. Por último, porque as pessoas percebem que aquela publicação não pertence ali e nem vão perder tempo a ler.

      A solução é adaptar, publicando nativamente no Facebook, mesmo que mantendo a mesma imagem e aproximadamente o mesmo texto. O próprio Facebook já nos facilita esta tarefa, com a barra de imagens do Instagram que surge no topo da nossa página, por isso, é só clicarmos na imagem que queremos publicar e, assim, fazemos a publicação de forma nativa.

      3 – Não usar devidamente cada rede

      Cada rede tem o seu próprio tipo de conteúdos, ou seja, é muito importante usarmos os conteúdos para os quais cada rede social foi criada. O Instagram, por exemplo, foi criado para se dar destaque ao visual, por isso é fundamental publicarmos imagens com grande qualidade. No Facebook e no Twitter isto já não é assim tão importante.

      Exemplos de outros usos indevidos:

      – Colocar vídeos muito grandes nas stories do Instagram. Não foi para isso que as stories foram criadas e a verdade é que ninguém aguenta estar a ver minutos de gravação em blocos de 15 segundos. Se o quiserem fazer, há outras formas mais adequadas, dependendo do tipo de conteúdos: IGTV, Facebok, Youtube.

      – Usar a mesma imagem para o Facebook e para o Pinterest. O Pinterest beneficia imagens verticais, portanto, devemos criar uma imagem específica para esta rede social.

      – Usar o Youtube para publicar um podcast. O Youtube é para conteúdo visual. Pode ser usado como ferramenta de partilha secundária para um podcast, mas este deve ficar alojado numa plataforma própria, como o iTunes, por exemplo.

      4 – Respostas a comentários negativos

      Numa perspetiva de negócio, não devemos criar conteúdos para dar resposta pública aos comentários e às mensagens negativas que nos chegam.

      Todos vamos receber comentários e mensagens negativas, e o que temos a fazer é responder à pessoa em causa em privado, para tentar perceber se há algum fundamento para aquele comentário, ou então simplesmente ignorar.

      Estarmos a criar conteúdo para responder a estas situações só mostra que nos estamos a deixar afetar pelas críticas negativas, sejam elas de feedback construtivo ou mesmo de haters (porque eles existem).

      Por isso, antes de fazermos o que quer que seja relativamente a uma situação deste género, devemos pensar naquilo que está alinhado com os valores da nossa marca e com aquilo que ela representa e agir sempre em função disso.

      5 – Dar erros ortográficos e gramaticais

      Fazer uma publicação com erros dá uma péssima imagem à nossa marca, por isso é necessário termos muita atenção a este ponto. Para evitar que isto aconteça, podemos usar um corretor ortográfico, ler várias vezes os textos, pedir ajuda a alguém ou, até, investir mesmo na contratação de um revisor. Uma estratégia que podemos usar para identificar erros é alterarmos a formatação do texto antes da última leitura. Mudar o tipo de letra vai permitir-nos destacar mais facilmente eventuais erros. Outra estratégia é lermos o texto em voz alta. Ao fazê-lo, apercebemo-nos da falta de fluidez, por exemplo.

      6 – Nunca aparecer

      Eu própria já cometi este erro, mas a realidade é que as pessoas querem fazer negócios com pessoas e não com marcas ou logotipos. Só vamos criar uma ligação emocional com as pessoas que nos seguem se houver uma ligação emocional com a marca e ninguém cria uma ligação emocional com um logotipo. Por isso, aparecer é muito importante, mesmo que não seja fácil. Há muitas pessoas que têm dificuldade com isso – eu percebo, porque já estive nessa situação -, mas o segredo passa por começarmos a aparecer aos poucos e depois, à medida que vamos ficando mais confortáveis, vamos aumentando a exposição. Se, progressivamente, usarmos esta estratégia, com o tempo, esse desconforto vai desaparecer.

      7 – A marca é o herói

      As publicações devem ser sobre o cliente e não só sobre a marca. O cliente é que deve ser o herói das nossas publicações. Marcas que apenas falem de si e que se posicionem no lugar do herói não vão conseguir criar a tal ligação emocional com os seus seguidores. Os nossos clientes é que passam pelas transformações, eles é que evoluem. É disso que devemos falar, acrescentando, naturalmente, todas as ferramentas e estratégias de que dispomos para os ajudar nesse processo.

      Tomarmos consciência destes erros permite-nos dar o primeiro passo para os corrigirmos e, mesmo que ainda cometam algum deles nas vossas redes sociais,estão sempre a tempo de melhorar.

      E, já agora, em que rede social estão a pensar apostar mais em 2019?

      Partilho os principais erros que vejo nas redes sociais, a tempo de todos começarmos a trabalhar na sua correção em 2019.
    • O que é o Brand Coaching – E 3 objetivos essenciais de uma marca


      Brand Coaching

      Muitas pessoas chegam até mim com dúvidas sobre o que é isto do Brand Coaching, e isso é perfeitamente normal já que não é um conceito muito conhecido. Por isso decidi explicar-te neste artigo.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Mas primeiro, deixa-me começar por explicar quais são, a meu ver, os 3 objetivos principais de qualquer marca.

       

      Objetivo #1 – Suporte ao teu estilo de vida ideal

      Quando o teu negócio e a tua marca estiverem estabelecidos, terás o tempo que queres para fazeres as coisas de que gostas? Vai ser possível gerar um retorno suficiente para viveres como e onde queres? Terás a liberdade de gerires a tua vida como queres, tanto em termos de horários como de localização? Terás o tempo de que precisas para estares com a tua família? Para cuidares de ti?

      Cumprir estes requisitos pode ter várias implicações para a tua marca e para o teu negócio. Pode, por exemplo, significar que não vais estar presente em todas as redes sociais nem vais criar um vídeo por dia para o Youtube se isso te tirar tempo de que precisas para fazer outras coisas, e está tudo bem. Deve ser sempre a estratégia de conteúdos e de comunicação a adaptar-se à tua vida, e não o inverso.

       

      Objetivo #2 – Traduzir a pessoa que és e aquilo em que acreditas

      Quando falamos de marcas pessoais, se não puderes apresentar-te como o teu “eu” autêntico, estarás sempre em esforço. Por isso, é extremamente importante que a tua marca traduza a pessoa que realmente és, assim como os teus valores.

      Uma das definições mais famosas daquilo que é uma marca é da Karley Cunningham, da Big Bold Brand que diz que uma marca é aquilo que as pessoas dizem de ti quando não estás presente. O que queres que as pessoas digam de ti depois de se depararem com a tua marca?

      Para se conseguir fazer isto é necessário que tenhas um profundo auto-conhecimento. Como poderás criar uma marca fiel a ti se não souberes quem és?

       

      Objetivo #3 – Servir o mundo

      É importante que o teu negócio sirva o mundo por dois motivos:

      • por motivos altruistas – ajudar os outros é uma das maiores fontes de realização pessoal e profissional, pelo que é necessário saberes que estás a contribuir para um mundo melhor. Se não tiveres o teu “porquê” bem presente, será difícil motivares-te a saíres da cama todas as manhãs para fazeres o teu trabalho

       

      • por motivos egoistas – se não estiveres a ajudar as pessoas, de alguma forma, não terás como subsistir. Precisas de apresentar um serviço de grande qualidade para que as pessoas estejam dispostas a pagar-te. Queiramos ou não, o dinheiro é necessário. Não pelo dinheiro em si, mas por aquilo que traz: suporte ao teu estilo de vida ideal (mais uma vez), equilíbrio e paz de espírito. Se não tiveres isto, não conseguirás fazer um trabalho de qualidade e todos ficarão a perder – tu, mas também os teus clientes.

       

       

      Por isso mesmo, é com base nestes objetivos que se processa um projeto de Brand Coaching. Para além da marca e da estratégia de conteúdos, olhamos para alguns aspetos visuais, para os serviços que serão prestados e para alguns elementos concretos de marketing.

       

      Para além disto, o processo de Brand Coaching tem outros benefícios:

      – aumento da confiança – em ti e na tua marca;

      – algumas mudanças de mindset em relação aos negócios e à criação de conteúdos

      – logicamente, ajuda a trazer clareza

      – é fonte de motivação

       

      Por isso, se acreditas que um processo de Brand Coaching pode ajudar-te, não hesites em entrar em contacto comigo e conversamos para ver se faz sentido trabalharmos juntas. E se ainda assim continuas com dúvidas em relação a este tipo de trabalho, podes enviar as tuas perguntas, por email ou aqui mesmo nos comentários deste artigo.

       

      Fica a perceber melhor o que é isto do Brand Coaching e descobre quais os 3 objetivos mais importantes de qualquer marca.

      Fica a perceber melhor o que é isto do Brand Coaching e descobre quais os 3 objetivos mais importantes de qualquer marca.

    • Como Gerir as Redes Sociais de Forma Mais Eficiente


      Redes sociais eficiente

       

      Quem tem um negócio ou um projeto pessoal, tipicamente despende bastante tempo a gerir as respetivas redes sociais. Para quem sente que precisa de minimizar o tempo que gasta com essas tarefas, para que possa passar mais tempo a fazer aquilo que realmente gosta no seu negócio, trago hoje uma série de estratégias para otimizarem o vosso tempo dedicado à gestão das redes sociais.

       

      Podes também ver o vídeo:

       

      1 – Estratégia e planeamento = calendário editorial

      É muito importante manter um calendário editorial que seja alvo de planeamento a médio prazo e de uma estratégia. É impossível fazer-se um planeamento decente sem uma estratégia previamente definida. Por isso, o calendário editorial é uma ferramenta essencial que permite ir planeando semanalmente ou mensalmente o que vamos publicar nas redes sociais. Com um calendário editorial bem planeado, evitamos aquele momento em que nos sentamos para publicar e ficamos a pensar “O que é que eu vou fazer hoje?”, “O que é que eu vou publicar esta semana?”. Desta forma, já temos um plano, esse plano está baseado numa estratégia e, assim, tudo se torna mais fácil.

       

      2 – Batching e agendamento de publicações

      Mas o que é isto do batching? Batching é uma palavra inglesa que traduz o conceito de juntar muitas tarefas do mesmo tipo e fazê-las todas de uma vez, no mesmo bloco de tempo. Isto pode passar por, numa única sessão de trabalho, preparar e agendar todas as publicações da página do Facebook para uma semana. Pode consistir em filmar vários vídeos para o Youtube no mesmo bloco de tempo, evitando, assim, ter de preparar cenário, tripé, câmara e outros componentes várias vezes ao longo de uma semana ou de um mês. Mesmo que não sejam tarefas que exijam preparação do local, de ferramentas ou do ambiente onde estamos a trabalhar, continua a ser vantajoso juntar várias tarefas do mesmo tipo numa só, uma vez que de cada vez que mudamos de tipo de tarefa, o nosso cérebro precisa de se adaptar e mudar o seu foco e atenção.

      Segundo os conceitos de “flow”, ou de “deep work”, quando iniciamos uma tarefa temos uns primeiros momentos em que o nosso cérebro está a adaptar-se àquela tarefa e, a partir da altura em que o nosso cérebro percebe que vai estar focado naquela tarefa durante algum tempo, ele consegue focar-se muito melhor e ter a sua atenção toda concentrada naquela tarefa. Se nós estivermos constantemente a trocar de tarefa, o nosso cérebro tem de estar a fazer esse trabalho de adaptação a cada troca, a cada mudança de tarefa e nós vamos estar a perder muita da nossa concentração.

      Claro que este batching, esta junção de várias tarefas num momento só, só é possível se acontecer primeiro o passo anterior que é o planeamento, a estratégia e um calendário editorial. Porque se não houver esse planeamento, então é impossível sentarmo-nos e prepararmos 5 publicações ou filmarmos vários vídeos para o Youtube. Por isso, o passo anterior, da estratégia, planeamento e ter um calendário editorial já definido é muito importante para depois ser possível implementar este passo.

       

      Lê também o artigo sobre as minhas ferramentas essenciais para uma melhor gestão de tempo.

       

      3 – Desligar as notificações e pré-definir intervalos de tempo para interação

      Todos nós sabemos que estar nas redes sociais não significa só fazer publicações e partilhar conteúdos. A parte mais importante das redes sociais é a interação com as outras pessoas – daí chamarem-se redes SOCIAIS. É isso que faz a diferença entre estarmos a falar PARA as pessoas, ou estarmos a falar COM as pessoas. Portanto, é muito importante respondermos aos comentários – a todos os comentários! – que deixam nas nossas redes sociais, blogs e canais, e iniciarmos conversas com outras pessoas de interesse para o nosso nicho.

      Eu não defendo, de todo, que, de cada vez que recebemos uma notificação de um comentário numa publicação, vamos lá responder. Daí a minha recomendação para desligarem mesmo as notificações, evitando a interrupção de outras tarefas importantes para o negócio, e irem consultar as redes sociais apenas quando vocês decidem que é o momento. Porque todos sabemos que, mesmo que não vamos logo responder quando entra uma notificação, só o facto de recebermos a notificação implica uma pequena distração e consequente diminuição da concentração.

      Depois de desligadas as notificações, é importante pré-agendar blocos de tempo em que vamos estar focados em dar resposta a esses comentários. Isto depende muito do negócio, do tipo de interação que têm, da quantidade de pessoas que têm a seguir-vos, mas pode ser feito diariamente, várias vezes por dia, ou então apenas algumas vezes por semana. Pode consistir, por exemplo, em bloquear meia hora por dia num horário definido por nós.

      Agora, isto da interação não consiste apenas em responder a comentários. Também envolve nós iniciarmos conversas com outras pessoas, noutras páginas (isto também ainda é algo em que estou a trabalhar e a tentar melhorar). Isto também deve ser incluído nestes blocos de tempo. Daí eu defender que estes blocos de tempo devem ter um plano. Ou seja, devemos definir uma estratégia para este bloco: saber qual é a primeira rede que vamos consultar nestes 30 minutos, e qual o plano assim que entramos nessa rede. Por exemplo, no Instagram, consultar DM’s, consultar comentários, consultar menções, tags e tudo isso e, depois, interagir com outras páginas. Depois, então, passamos para a rede social seguinte ou para o blogue ou para o Youtube, conforme faça mais sentido para a nossa estratégia. Isto tem de ser definido caso a caso, mas a ideia é não entrar neste bloco de tempo dedicado à interação às cegas e sem um plano para o que vão fazer.

       

      4 – Partilha de conteúdos longos no Facebook

      Esta estratégia é muito específica para o Facebook e para quem partilha conteúdos de um blogue ou de um canal de forma regular. Por exemplo, sempre que publicamos um artigo no nosso blog, é normal irmos partilhá-lo na nossa página do Facebook. O que algumas pessoas não sabem é que cada artigo que publicamos no blogue não deve ser partilhado no Facebook uma única vez. Os artigos podem ser repescados e repartilhados no Facebook várias vezes.

      A minha estratégia para poupar tempo com a patilha de artigos antigos no Facebook é preparar logo várias partilhas distribuídas ao longo do tempo. Assim, sempre que publico um artigo no blog, vou à página do Facebook, partilho o artigo e, logo a seguir, agendo mais 3 partilhas daquele artigo: uma para aproximadamente 1 mês depois, outra para 3 meses depois, e uma terceira para 6 meses depois (já agora, o Facebook não deixa agendar publicações com mais de 6 meses de antecedência). Claro que o texto que acompanha cada partilha vai mudando e vai-se adaptando à distância em que o artigo vai sendo partilhado. Para além disso, isto apenas funciona para conteúdos intemporais (não faz sentido fazê-lo, por exemplo, com um artigo sobre o regresso às aulas ou sobre o Natal). Mas a verdade é que num espaço de poucos minutos consigo preparar 4 publicações para o Facebook que estão espaçadas no tempo.

      Esta estratégia tem-me ajudado a poupar bastante tempo com a gestão do Facebook e se começarem a implementá-la a partir de agora, com todos os artigos que vão publicando, daqui a uns tempos vão ver que têm o vosso Facebook cheio de publicações agendadas e pouco mais tempo vão precisar de dedicar ao Facebook.

       

      5 – Uso de RSS feed reader

      Muitas vezes, partilhamos também artigos que não são nossos mas que nós acreditamos que são de interesse para o público que nos acompanha, por exemplo, artigos de jornais, revistas ou de outros criadores de conteúdo de acreditamos serem interessantes. Por isso, é preciso andar sempre à caça desses artigos para conseguirmos partilhá-los nas nossas redes sociais. A minha sugestão é que utilizem um leitor de RSS Feeds, por exemplo, o Feedly, para reunirem uma série de publicações num sítio só e, sempre que precisarem de ir buscar algumas publicações de outros sites, para partilharem nas vossas redes sociais, têm ali várias opções. Vão consultando a lista dos últimos artigos e escolhem o que faz sentido partilhar.

       

      6 – Reduzir

      Finalmente, a minha última sugestão: se nada disto funcionar, e se, mesmo implementando as 5 estratégias anteriores, continuarem a sentir que ainda estão a gastar demasiado tempo com as redes sociais, então a minha última sugestão é mesmo reduzir. Nós não temos de estar nas redes sociais todas, não temos de estar em todas as plataformas a 100% e não há nenhuma lei que nos obrigue a continuarmos em todas as redes sociais em que já estamos presentes. Portanto, se, ainda assim, sentem que estão a gastar muito tempo com redes sociais, se calhar está na hora de analisarem, olharem para os resultados que estão a obter com cada uma das redes e perceberem se faz sentido abandonarem alguma delas.

      Não há problema nenhum em abandonar, não é uma falha, provavelmente não é nada que estejam a fazer mal e, se tiverem o tempo necessário para as manter, podem continuar em todas. Mas, se realmente acham que precisam de reduzir, mais ainda, o tempo que estão a despender neste tipo de tarefas, então pode ser uma boa solução reduzir o número de redes. Se escolherem fazê-lo olhem sempre para os vossos resultados, vejam onde é que têm mais interação com as pessoas, percebam de onde é que vos chegam mais clientes, e depois escolham abandonar aquela que traz menos resultados.

       

      São estas as minhas sugestões para redução do tempo que é gasto com a gestão de redes sociais. Espero que sejam dicas úteis e que passem já a aplicar algumas. Digam-me nos comentários se há alguma que tenham achado mais interessante e que estejam a pensar implementar na vossa gestão de redes sociais. Além disso, se tiverem mais alguma dica, partilhem connosco para todos podermos otimizar ainda mais o nosso tempo

       

      São 6 dicas para te ajudar a tornar a gestão de redes sociais mais eficiente, para que percas menos tempo com esta parte do negócio.

      São 6 dicas para te ajudar a tornar a gestão de redes sociais mais eficiente, para que percas menos tempo com esta parte do negócio.

    • Os 5 Pilares do Marketing Moderno


      Marketing Moderno

       

      O marketing tradicional já não tem os mesmos resultados que em tempos teve. Tanto porque as pessoas já estão habituadas às técnicas mais antigas, mas também porque as gerações mais jovens procuram coisas diferentes quando acompanham uma marca e precisam de confiar para comprarem e se fidelizarem.

       

      O conceito de Marketing Moderno está intimamente relacionado com o marketing de conteúdo – oferecer valor sob a forma de conteúdos que as pessoas queiram consumir, para depois comprarem, – mas vai ainda mais longe do que isso. Tem a ver com a forma como a marca de apresenta, se posiciona, com aquilo que representa e com a forma como está nos seus negócios.

       

      Para mim, existem 5 pilares fundamentais para se fazer marketing moderno, cada um com as suas regras que hei de explorar mais a fundo em futuros artigos. Para já, deixo os 5 pilares estruturais do marketing moderno e explico em que consiste cada um.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      1 – Encontra clareza na tua marca

      No mundo do marketing moderno, a tua marca é tudo. Se não sabes exatamente quem és e aquilo que fazes, que valor trazes à vida das pessoas, aquilo que a tua marca represente e defende, então não vai haver marketing nenhum que funcione a longo prazo.

      As pessoas que estão perfeitamente claras em relação à sua marca sabem exatamente quais os valores que defendem e o que é que a sua marca representa. Sabem qual é a sua missão ou propósito e sabem como articular essa missão de forma a que os outros percebam. Sabem o que está visualmente alinhado com a mensagem que querem transmitir ou não.

      Mas acima de tudo, essa clareza reforça a paixão que sentem por aquilo que fazem. As pessoas que já encontraram esta clareza sabem exatamente porque é que acordam e se levantam todos os dias para fazerem aquilo que fazem. E isto acontece porque a sua marca está alinhada com a pessoa que são, com os seus talentos e qualidades, e por isso mesmo são excelentes naquilo que fazem e entregam um valor incomparável aos seus clientes.

       

      Se precisares de ajuda a encontrar clareza na tua marca, podes contar comigo!

       

      2 – Tem um posicionamento único

      Foca-te naquilo que te torna diferente de forma a teres um posicionamento único no mercado. Quando encontras o teu posicionamento único, não há concorrência. Chega a ser injusto para as outras marcas pois sabem que não podem competir.

      Se fores uma das muitas pessoas com várias paixões e áreas de interesse, podes aproveitar isso para fundir duas dessas áreas, aparentemente incompatíveis, de forma única e que só tu conseguirias.

      É também importante que te especializes numa única coisa. Não podes ser bom em tudo e quando mostras que fazes de tudo um pouco, a percepção é que não és excelente em nada e por isso as pessoas vão esperar preços baixos, vais ter dificuldade em encontrar clientes que queiram pagar um preço justo e, por isso, vais matar-te a trabalhar por um preço baixo e, ainda assim, viver mês a mês com a corda ao pescoço.

       

      3 – Sê confiante em ti próprio e no futuro

      A confiança que tens em ti e nas tuas capacidades transparecer para o mundo exterior, mesmo que seja a um nível inconsciente. A verdade é que se não confiares em ti próprio, porque haveriam os teus potenciais clientes confiar? A confiança é, por isso, um músculo que deves trabalhar para que, também os outros, confiem em ti.

      Além disso, é importante teres uma visão para o futuro da tua marca e do teu negócio. Só assim consegues alinhar tudo desde o início e manter o foco nos teus objetivos.

       

      4 – Oferece imenso valor e constrói uma tribo à sua volta

      Investe tempo a conhecer o teu cliente ideal e a perceber o que é que ele precisa, tanto em termos de conteúdos, como de produtos e de serviços. Sim, deves fazer aquilo que te apaixona, mas também convém que faças algo em que as pessoas tenham interesse ou já perdeste à partida. Por isso, ouve, presta atenção às conversas, está atento.

      Mas, acima de tudo, mostra que te preocupas com as pessoas – seguidores, potenciais clientes, contactos e pares. Nunca te esqueças que cada uma das pessoas que te segue ou que entra em contacto contigo é uma pessoa real, com preocupações, sonhos, desafios e características únicas. Mostra que te preocupas com cada um deles e que estás no mercado para oferecer valor.

       

      5 – Mostra-te e mostra que és excelente

      Mostra-te criando conteúdos de forma consistente. Só assim conseguirás demonstrar autoridade na tua área e fazer com que as pessoas confiem em ti. Mas atenção: quando dizes que vais publicar um artigo ou um vídeo por semana e depois não o fazes, acreditas mesmo que as pessoas vão confiar em ti ao ponto de quererem trabalhar contigo? Achas que vão gastar o seu dinheiro com alguém que não cumpre o que promete?

      Por isso não prometas mais do que aquilo que sabes que consegues cumprir e depois de te comprometeres, cumpre! Mas não deixes de te mostrar, criar conteúdos, oferecer valor, e dar às pessoas informação que elas querem e precisam.

      Finalmente, os teus preços também fazem parte da tua marca e se tu próprio não te atribuires o valor que sabes que tens, então ninguém mais o fará. Por isso pensa bem se os teus preços estão alinhados com o teu posicionamento e faz contas antes de prosseguires com qualquer preço. Se, por exemplo, cobrares um valor por hora que te exija trabalhar 60 horas por semana para conseguires sobreviver, algo não vai correr bem. E não te esqueças de contabilizar o tempo necessário para a criação de conteúdos, tarefas administrativas e o trabalho no teu próprio negócio.

       

       

      Agora diz-me nos comentários: qual destes pilares sabes que precisas de trabalhar melhor? O que é que ainda não estás a fazer no teu negócio?

       

      Os 5 pilares mais importantes do marketing moderno. Vê se estás a trabalhar todos eles no teu negócio ou se há algum que esteja a falhar. Vê também o vídeo.

      Os 5 pilares mais importantes do marketing moderno. Vê se estás a trabalhar todos eles no teu negócio ou se há algum que esteja a falhar. Vê também o vídeo.

    • 7 Motivos para usares o Youtube no teu Negócio


      Youtube no Negócio

       

      Também eu demorei algum tempo até aceitar a importância do Youtube para um negócio digital e, principalmente, demorei bastante até ganhar coragem para me colocar em frente a uma câmara e começar a gravar vídeos para publicar.

       

      A parte mais surpreendente é que assim que comecei a publicar esses vídeos percebi o quão gratificante pode ser: porque gera conversas com as pessoas sobre os tópicos que nos apaixonam, porque naturalmente vamos ganhando mais confiança, por ser um desafio novo e por permitir transmitir informações e conhecimentos a mais pessoas e de uma forma diferente.

       

      Se, neste momento, estás na dúvida em relação a começar no Youtube ou não, se já pensaste em fazê-lo mas não conseguiste ainda dar o passo derradeiro, então continua a ler para ficares a conhecer os principais motivos por que acredito que deves apostar nesta plataforma em crescimento.

       

      Se preferires, podes ver o vídeo (claro!):

       

       

      1 – Mostra mais a tua personalidade

      Não há dúvidas de que conseguimos criar uma ligação mais forte com as outras pessoas quando mostramos a nossa personalidade. Quando conhecemos alguém pessoalmente, em carne e osso, é muito mais fácil de criar empatia e afinidade do que através da escrita.

       

      Na internet, o vídeo é a forma mais próxima que temos de conhecer alguém pessoalmente. É a forma mais fácil de sentirmos que aquela pessoa está ali, presente connosco. Para que as pessoas queiram trabalhar contigo ou comprar os teus produtos, é imprescindível que confiem em ti, e muito mais rapidamente vão confiar em ti se sentirem que te conhecem.

       

      Chama-se “know-like-trust factor”. Primeiro, as pessoas têm de te conhecer, depois vão gostar de ti, e apenas depois confiam em ti e aceitam trabalhar contigo. Claro que não são todos os que vão passar do “conhecer” para o “gostar” e “confiar”, mas também não precisas que todos o façam. O importante é que através do vídeo, esta sequência torna-se bem mais fácil, provável e rápida.

       

      2 – Oferece ainda mais valor

      Tens aqui mais uma forma de oferecer valor a quem te acompanha online. E já sabemos que oferecer valor é, hoje em dia, a única forma de marketing que funciona. Assim, se já ofereces conteúdo de valor aos teus seguidores num blog ou nas redes sociais, não será complicado traduzir esse conteúdo para vídeo também.

       

      Melhor ainda: este formato pode permitir-te criar conteúdos novos, que não são fáceis de executar apenas através de palavras escritas e imagens. Por exemplo, tutoriais, quer sejam digitais (mostrando o teu próprio desktop) ou de outro tipo (como vídeos de culinária), ou vídeos instrucionais, como rotinas de fitness ou mesmo conteúdos académicos.

       

      Estes conteúdos podem, ainda assim, ser partilhados também nas redes sociais ou incorporados no teu website, o que pode ser útil para manter os visitantes durante mais tempo em determinadas páginas.

       

      3 – Cria mais autoridade

      Através de conteúdos em vídeo consegues demonstrar os teus conhecimentos de uma forma altamente pessoal, e mostrar a confiança com que falas sobre os teus tópicos de atuação. Um bom profissional não tem medo de falar daquilo que sabe e isso vai notar-se nos teus vídeos.

       

      Claro que o ponto anterior, da oferta de mais valor, também contribui para o aumento da autoridade.

       

      Para além disso, o vídeo dá-te ainda mais oportunidades de engagement com as tuas pessoas. Podes fazer perguntas, e muitas pessoas gostam de responder, e depois podes usar a área de comentários para iniciares conversas com quem te acompanha. Dessas conversas até podes conseguir tirar ideias para novos conteúdos e até mesmo novos serviços e produtos que façam sentido para o teu público.

       

      4 – Alcança novas audiências

      Já sabemos que pessoas diferentes podem ter tendência para apreenderem a informação de formas diferentes. Uns são mais auditivos, outros mais visuais, alguns adoram ler artigos longos e detalhados, outros não lêem nada com mais do que 3 ou 4 frases. Com conteúdos em vídeo vais poder alcançar novos públicos, que já se encontram no Youtube a consumir conteúdos.

       

      O Youtube é o segundo maior motor de pesquisa do mundo, apenas atrás do Google e é o terceiro site com mais visitas diárias do mundo, atrás do Google e do Facebook. Por dia, são consumidas mais de mil milhões de horas de vídeo nesta plataforma (mais do que o Facebook e o Netflix combinados), e há mais de 1.5 mil milhões de utilizadores que se ligam ao Youtube todos os meses, por dia são mais de 30 milhões de utilizadores ativos. O potencial é enorme.

       

      5 – Aumenta o tráfego para o teu website e a tua lista de emails

      Aproveitando as novas audiências que vais conseguir capturar, podes sempre redirecioná-las para o teu site, através de artigos relacionados com o tópico do vídeo, por exemplo.

       

      Podes também oferecer freebies novos relacionados com o assuntos do vídeo, como incentivo para a subscrição da vossa newsletter.

       

      Tem apenas o cuidado de não fazeres isso em todos os vídeos, ou serás penalizado pelo Youtube. O objetivo deles é que as pessoas permaneçam na plataforma o máximo de tempo possível, e se estiveres constantemente a mandar as pessoas para fora do Youtube, o algoritmo vai deixar de te recomendar a novos utilizadores. Assim, sê comedido e reencaminha as pessoas para o teu site apenas a cada 5 ou 6 vídeos.

       

      6 – Conteúdo que permanece

      Ao contrário dos conteúdos tipicamente instantâneos de redes sociais como o Facebook ou o Instagram, os conteúdos do Youtube assemelham-se mais a artigos de blogs: podem continuar a ser encontrados por novos utilizadores ao longo de anos, essencialmente através de pesquisas e recomendações da própria plataforma.

       

      Claro que para que isso aconteça de forma consistente, é necessário colocar esforços no SEO dentro da plataforma, tal como fazemos nos nossos blogs para pesquisas no Google.

       

      Se utilizares a estratégia anterior para aumentar tráfego e lista de emails, este esforço de SEO vai continuar a trazer-te retorno ao longo do tempo, levando as pessoas que encontram os teus vídeos através de pesquisas, a visitarem o teu site e a subscreverem a tua newsletter.

       

      7 – É mais fácil do que parece!

      Muitas pessoas fazem “um filme” (see what I did there?) com esta coisa de filmar e editar vídeo, mas isso não é mesmo necessário. Eu já comecei há mais de um mês e rapidamente cheguei a esta conclusão: não é tão difícil como parecia à partida.

       

      Em termos de equipamentos, não é preciso ires a correr comprar uma câmara topo de gama. Hoje em dia, a maior parte dos smartphones tem câmaras com qualidade suficiente para criar conteúdo em vídeo e permitem-te começar desde logo a fazê-lo.

       

      Quanto à filmagem e ao à vontade em frente à câmara, é algo que exige prática, sim, mas rapidamente se vai apanhando o jeito. E se precisares de algumas dicas para te sentires mais confortável em frente à câmara, podes sempre consultar este artigo e o respetivo vídeo que criei sobre o assunto.

       

      Em relação à edição, para algumas pessoas pode ser a parte mais complicada, mas tens várias opções para lidar com o assunto. A maneira mais fácil, e se tiveres alguma margem para investir, será fazer o outsourcing e contratar alguém que te trate da edição.

       

      Podes também apostar em vídeos mais curtos e tentar gravar tudo num único take. Assim, apenas tens de cortar o início e o final (quando se vê que estás a ligar e a desligar a câmara) e publicar diretamente, sem grandes efeitos adicionais.

       

      Se tiveres facilidade a aprender softwares novos – é o meu caso – rapidamente conseguirás aprender a editar. Eu nunca tinha editado vídeo e o dia em que abri o primeiro software de edição foi o dia em que editei um vídeo de 13 minutos e o publiquei no Youtube. Fiz uma intro e tudo – conforme puderam ver no primeiro vídeo do canal – algo que pensei que seria super-complicado. Mas fez-se e até ficou bonitinha.

       

      O que tenho feito desde esse dia, é aprender a fazer algo novo sempre que edito mais um video. Assim, a qualidade dos meus vídeos vai melhorando com o tempo sem que eu tenha de investir muitas horas de estudo logo à cabeça.

       

       

      Por isso, não há desculpas para não apostares em vídeo se realmente achares que isso vai beneficiar o teu negócio. Posto tudo isto, eu gostava de saber o que é que ainda te está a impedir de começar no Youtube. Partilha comigo nos comentários.

       

      Dou-te 7 motivos por que deves apostar no video-marketing e usar o Youtube para potenciar o teu negócio. Lê o artigo e vê o vídeo!

       

      Dou-te 7 motivos por que deves apostar no video-marketing e usar o Youtube para potenciar o teu negócio. Lê o artigo e vê o vídeo!