Filipa Maia

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    Filipa Maia

    • Começar sem teres um plano

      começar sem um plano

       

      A maior parte das pessoas acredita que tem de ter um plano claramente definido, com uma sequência de passos a dar no seu negócio ou projeto para, efetivamente, começar.

       

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      O que acontece quando te convences de que precisas deste plano é que podes ficar muito tempo parado sem que nada aconteça realmente.

      O tempo é um recurso limitado e, quando começares, vais perceber que, se tivesses começado mais cedo, terias tido acesso a muita informação relevante que só descobres naquele momento, depois de já teres começado.

      A maior parte das pessoas acha que é este plano que lhes dá segurança para começar. O problema é que, quando estás a criar um negócio, estás a criar algo que não existe, estás a começar algo novo, do zero. Isto significa que é impossível teres um plano. Não há ninguém que tenha criado o que tu queres criar se o que queres é um negócio à tua medida.

      Não há regras que possas seguir, és tu que, pelo caminho, vais descobrir como o podes fazer.

       

      Qual é a alternativa?

      Começar, mesmo sem ter a certeza. Entrar em ação rapidamente. E isto pode ser só dar um primeiro pequeno passo.

      É muito possível que falhes, sim, mas essas falhas representam aprendizagens das quais podes retirar informação para redefinires o teu caminho e a tua estratégia e, assim, avançares no teu negócio ou projeto.

      É natural que, quando começares a agir mesmo sem teres a certeza daquilo que estás a fazer, os resultados não sejam excecionais à primeira tentativa. É muito possível que fiques aquém das tuas expectativas, mas esta suposta falha é aquilo que te vai permitir recolher informação que vai ser determinante para tomares decisões acerca dos passos seguintes.

      Há 3 tipos de informação que podes recolher dos teus passos iniciais:

      Resultados

      Para obteres resposta a questões como: O que fiz resultou? Houve adesão? Qual a opinião das pessoas? Alguém comprou o meu produto/serviço?

      Se alguém comprou, tens a validação da tua ideia, porque se demonstra que há interesse do mercado naquilo que tens para oferecer. Se ninguém comprou, também podes tirar algumas conclusões importantes.

       

      Feedback

      Vais conseguir perceber o que é que as pessoas têm a dizer sobre o que estás a oferecer. Caso não tenhas conseguido vender o teu produto/serviço, podes mesmo perguntar às pessoas as razões que as levaram a não comprar ou o que seria necessário acontecer para que o fizessem. Esta informação é valiosíssima para decidires os passos seguintes dentro do teu projeto.

       

      Sentimento

      A forma como nos sentimos quando estamos a trabalhar para os nossos clientes é também muito importante para a criação de um negócio à nossa medida.

      Imagina que lançaste um serviço e que houve uma pessoa a comprar. Quais foram as tuas emoções, o teu estado de espírito, enquanto prestavas esse serviço? Sentiste-te bem, em estado de flow, ou sentiste-te em contração, com algum tipo de resistência? A informação que recolheres daqui também é preciosa e podes utilizá-la para decidires o que vais fazer a seguir.

       

      Concluindo, a minha sugestão é que dês rapidamente o teu primeiro passo e que recolhas, depois, informação que vai ser fundamental para o desenvolvimento do teu negócio.

      Já sabes qual é o primeiro passo que podes dar para começares rapidamente a executar o teu projeto ou negócio, mesmo sem teres ainda bem a certeza daquilo que estás a fazer? Partilha-o comigo.

       

      Não precisas de ter um plano totalmente definido para começares um negócio ou projeto. Não percas tempo e descobre porque é que é importante começares já.

    • Ocultação de likes no Instagram: vai impactar o teu negócio?

      likes no instagram

      Esta novidade de o Instagram ir esconder os likes nas publicações já começou a ser falada por aí e, por isso, quero deixar-te a minha opinião sobre este assunto.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Tenho vindo a acompanhar este assunto desde que esta alteração começou a ser testada, inicialmente, em países como o Canadá e o Brasil e, mais recentemente, nos Estados Unidos. Atualmente, esta alteração está, então, a expandir-se para os restantes países e acabará por chegar até nós.

      Mas, antes de te dar a minha opinião, deixa-me esclarecer que vamos continuar a ter acesso às estatísticas das nossas próprias publicações e, por isso, vamos sempre saber quantos likes recebemos em cada publicação.

      Para quem tem um negócio, é verdade que as outras pessoas vão deixar de ver quantos likes têm as tuas publicações. Mas o que é que isto, na realidade, significa para ti e como é que pode impactar o teu negócio?

      Na minha opinião, a ocultação do número de likes para o público não terá qualquer impacto no teu negócio.

      Este tipo de métricas, como os likes ou até o número de seguidores, não passam de métricas de vaidade, pois não têm um significado real. Representativo disto mesmo são as contas com muitos seguidores e com publicações com muitos likes que, quando querem rentabilizar o seu projeto não sabem como fazê-lo, bem como as contas que, com apenas algumas centenas de seguidores, conseguem representar um negócio perfeitamente sustentável.

      Quanto a mim, esta alteração no Instagram pode, até, trazer-te algumas vantagens:

      1 – Mais foco nas métricas certas

      As únicas métricas que realmente importam num negócio são Impact e Income, ou seja, o Impacto e o Rendimento.

      Havendo uma terceira métrica a considerar nas redes sociais do teu negócio, diria que seria o Engagement, o que inclui o número de comentários, de partilhas e de mensagens diretas geradas por determinada publicação.

      Então, se te queres focar em métricas, foca-te em:

      Métricas de Impacto, como o número de clientes impactados com cada publicação, o número de pessoas que compram o teu produto ou o teu serviço e o número de pessoas que te dão feedback sobre os teus conteúdos, mesmo que não estejam associados a rendimento.

      Métricas de Rendimento, colocando-te perguntas como: Quanto dinheiro estou a gerar? O meu negócio está a crescer em termos de Rendimento?

       

      2 – Mais foco no engagement que faz diferença

      Quando estamos presentes numa rede social, o importante é a criação de relações e são as conversas – quer através dos comentários, quer das mensagens – que geram essas relações.

      Então, a meu ver, esta alteração no Instagram, do ponto de vista do utilizador, vai deslocalizar a interação para o tipo de interação que realmente importa, ou seja, para os comentários e para as mensagens diretas.

       

      3 – Mais criatividade

      As pessoas vão começar a focar-se mais nos seus conteúdos.

      Eu defendo que devemos estar sempre a testar diferentes tipos de conteúdos e, posteriormente, avaliar os resultados desses testes, para podermos apostar mais nos conteúdos que geram mais impacto nos nossos seguidores.

      É isto que digo a quem trabalha comigo: testem diferentes conceitos, diferentes conteúdos, porque cada audiência terá interesses diferentes e o que funciona com uma marca pode não funcionar com outra.

      Então, acredito que esta ocultação dos likes vai retirar às pessoas o medo de experimentar fazer coisas diferentes, trazendo benefícios não só para a plataforma como também para as nossas comunidades.

       

      Concluindo, com esta alteração, vamos passar a focar-nos nas coisas certas, vamos conversar mais uns com os outros, vamos deixar de nos comparar com outras pessoas e outras contas e vamos ter oportunidade de trazer mais criatividade, conceitos e ideias diferentes para esta plataforma.

      Qual é a tua opinião sobre esta alteração? Já estás a pensar naquilo que podes fazer de diferente para a tua audiência? Partilha comigo as tuas ideias sobre este assunto.

       

      O Instagram está a ocultar os likes nas publicações. O que isto significa para o teu negócio? Será que vai ter algum impacto?

       

       

    • Medo de falhar

      medo de falhar

      Este é um medo que impede muitas pessoas de agirem, mas, quanto a mim, a falha não existe.

      Sei que isto pode até parecer-te estranho, mas vou explicar-te as minhas razões para pensar assim.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      E ouvir o episódio 15 do Podcast Lifestyle by Design:

       

      Sempre que tentamos fazer algo novo, algo de diferente, pode acontecer uma de duas coisas: ou vamos obter os resultados pretendidos ou vamos aprender a lição que precisamos de aprender.

      Ora, eu acredito que as falhas são, na realidade, lições, porque todas as falhas permitem aprendizagem.

      Na minha opinião, quando não conseguimos aquilo que pretendíamos, ou seja, quando ficamos aquém dos nossos objetivos, temos sempre uma aprendizagem a retirar. E é este processo sucessivo de tentativa e erro e consequentes aprendizagens que nos faz crescer e, eventualmente, chegar aos nossos objetivos e aos resultados que efetivamente correspondem às nossas expectativas.

      Muitas pessoas podem ver a falha como consequência de terem escolhido um caminho errado. Eu, contudo, quando não obtenho os resultados pretendidos, considero que apenas descobri um caminho errado.

      Lembras-te dos labirintos que vinham nas revistas de atividades quando éramos crianças? Pois bem, imagina que estás a percorrer esse labirinto com o teu lápis e, de repente, chegas a um beco sem saída. O que fazes? Aposto que voltas para trás e já sabes que tens de experimentar outro caminho. E assim sucessivamente até encontrares o caminho certo para a saída. Certo?

      O mesmo acontece, na minha perspetiva, com os nossos processos de tentativa e erro. Quando falhamos significa, simplesmente, que descobrimos um caminho que não nos vai levar onde queremos e, portanto, temos de seguir por outro.

      Quantos mais caminhos errados vamos descobrindo, mais próximas estamos de descobrir o caminho certo.

      É por isto que não acredito que existe uma verdadeira falha, mas apenas uma descoberta de caminhos que não funcionam.

      Encararmos a falha como um processo de aprendizagem e descoberta torna o caminho muito mais leve e fácil.

       

      Depois disto, diz-me: o que farias se soubesses que só precisavas de falhar mais uma vez para alcançares o teu maior sucesso?

       

      O medo de falhar é uma das coisas que pode impedir as pessoas de começarem os seus negócios ou projetos. Eu acho que a falha não existe. Descobre porquê.

    • O maior erro que podes estar a fazer na tua marca

      erro na marca

       

      Há um erro que vejo muitas pessoas a cometer, quer sejam pessoas que querem começar o seu negócio, quer mesmo pessoas que até já têm o seu negócio em funcionamento.

      Este erro, apesar de, provavelmente, não destruir o teu negócio, vai-te impedir de avançar e progredir e, com tal, não vais conseguir fazer o teu negócio crescer.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Refiro-me ao erro de copiar aquilo que os outros fazem.

      Atenção, não me estou a referir a plágio. Estou, sim, a referir-me à cópia de certos aspetos do negócio de outra pessoa – modos de funcionamento, modelos de negócio, tipos de conteúdo e/ou a forma como esses conteúdos são apresentados, serviços e/ou a forma como são apresentados e estruturados.

      A tendência de muitas pessoas que têm negócios próprios, e não estão a obter os resultados que queriam, é olhar para o que outros empreendedores andam a fazer. Quando veem esses outros empreendedores a obter aquilo que parecem ser bons resultados, escolhem fazer igual na tentativa de obterem esses mesmos resultados.

      Contudo, o que funciona com os outros não é, necessariamente, aquilo que irá funcionar connosco. Muito pelo contrário, em vez de copiarmos, aquilo que temos de fazer é trabalhar de forma alinhada connosco mesmas e não simplesmente fazendo aquilo que os outros fazem.

      Outro aspeto muito importante é também termos noção de que não temos acesso a toda informação sobre o negócio daquela outra pessoa – por exemplo, quais os números envolvidos (afinal, é mesmo de números que se trata), que investimento está a fazer (em tempo e dinheiro), quais são os seus resultados reais -, pelo que não temos a certeza se aquilo que nos é dado a conhecer corresponde totalmente à realidade.

      Portanto, o maior erro que podemos cometer é assumir que outro empreendedor está, de facto, a ter bons resultados quando, afinal, não temos forma objetiva de saber se isso está mesmo a acontecer.

      Então, como deves definir aquilo que fazes dentro da tua marca?

      • Ouve a tua intuição, aprende a escutá-la e percebe por que caminho ela te guia
      • Descobre os teus valores e alinha ao máximo tudo o que envolve a tua marca com esses teus valores
      • Percebe quais são as tuas maiores forças e constrói o teu negócio de forma a que possas aproveitá-las ao máximo
      • Alinha o teu negócio com a tua essência: vê tudo aquilo que te apaixona e te faz vibrar como uma bússola que te aponta o caminho certo e está atenta a isso.

      Quando começares a dar atenção a estas coisas, vais então começar a ver resultados que, agora, te parecem impensáveis.

       

      Já pensaste sobre estas questões?

      Partilha comigo qual é uma das tuas maiores forças e como a podes aplicar no teu negócio.

       

      Vejo muitas pessoas a cometer este erro. Descobre qual é o erro na tua marca que impede o teu negócio de crescer e que te vai deixar fora de alinhamento.

    • 3 Mitos na Criação de Cursos Online

      cursos online mitos

       

      Será que é um destes 3 mitos que vou partilhar contigo neste artigo que te está a impedir de criares o teu próprio curso online?

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1 – Audiência

      Algumas pessoas acreditam que, para terem sucesso com um curso online, precisam de ter uma audiência muito grande.

      No entanto, aquilo que estas pessoas ainda não sabem é que a criação do curso e o seu lançamento vão contribuir, por si só, para o crescimento dessa audiência. Ou seja, fazendo as coisas certas, ao criares e divulgares o teu curso, vais atrair as pessoas que estão interessadas nesses conteúdos que tens para partilhar. Afinal, ao falares disso nas redes sociais, comunicando como podes ajudar as pessoas e, até, utilizando uma estratégia cuidada de anúncios pagos no Instagram e Facebook, vais acabar por chegar ao teu público-alvo e atrair a sua atenção.

       

      2 – Curso perfeito

      O teu curso não precisa de ser perfeito. Nada é perfeito, na verdade, e procurar a perfeição é meio caminho andado para a autossabotagem e para a procrastinação.

      Muitas pessoas acreditam que, para criar um curso online, é necessária uma grande produção, equipamento de última geração, um cenário muito trabalhado, vídeos muito bem filmados e editados com qualidade profissional ou até um determinado número de módulos dentro do curso para que valha a pena avançar com ele. Contudo, depois de passarem imenso tempo a criar tudo isto que julgam necessário, apercebem-se de que, afinal, aquele curso e aqueles conteúdos não têm interesse assim para tanta gente como pensavam.

      Então, na minha opinião, a estratégia mais inteligente é fazer um proof of concept, um teste, e perguntar às pessoas se terão interesse no curso que estás a pensar criar e, se sim, dar a essas pessoas o curso numa versão de teste. E podes até, depois, dar benefícios a estas pessoas na aquisição da versão completa do curso.

      Com isto, vais conseguir, por um lado, saber se há pessoas interessadas no curso que queres criar e, por outro, conseguirás testemunhos acerca dos conteúdos do curso que te darão credibilidade aquando do lançamento da versão final.

       

      3 – Não podes cobrar muito

      Isto também é um mito, porque o preço que colocares ao teu curso dependerá da estratégia da tua marca, do teu posicionamento e do tipo de pessoas que queres que se inscrevam.

      O teu principal objetivo com o curso deve ser que as pessoas que o frequentem obtenham determinados resultados, por isso, quanto mais as pessoas precisarem de investir no teu curso, mais comprometidas estarão com o processo, o que, por sua vez, vai fazer com que obtenham melhores resultados. Daqui, consegues retirar 2 vantagens adicionais: a primeira é que o teu curso vai ter um impacto maior na vida destas pessoas e a segunda é que vais conseguir testemunhos valiosos para apresentares às pessoas da tua comunidade que ainda não experimentaram o curso.

      Ao cobrares um valor mais elevado vais garantir que tens contigo pessoas altamente comprometidas com os resultados que querem obter e, com esses mesmos resultados, estás a ter mais impacto e, simultaneamente, a conseguir vários testemunhos e casos de estudo de pessoas que já aplicaram aquilo que tu lhes ensinaste. Depois, podes, então, apresentar esse feedback à comunidade que tens à volta da tua marca e, assim, ganhar ainda mais credibilidade.

       

      Acreditavas em algum destes mitos? E o que pensas deles agora? Vou gostar muito de saber a tua opinião sobre este assunto.

       

      Há várias pessoas a criar os seus cursos online, mas alguns hesitam ou desistem. Mas não é preciso ter medo: ficam aqui 3 mitos sobre cursos online.

    • Cursos Online: Duas verdades que ninguém te diz

       

      cursos online verdades

       

      Os cursos online começam, agora, a ser mais frequentes em Portugal, ainda que esta modalidade de formação seja já muito comum noutros países.

      Eu mesma sou uma grande adepta desta “moda” que agora surge por cá, até porque sou uma ávida consumidora desta modalidade de formação, mas há algumas questões a considerar quando falamos de criar um curso online.

      A maior parte das pessoas segue esta via da criação de cursos online como uma forma de criar um rendimento passivo, mas há duas verdades sobre isto que poucas pessoas conhecem.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1. Ninguém quer comprar um curso online

      Isto significa que comprar um curso online não é a prioridade de um potencial cliente que chega até nós. As pessoas procuram uma solução para o seu problema e as pessoas vão querer comprar aquela que lhes parece ser a melhor solução para esse problema.

      É por isto que não deves procurar vender a esta pessoa o teu curso online, mas sim a solução que tu tens para a ajudar a resolver o seu problema. E, apesar de essa solução até passar pela aquisição do teu curso online, a forma como a apresentas tem de ser totalmente diferente. Ou seja, deves manter sempre o foco na solução que tens para essa pessoa e nos resultados que ela vai obter se seguir aquilo que tens para lhe propor. O curso online, neste caso, é, simplesmente, o meio pelo qual a pessoa terá acesso àquela solução de que tanto precisa.

       

      2. Cursos online não são fontes de rendimento passivo

      O teu curso online, a partir do momento em que o crias, vive sozinho, não necessita mais da tua intervenção, mas a realidade é que não se vende sozinho.

      Por exemplo, ter um curso permanentemente com inscrições abertas pode ser contraproducente, porque as pessoas sabem que ele estará sempre ali, disponível, e, como tal, não vão tomar a inscrição como uma prioridade. Por isso, manter um curso com inscrições quase sempre fechadas e abrir inscrições só em determinadas alturas e durante um período limitado irá contribuir para que obtenhas melhores resultados nas vendas. Isto porque as pessoas sabem que, se não se inscreverem nessa altura, podem perder a oportunidade. Ora isto – lançar inscrições, promover o curso, gerir e fechar inscrições – exige trabalho. E se gera trabalho deixa de ser um rendimento passivo.

      Isto significa que não deves criar um curso online? Claro que não, porque apesar de dar trabalho durante o período de inscrições, de facto, não há limite ao rendimento que podes obter através da venda de um curso online.

      Um curso online, na minha opinião, não é uma forma de rendimento passivo, mas sim um método de alavancagem, ou seja, com a mesma quantidade de trabalho consegues exponenciar os teus resultados, quer em termos de impacto quer de rendimento gerado.

       

      Resumindo:
      – Vale a pena criar um curso online? Sim.
      – Deves avançar com a criação do curso com a ilusão de que com isso estarás a gerar rendimento passivo? Não.
      – Deves promover o teu curso online? Não, promove antes a solução que o teu cliente ideal procura para o seu problema.

      Agora, conta-me, já tens alguma ideia para a criação de um curso online para o teu negócio ou já tens algum a decorrer e sobre que tema? Partilha comigo o teu ponto de situação nos comentários.

       

      Muitas pessoas começam a criar cursos online... e ainda bem! Mas há duas verdades sobre cursos online que precisas de saber!

    • Disciplina para trabalhar a partir de casa

      disciplina para trabalhar

       

      O tema da disciplina que é necessária para se trabalhar por conta própria surge muitas vezes em conversas que tenho, sobretudo, com pessoas que ainda trabalham por conta de outrem, mas que têm vontade de começar a desenvolver o seu próprio negócio. Estas pessoas perguntam-se se, trabalhando a partir de casa, terão disciplina suficiente para desenvolver o seu projeto sem terem outras pessoas, como um chefe, por exemplo, a quem prestar contas e a dizer-lhes o que é necessário fazer.

      Esta é uma questão válida, principalmente para pessoas que nunca trabalharam em casa, mas há, quanto a mim, alguns aspetos importantes a considerar.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1. Paixão

      Acredito que, quando somos apaixonados pelo trabalho que estamos a fazer, a questão da disciplina quase não se coloca. Quanto mais apaixonados estamos por aquilo que fazemos, quanto mais alinhado o nosso trabalho está connosco, com os nossos valores e com o impacto que nós queremos provocar no mundo, menos necessária é a disciplina.

       

      2. Estrutura e visão para o futuro

      Muitas vezes, a paixão existe, mas não há uma estrutura para o que estamos a fazer, não existe uma organização lógica, não há processos nem planeamento. Ou, então, mais importante ainda, não existe uma visão para o futuro. E isto é muito importante numa fase inicial do negócio.

      Portanto, é essencial ter uma estrutura para aquilo que estamos a fazer, seja na forma como organizamos o nosso tempo, seja na forma como os nossos serviços estão organizados ou, até, na forma como criamos os nossos conteúdos.

      A visão para o futuro é uma fonte enorme de motivação, pois sabemos para onde nos estamos a dirigir. Quanto mais clara é a nossa visão para o futuro mais motivados nos vamos sentir, porque temos um destino onde queremos chegar. É por isto que a visualização, como ferramenta de motivação e para manifestar a realidade que queremos à nossa volta, é tão utilizada.

      Ainda assim, em qualquer negócio, vai haver sempre tarefas com as quais não vamos estar tão alinhados e que gostamos menos de fazer. Um negócio envolve inúmeras tarefas e, mesmo que criemos o nosso negócio a partir da nossa zona de génio, algumas dessas tarefas não fazem parte dessa zona. Por isso, a estrutura é tão importante, quer para realizarmos estas tarefas com sucesso enquanto temos de ser nós a fazê-las, mas também porque nos ajudará a delegá-las logo que possível.

      Como criadores do nosso negócio, idealmente, devemos passar cerca de 80 a 90% do nosso tempo na(s) nossa(s) zona(s) de génio.

      Ter um plano neste âmbito é, portanto, fundamental. Por um lado, para identificarmos quais as primeiras tarefas que queremos começar a delegar (faturação, secretariado, edição de áudio/vídeo, gestão de conteúdos e de redes sociais…) e, por outro, para definirmos o rendimento que precisamos de estar a gerar para poder contratar outras pessoas, bem como uma estratégia para conseguirmos reunir essa condição financeira.

      Resumindo, há 2 aspetos que temos de avaliar: primeiro, perceber se o negócio que estamos a criar é mesmo a nossa paixão; depois, se sim, perceber, então, o que nos está a bloquear e nos impede de avançar e trabalhar nisso.

      Deixo-te, por fim, algumas dicas que te podem ajudar a trabalhar a partir de casa de forma mais eficiente:

      • Cria um espaço exclusivamente dedicado ao teu trabalho
      • Sai de casa para trabalhar fora, de vez em quando
      • Faz intervalos regulares
      • Percebe o que funciona para ti
      • Foca-te nos teus objetivos e na tua visão para o futuro do teu negócio

       

      Já trabalhas a partir de casa? Partilha comigo as estratégias que usas para te manteres produtiva.

      Ter disciplina para trabalhar a partir de casa requer organização e a paixão pelo que fazes vai alimentar isso e tudo o resto!

    • Medo da exposição: O que precisas de saber para o ultrapassares

      medo da exposição

       

      Se tens, ou queres vir a ter, um negócio próprio ou desenvolver a tua marca pessoal, mas tens medo da exposição, lê este artigo e vê o vídeo que tenho para ti sobre este tema. A melhor forma de começarmos a falar sobre este tema é desconstruindo cada uma das suas partes.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      1 – O Medo

      O medo não passa de uma emoção e existe para nos avisar de alguma coisa, nomeadamente de um potencial perigo à nossa volta. O medo existe para nos proteger e é ativado quando percecionamos uma ameaça. A questão, aqui, é que nem sempre essa ameaça é real.

      Assim, o que te recomendo é que, mais do que abafar ou evitar o medo, comeces a aprender a conviver com o medo.
      Atualmente, o medo já não me paralisa. Em vez disso, funciona como uma bússola, indicando-me o caminho que devo seguir. Afinal, o medo só surge em relação a coisas que são muito importantes para nós e que podem fazer a diferença na nossa vida e na vida de outras pessoas.

      Então, se queremos fazer algo que é importante para nós, não devemos deixar que o medo nos paralise. Devemos, apenas, usá-lo como bússola. Lembra-te que quanto mais medo sentires de fazer alguma coisa, mais isso significa que fazê-lo é importante para ti.

      Por isso, podemos e devemos avançar mesmo com o medo presente.

       

      2 – A Exposição

      A exposição é habitualmente encarada como algo negativo, mas a verdade é que ela é inevitável se temos uma mensagem para passar ao mundo.

      Não conseguimos fazer chegar a nossa mensagem sem nos expormos, sem nos mostrarmos, sobretudo se esta mensagem estiver ligada a nós, aos nossos valores e ao nosso propósito.

      Vou-te propor que, agora, penses comigo de outra forma: quanto mais exposta eu ficar, mais longe consigo levar a minha mensagem, quantas mais pessoas ouvirem aquilo que tenho para partilhar, mais vou conseguir divulgar aquilo que tenho para dizer.

      Este é o lado positivo da exposição e é nele que te deves focar, pois quando a nossa vontade de levar a nossa mensagem mais longe se torna maior do que o medo da exposição é quando decidimos começar a expor-nos.

      Foca-te na tua mensagem e naquela pessoa que precisa mesmo de ouvir a tua mensagem. Pensa na pessoa cuja vida vai ser impactada quando ouvir a tua mensagem e como ela iria ficar se a tua mensagem não chegasse até ela. É ou não uma pena que tantas pessoas fiquem sem saber aquilo que tens para dizer só porque tens medo da exposição?

       

      3 – Medo do julgamento

      Muitas vezes, o medo da exposição resulta do medo do julgamento que vem com a exposição.

      Aqui, é preciso termos consciência do seguinte:

      • É impossível agradar a toda a gente; haverá sempre quem não se identifique com a tua mensagem; não há problema absolutamente nenhum nisso. Lembra-te que o julgamento das outras pessoas não diz nada sobre a pessoa que tu és, mas sim sobre aquilo que elas pensam sobre si próprias e aquilo que as incomoda nelas. Treina-te para te tornares imune a esse julgamento.
      • É fundamental saber distinguir o que é um feedback construtivo – mesmo que implique apontarem-nos algo que temos a melhorar – e o que é um julgamento negativo, maldoso e, às vezes, até cruel. O feedback positivo tem o potencial de nos fazer melhorar e é a esse feedback, e só a esse, que deves dar crédito.

       

      4 – Autoimagem

      O medo da exposição está também, muitas vezes, relacionado com a nossa autoimagem. Eu própria, antes de começar o meu canal do Youtube, tive muito medo de me expor e de ter de lidar com a minha autoimagem e com aquilo que os outros poderiam pensar de mim.

      Felizmente, percebi que os filtros que aplicamos quando olhamos para nós próprios são totalmente diferentes dos que aplicamos quando olhamos para os outros.

      A nossa tendência ao olharmos para nós é detetar imediatamente os nossos próprios defeitos e, depois, é difícil focarmo-nos noutras coisas que não sejam aquilo de que não gostamos em nós. Mas a verdade é que aquilo que vemos numa imagem nossa não é o mesmo que outra pessoa vê quando olha para nós. O nosso filtro distorce a realidade.

      Deixo-te um exercício: Olha para uma fotografia tua e procura aquilo que tu tens de melhor, foca-te naquilo que são os teus pontos fortes e começa a ver-te com esse filtro. Assim, vais começar a ter uma ideia mais aproximada da forma como as outras pessoas te veem.

       

      E, agora, de que estás à espera? O teu medo da exposição só vai desaparecer quando começares. Estou certa de que tens uma mensagem para passar ao mundo e que há muitas pessoas que vão beneficiar daquilo que tu tens para partilhar com elas.

      Conta-me nos comentários o que é que fez mais sentido para ti neste artigo e o que é que pode realmente fazer a diferença para que avances e comeces a transmitir a tua mensagem.

      O medo da exposição não deve ser um impedimento no caso de teres ou quereres vir a ter um negócio próprio ou desenvolver a tua marca pessoal.

       

    • Rendimento Passivo – 3 Estratégias

      rendimento passivo

       

      Ter uma fonte (ou mais) de rendimento passivo pode trazer-nos tranquilidade e possibilitar um maior equilíbrio no nosso negócio. No entanto, antes de começar a falar sobre este tema, preciso de vos deixar 2 grandes avisos.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      Aviso #1 – Não existe rendimento 100% passivo.

      Isto significa que rendimento passivo não quer dizer que não exista esforço ou tempo despendido do nosso lado. Ou seja, para se criar rendimento passivo é preciso trabalhar. Há sempre um input de esforço e de tempo que temos de colocar na geração deste tipo de rendimento. Na maior parte das vezes, este input é feito logo no início, aquando da criação desta fonte de rendimento, mais do que na sua manutenção. Ainda assim, esta manutenção, mesmo que mínima, tem de existir.

       

      Aviso #2 – Rendimento passivo exige muito trabalho.

      Gerar um rendimento passivo não é algo simples. Dá trabalho, exige esforço e demora algum tempo a construir, mas é possível e pode, de facto, ser uma fonte muito importante de rendimento no nosso negócio, ainda que continue a exigir, depois, alguma manutenção.

       

      Então, de que é que falamos quando falamos de rendimento passivo?

      Rendimento passivo não é simplesmente algo em que nós não estamos a trabalhar e do qual estamos a usufruir rendimentos. Trata-se, sim, de colocar a maior parte de input de tempo e de esforço à cabeça, aquando da criação desta fonte de rendimento e, depois, continuar a gerar rendimento a partir daí, com um mínimo de manutenção. Ou seja, a maior parte do trabalho e esforço são despendidos numa fase inicial. Depois, a fonte começa a gerar rendimento e nós, com um mínimo de manutenção, conseguimos manter essa fonte a gerar dinheiro, dia após dia, sem continuarmos a investir um grande esforço, mas sempre, recordo, com alguma manutenção.

       

      Para que possas começar a pensar sobre este tema e como o podes aplicar ao teu negócio, deixo-te 3 opções para possíveis fontes de rendimento passivo.

       

      Fonte #1 – Programas de Afiliados e Anúncios

      Aqui, tenho de fazer a distinção entre influenciadores e pessoas que têm os seus próprios negócios e vendem os seus próprios produtos e serviços. Acredito que a forma como se trabalham os programas de afiliados é bastante diferente para cada uma destes grupos.

      Focando-me na pessoa que tem o seu próprio negócio, não acredito que a estratégia ideal seja, por exemplo, colocar anúncios no seu website. Em alternativa, no Youtube, por exemplo, a partir do momento em que se reúnam determinadas condições, é possível termos anúncios a passar antes dos nossos vídeos. Contudo, é preciso dizer que esta não será certamente a fonte principal de rendimento de uma pessoa que tenha um negócio, mas pode, ainda assim, ser uma fonte secundária. Outra possibilidade é usar outro tipo de programas de afiliados, como programas de software que usemos no nosso trabalho e que disponibilizem programas de afiliados ou até cursos online de outras pessoas que estejam disponíveis para este tipo de programas, desde que, naturalmente, estejam alinhados com a tua marca e com o teu negócio.

       

      Fonte #2 – Produtos Digitais

      Aqui, podem ser templates, fichas de trabalho, o que for… No fundo, qualquer produto digital que possamos vender no nosso website. Um designer, por exemplo, pode transformar alguns dos seus serviços num produto, como a criação de um template para redes sociais, e vendê-lo no seu website.

      A estratégia é, portanto, transformar um serviço num produto que podemos ter à venda na nossa loja online e que fica ali como fonte de rendimento passivo, sem necessitar de grande intervenção da nossa parte, para além da sua divulgação.

       

      Fonte #3 – Expertise/Conhecimento

      Podemos vender o nosso conhecimento através de um curso online, um ebook ou mesmo um livro físico. No caso de um livro, por exemplo, a maior parte do trabalho é realizada à cabeça, com a preparação, a redação e a revisão, mas, depois de pronto, o livro fica a gerar rendimento. É claro que temos de continuar a fazer a sua divulgação, partilhá-lo, passar a mensagem de que o livro continua a estar à venda, mas a maior parte do trabalho já está feita (tal como acontece com um curso, um ebook, ou outros produtos deste género).

      Vender a nossa expertise passa sempre por ensinarmos alguém a fazer alguma coisa e darmos informações sobre determinado tópico relacionado com a nossa área de atuação.

      Por exemplo, se dão um workshop presencial, podem transformá-lo num workshop online. Podem, inclusivamente, vender um primeiro workshop em direto, e, gravando-o, podem, depois, transformá-lo num produto que outras pessoas possam comprar para assistir em diferido e, aqui, reduzem o valor por exemplo, pois as pessoas já não poderão interagir em direto.

       

      Agora, partilha comigo: já tens alguma fonte de rendimento passivo no teu negócio? Se ainda não tens, qual destas 3 sugestões faz mais sentido no teu caso?

       

      Rendimento passivo não é igual a dinheiro fácil, pois não aparece do nada e exige trabalho à partida. Mas pode vir a tornar-se numa fonte de bom rendimento apenas com alguma manutenção.

    • Como aumentar a conversão de seguidores em clientes

      aumentar conversão

       

      Já expliquei o que significa para mim crescer nas redes sociais e como isso está mais relacionado com a taxa de interação que conseguimos do que propriamente com o número de seguidores. Também já vos apresentei algumas estratégias cuja aplicação contribui para uma maior interação nas redes sociais.

      Hoje, quero falar-vos sobre como podemos transformar seguidores em clientes, já que nenhum negócio sobrevive sem eles.

      O que podemos, então, fazer para otimizar a nossa taxa de conversão nas redes sociais (e não só)?

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1 – Torna bem claro aquilo que vendes

      A verdade é que se não estiver claro aquilo que temos para oferecer, não vamos ter quem compre.

      Primeiro, analisa se a tua mensagem está bem definida e se, dentro da tua mensagem, está bem claro aquilo que estás a vender. Estás a passar a mensagem de quais são os principais benefícios do teu produto ou do teu serviço para o cliente? Estás a usar os princípios do storytelling para passares a tua mensagem e falares sobre aquilo que tens para vender?

       

      2 – Valida a tua ideia antes da sua criação

      O teu serviço ou produto é algo que as pessoas querem ou é apenas algo que criaste porque é algo de que gostas muito? Validaste a tua ideia? Procuraste saber se é um serviço ou produto que as pessoas procuram e têm interesse em adquirir ou partiste para a criação do produto ou serviço sem validares a ideia?

      Este ponto é muito importante. Na realidade, se não houver ninguém para comprar aquilo que criámos, o nosso negócio não vai ter sucesso e nada do que possamos fazer vai aumentar as nossas conversões, porque simplesmente não é algo que as pessoas queiram comprar.

      Validar a ideia antes de criarmos o produto ou serviço, fazer um estudo de mercado, perceber se é algo que já tem clientes, se é algo que as pessoas procuram e se estão dispostas a pagar por isso. Este é o primeiro passo a dar antes de avançar e, se ainda não fizeste isto, pode ser este o motivo pelo qual tens dificuldade em converter seguidores em clientes.

       

      3 – Inclui toda a informação necessária nas tuas páginas de vendas (landing pages ou sales pages)

      Verifica se as páginas onde vendes os teus produtos têm toda a informação sobre aquilo que vendes. Estás a garantir que a página onde descreves o teu serviço tem toda a informação necessária: os benefícios, o que está incluído, que pessoas podem ter interesse nesse produto ou serviço? Está tudo percetível na tua página de vendas?

       

      4 – Usa o vocabulário que o teu cliente ideal usaria

      Muitas vezes, dentro de determinada área, há vocabulário específico que, para nós como especialistas, faz parte do nosso vocabulário comum, mas o nosso cliente pode não conhecer este vocabulário porque não é ele o especialista.

      Por esta razão, é importante que, em vez de usarmos o vocabulário de especialista, nos esforcemos por usar o vocabulário que este cliente usaria na fase em que se encontra. Caso contrário, ele não se vai identificar com aquilo que estamos a dizer.

      Há várias formas de percebermos qual é este vocabulário que os clientes usam: podemos recuar ao tempo em que nós próprios ainda não éramos especialistas na matéria, podemos usar questionários ou podemos mesmo usar as próprias conversas que temos com os clientes nos contactos que estabelecemos com eles para percebermos qual é o vocabulário que ele usa e, depois, usarmos nos nossos conteúdos e no nosso copywriting de vendas. Assim, será mais fácil que uma pessoa nova que chegue se identifique com o vocabulário que estamos a usar.

       

      5 – Contrapõe as principais objeções de potenciais clientes

      Comentários como “Isto é caro demais”, “Não vejo qual o valor em adquirir este produto ou este serviço” ou “Este produto ou este serviço não é para mim” são comentários que devemos antecipar. Ou seja, temos de garantir que estamos a contrapor todas estas objeções antes mesmo de o cliente pensar nelas, porque, assim, não vão ser um impedimento à compra.

       

      6 – Garante que é fácil avançar para a compra

      Se temos uma loja online, devemos garantir que é fácil comprar o produto. Se vendemos um serviço e a venda passa por uma primeira conversa com o cliente, temos de garantir que é fácil para o cliente agendar esta conversa e, depois, avançar para a compra. Quanto mais difícil for avançar para a compra, menor vai ser a taxa de conversão.

       

      7 – Nas redes sociais, foca-te no fator know-like-trust

      Este fator implica que a pessoa tem de nos conhecer primeiro, depois de tem de gostar de nós ou daquilo que estamos a partilhar e, depois, tem ainda de confiar em nós para só então, aí sim, comprar. As redes sociais são o local ideal para fazer crescer este fator. Fazer vendas diretas a uma pessoa que está a entrar em contacto connosco pela primeira vez não terá tão bom resultado como criarmos uma relação primeiro.

      Nas redes sociais, devemos tentar reduzir ao máximo a venda direta que pode ser feita de outras formas, como através do email marketing, por exemplo, ou até presencialmente. Nas redes sociais, devemos focar-nos mais em darmo-nos a conhecer, mostrarmos a nossa personalidade (já falei sobre isto aqui) e o nosso expertise para que as pessoas confiem em nós. É assim que as pessoas vão, finalmente, comprar.

       

      8 – Inclui social proof no teu website

      É importante também apresentarmos testemunhos e feedback de pessoas que entraram em contacto com os nossos serviços e conteúdos no nosso site – mais até do que nas redes sociais -, pois isto é uma garantia de que conseguimos entregar resultados. É muito mais significativo haver outra pessoa a dizer que conseguiu determinado resultado devido ao nosso trabalho do que simplesmente sermos nós a alegarmos o alcance desses resultados.

       

       

      Estas são as dicas que tenho para ti sobre este tema. Se há algum assunto que gostarias de ver tratado com mais pormenor, diz-me. Por exemplo, nunca tinhas ouvido falar em storytelling aplicado às vendas? Tens interesse em mais conteúdos sobre isto?

       

      Um negócio não sobrevive por ter seguidores mas sim clientes. Então como podemos aumentar as conversões? Deixo 8 dicas que podem ajudar!