Filipa Maia

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    Filipa Maia

    • Rendimento Passivo – 3 Estratégias

      rendimento passivo

       

      Ter uma fonte (ou mais) de rendimento passivo pode trazer-nos tranquilidade e possibilitar um maior equilíbrio no nosso negócio. No entanto, antes de começar a falar sobre este tema, preciso de vos deixar 2 grandes avisos.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      Aviso #1 – Não existe rendimento 100% passivo.

      Isto significa que rendimento passivo não quer dizer que não exista esforço ou tempo despendido do nosso lado. Ou seja, para se criar rendimento passivo é preciso trabalhar. Há sempre um input de esforço e de tempo que temos de colocar na geração deste tipo de rendimento. Na maior parte das vezes, este input é feito logo no início, aquando da criação desta fonte de rendimento, mais do que na sua manutenção. Ainda assim, esta manutenção, mesmo que mínima, tem de existir.

       

      Aviso #2 – Rendimento passivo exige muito trabalho.

      Gerar um rendimento passivo não é algo simples. Dá trabalho, exige esforço e demora algum tempo a construir, mas é possível e pode, de facto, ser uma fonte muito importante de rendimento no nosso negócio, ainda que continue a exigir, depois, alguma manutenção.

       

      Então, de que é que falamos quando falamos de rendimento passivo?

      Rendimento passivo não é simplesmente algo em que nós não estamos a trabalhar e do qual estamos a usufruir rendimentos. Trata-se, sim, de colocar a maior parte de input de tempo e de esforço à cabeça, aquando da criação desta fonte de rendimento e, depois, continuar a gerar rendimento a partir daí, com um mínimo de manutenção. Ou seja, a maior parte do trabalho e esforço são despendidos numa fase inicial. Depois, a fonte começa a gerar rendimento e nós, com um mínimo de manutenção, conseguimos manter essa fonte a gerar dinheiro, dia após dia, sem continuarmos a investir um grande esforço, mas sempre, recordo, com alguma manutenção.

       

      Para que possas começar a pensar sobre este tema e como o podes aplicar ao teu negócio, deixo-te 3 opções para possíveis fontes de rendimento passivo.

       

      Fonte #1 – Programas de Afiliados e Anúncios

      Aqui, tenho de fazer a distinção entre influenciadores e pessoas que têm os seus próprios negócios e vendem os seus próprios produtos e serviços. Acredito que a forma como se trabalham os programas de afiliados é bastante diferente para cada uma destes grupos.

      Focando-me na pessoa que tem o seu próprio negócio, não acredito que a estratégia ideal seja, por exemplo, colocar anúncios no seu website. Em alternativa, no Youtube, por exemplo, a partir do momento em que se reúnam determinadas condições, é possível termos anúncios a passar antes dos nossos vídeos. Contudo, é preciso dizer que esta não será certamente a fonte principal de rendimento de uma pessoa que tenha um negócio, mas pode, ainda assim, ser uma fonte secundária. Outra possibilidade é usar outro tipo de programas de afiliados, como programas de software que usemos no nosso trabalho e que disponibilizem programas de afiliados ou até cursos online de outras pessoas que estejam disponíveis para este tipo de programas, desde que, naturalmente, estejam alinhados com a tua marca e com o teu negócio.

       

      Fonte #2 – Produtos Digitais

      Aqui, podem ser templates, fichas de trabalho, o que for… No fundo, qualquer produto digital que possamos vender no nosso website. Um designer, por exemplo, pode transformar alguns dos seus serviços num produto, como a criação de um template para redes sociais, e vendê-lo no seu website.

      A estratégia é, portanto, transformar um serviço num produto que podemos ter à venda na nossa loja online e que fica ali como fonte de rendimento passivo, sem necessitar de grande intervenção da nossa parte, para além da sua divulgação.

       

      Fonte #3 – Expertise/Conhecimento

      Podemos vender o nosso conhecimento através de um curso online, um ebook ou mesmo um livro físico. No caso de um livro, por exemplo, a maior parte do trabalho é realizada à cabeça, com a preparação, a redação e a revisão, mas, depois de pronto, o livro fica a gerar rendimento. É claro que temos de continuar a fazer a sua divulgação, partilhá-lo, passar a mensagem de que o livro continua a estar à venda, mas a maior parte do trabalho já está feita (tal como acontece com um curso, um ebook, ou outros produtos deste género).

      Vender a nossa expertise passa sempre por ensinarmos alguém a fazer alguma coisa e darmos informações sobre determinado tópico relacionado com a nossa área de atuação.

      Por exemplo, se dão um workshop presencial, podem transformá-lo num workshop online. Podem, inclusivamente, vender um primeiro workshop em direto, e, gravando-o, podem, depois, transformá-lo num produto que outras pessoas possam comprar para assistir em diferido e, aqui, reduzem o valor por exemplo, pois as pessoas já não poderão interagir em direto.

       

      Agora, partilha comigo: já tens alguma fonte de rendimento passivo no teu negócio? Se ainda não tens, qual destas 3 sugestões faz mais sentido no teu caso?

       

      Rendimento passivo não é igual a dinheiro fácil, pois não aparece do nada e exige trabalho à partida. Mas pode vir a tornar-se numa fonte de bom rendimento apenas com alguma manutenção.

    • Como aumentar a conversão de seguidores em clientes

      aumentar conversão

       

      Já expliquei o que significa para mim crescer nas redes sociais e como isso está mais relacionado com a taxa de interação que conseguimos do que propriamente com o número de seguidores. Também já vos apresentei algumas estratégias cuja aplicação contribui para uma maior interação nas redes sociais.

      Hoje, quero falar-vos sobre como podemos transformar seguidores em clientes, já que nenhum negócio sobrevive sem eles.

      O que podemos, então, fazer para otimizar a nossa taxa de conversão nas redes sociais (e não só)?

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1 – Torna bem claro aquilo que vendes

      A verdade é que se não estiver claro aquilo que temos para oferecer, não vamos ter quem compre.

      Primeiro, analisa se a tua mensagem está bem definida e se, dentro da tua mensagem, está bem claro aquilo que estás a vender. Estás a passar a mensagem de quais são os principais benefícios do teu produto ou do teu serviço para o cliente? Estás a usar os princípios do storytelling para passares a tua mensagem e falares sobre aquilo que tens para vender?

       

      2 – Valida a tua ideia antes da sua criação

      O teu serviço ou produto é algo que as pessoas querem ou é apenas algo que criaste porque é algo de que gostas muito? Validaste a tua ideia? Procuraste saber se é um serviço ou produto que as pessoas procuram e têm interesse em adquirir ou partiste para a criação do produto ou serviço sem validares a ideia?

      Este ponto é muito importante. Na realidade, se não houver ninguém para comprar aquilo que criámos, o nosso negócio não vai ter sucesso e nada do que possamos fazer vai aumentar as nossas conversões, porque simplesmente não é algo que as pessoas queiram comprar.

      Validar a ideia antes de criarmos o produto ou serviço, fazer um estudo de mercado, perceber se é algo que já tem clientes, se é algo que as pessoas procuram e se estão dispostas a pagar por isso. Este é o primeiro passo a dar antes de avançar e, se ainda não fizeste isto, pode ser este o motivo pelo qual tens dificuldade em converter seguidores em clientes.

       

      3 – Inclui toda a informação necessária nas tuas páginas de vendas (landing pages ou sales pages)

      Verifica se as páginas onde vendes os teus produtos têm toda a informação sobre aquilo que vendes. Estás a garantir que a página onde descreves o teu serviço tem toda a informação necessária: os benefícios, o que está incluído, que pessoas podem ter interesse nesse produto ou serviço? Está tudo percetível na tua página de vendas?

       

      4 – Usa o vocabulário que o teu cliente ideal usaria

      Muitas vezes, dentro de determinada área, há vocabulário específico que, para nós como especialistas, faz parte do nosso vocabulário comum, mas o nosso cliente pode não conhecer este vocabulário porque não é ele o especialista.

      Por esta razão, é importante que, em vez de usarmos o vocabulário de especialista, nos esforcemos por usar o vocabulário que este cliente usaria na fase em que se encontra. Caso contrário, ele não se vai identificar com aquilo que estamos a dizer.

      Há várias formas de percebermos qual é este vocabulário que os clientes usam: podemos recuar ao tempo em que nós próprios ainda não éramos especialistas na matéria, podemos usar questionários ou podemos mesmo usar as próprias conversas que temos com os clientes nos contactos que estabelecemos com eles para percebermos qual é o vocabulário que ele usa e, depois, usarmos nos nossos conteúdos e no nosso copywriting de vendas. Assim, será mais fácil que uma pessoa nova que chegue se identifique com o vocabulário que estamos a usar.

       

      5 – Contrapõe as principais objeções de potenciais clientes

      Comentários como “Isto é caro demais”, “Não vejo qual o valor em adquirir este produto ou este serviço” ou “Este produto ou este serviço não é para mim” são comentários que devemos antecipar. Ou seja, temos de garantir que estamos a contrapor todas estas objeções antes mesmo de o cliente pensar nelas, porque, assim, não vão ser um impedimento à compra.

       

      6 – Garante que é fácil avançar para a compra

      Se temos uma loja online, devemos garantir que é fácil comprar o produto. Se vendemos um serviço e a venda passa por uma primeira conversa com o cliente, temos de garantir que é fácil para o cliente agendar esta conversa e, depois, avançar para a compra. Quanto mais difícil for avançar para a compra, menor vai ser a taxa de conversão.

       

      7 – Nas redes sociais, foca-te no fator know-like-trust

      Este fator implica que a pessoa tem de nos conhecer primeiro, depois de tem de gostar de nós ou daquilo que estamos a partilhar e, depois, tem ainda de confiar em nós para só então, aí sim, comprar. As redes sociais são o local ideal para fazer crescer este fator. Fazer vendas diretas a uma pessoa que está a entrar em contacto connosco pela primeira vez não terá tão bom resultado como criarmos uma relação primeiro.

      Nas redes sociais, devemos tentar reduzir ao máximo a venda direta que pode ser feita de outras formas, como através do email marketing, por exemplo, ou até presencialmente. Nas redes sociais, devemos focar-nos mais em darmo-nos a conhecer, mostrarmos a nossa personalidade (já falei sobre isto aqui) e o nosso expertise para que as pessoas confiem em nós. É assim que as pessoas vão, finalmente, comprar.

       

      8 – Inclui social proof no teu website

      É importante também apresentarmos testemunhos e feedback de pessoas que entraram em contacto com os nossos serviços e conteúdos no nosso site – mais até do que nas redes sociais -, pois isto é uma garantia de que conseguimos entregar resultados. É muito mais significativo haver outra pessoa a dizer que conseguiu determinado resultado devido ao nosso trabalho do que simplesmente sermos nós a alegarmos o alcance desses resultados.

       

       

      Estas são as dicas que tenho para ti sobre este tema. Se há algum assunto que gostarias de ver tratado com mais pormenor, diz-me. Por exemplo, nunca tinhas ouvido falar em storytelling aplicado às vendas? Tens interesse em mais conteúdos sobre isto?

       

      Um negócio não sobrevive por ter seguidores mas sim clientes. Então como podemos aumentar as conversões? Deixo 8 dicas que podem ajudar!

    • Como Aumentar a Interação nas Redes Sociais

      interação nas redes sociais

       

      No último artigo já expliquei que, para mim, crescer nas redes sociais tem muito mais que ver com o nível de interação que temos nas nossas publicações e com a taxa conversão que temos de seguidores em clientes do que, propriamente, com o número total de seguidores, já que este pode não representar absolutamente nada em termos de negócio. Na verdade, os seguidores não pagam as nossas contas e como tal, por si só, o número de seguidores não determina o sucesso de um negócio.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Agora, o que me proponho fazer é falar-vos um pouco sobre interação e como podemos aumentar os níveis de interação nas nossas publicações nas redes sociais.

      Para isso, trago-vos algumas sugestões sobre as quais também já fui falando de alguma forma noutras alturas.

       

      1 – Incentivar a interação

      Para isto, é fundamental termos um CTA (call to action) em todas, ou quase todas, as nossas publicações. Fazermos uma pergunta ou pedirmos uma reação de quem nos segue, nem que seja só com o uso de um emoji, pode fazer toda a diferença no número que comentários que vamos obter numa publicação. Muitas vezes, basta uma pergunta simples. Aliás, frequentemente, quanto mais simples é a pergunta mais elevados são os resultados ao nível da interação e perguntas muito complexas podem mesmo desincentivar. O ideal é que as pessoas consigam responder em poucas palavras, sem terem de pensar muito sobre o assunto. Além disso, estas perguntas podem ser colocadas de forma divertida e devem estar relacionadas com os tópicos que costumamos abordar.

       

      2 – Responder a todos os comentários

      Este ponto é muito importante. Mesmo que não seja no imediato, não devemos deixar comentários por responder. Podemos reservar um período específico do dia só para isso. O importante é que todos os comentários recebam uma resposta. Se não o fizermos, a pessoa que interagiu connosco vai acabar por perder o interesse nas nossas publicações, porque não recebe feedback da nossa parte.

      A interação tem de existir de ambas as partes. Por um lado, devemos promover a interação dos nossos seguidores com as nossas publicações, mas devemos, também, interagir com eles nos comentários. Afinal, se a pessoa se deu ao trabalho de deixar um comentário, é extremamente importante que nós valorizemos isso, respondendo a esse comentário.

       

      3 – Comentar outras contas

      Este ponto tem que ver com estratégia, mas também está relacionado com mindset. Ou seja, qual é a lógica de querermos que os outros interajam connosco e com as nossas publicações se nós não interagimos com eles nem comentamos outras publicações também? Se não fizermos pelos outros o que gostávamos que fizessem por nós, dificilmente vamos ver resultados.

      Assim, se queremos começar a ter mais comentários na nossa conta, também temos de começar a deixar comentários nas contas com que nos identificamos, que nos acrescentam valor, que nos causam alguma emoção.

      Quantos mais comentários deixarmos nas publicações de outras pessoas, mais pessoas vamos ter a deixarem comentários na nossa conta. Há, contudo, algo muito importante a ter em consideração nos comentários que deixamos: eles devem ter conteúdo e, de alguma forma, acrescentar valor à publicação. Comentar só porque sim não nos vai trazer os resultados que pretendemos.

       

      4 – Iniciar conversas por mensagem direta

      As redes sociais têm muito que ver com criar relações. No último artigo também já falei sobre a importância de criarmos relações e estas relações podem acontecer exatamente dentro da rede social. Podemos iniciar conversas e começar a criar relações com pessoas através de mensagens diretas que trocamos com pessoas que seguimos e cujo trabalho admiramos. Estas mensagens, tal como os comentários, devem ter interesse, significado e acrescentar valor. Estas conversas vão, depois, refletir-se na interação gerada nas nossas redes sociais.

       

      5 – Mostra mais a tua personalidade

      É um facto que conteúdos sem personalidade não prendem a atenção de quem se cruza com uma publicação nossa. Temos de ser autênticos e a nossa personalidade é, na verdade, a base de tudo. A nossa marca pessoal será, portanto, o reflexo disso mesmo e é esta autenticidade que vai gerar empatia nas outras pessoas. É isso que vai fazer com que as pessoas se queiram relacionar connosco. Por isso, mostrarmos a nossa personalidade, sem medo, é muito importante nas redes sociais, já que é isso que mostra que está ali uma pessoa real e não só uma marca.

       

      6 – Faz mais vídeo

      O vídeo é a melhor forma de mostrarmos a nossa personalidade. Mesmo que, no início, a exposição para a câmara possa criar alguma estranheza, o vídeo permite-nos chegar às pessoas mais eficazmente, gerando empatia. Há imensas formas de o fazermos: no Youtube, nas stories, em diretos, no IGtv… é só escolhermos aquela que mais se adequa ao que pretendemos.

       

      Daquilo que vou percebendo no meu trabalho, este último ponto gera desconforto para muitas pessoas. Por isso, gostaria muito de vos trazer mais conteúdos sobre este tema do medo da exposição. Para tal, preciso de saber se convosco isso também acontece. Quais são as vossas maiores dificuldades?

       

      Continuando no tópico das redes sociais, neste artigo deixo algumas dicas de coisas simples que podem fazer para aumentarem a interação nas redes sociais.

       

    • Como Crescer nas Redes Sociais

      Crescer nas redes sociaisc

      Este é um tema que, por norma, desperta sempre o interesse de quem usa as redes sociais para trabalhar, para divulgar o seu negócio e chegar a cada vez mais pessoas.
      Contudo, a abordagem que vos apresento hoje é, talvez, um pouco diferente daquela que seria expectável.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Quem me acompanha pelo Youtube e viu o vídeo sobre a palavra que escolhi para 2019 sabe que este ano me vou focar mais em temas relacionados com Mindset e menos nos temas relativos a estratégia. Parece paradoxal, mas é com base nesta linha de pensamento que quero falar convosco sobre este tema do crescimento nas redes sociais.

      Para isso, preciso de clarificar o que é que, para mim, significa crescer nas redes sociais. Quando me refiro ao crescimento nas redes sociais, não estou a falar em fazer crescer o número de seguidores. Na verdade, o número de seguidores não importa nada para o crescimento do nosso negócio, pois não são os seguidores que pagam as contas ou trazem lucro ao negócio e encontramos facilmente contas com um elevadíssimo número de seguidores que, depois, não refletem propriamente um negócio de sucesso.

      Então, quando falo em crescer nas redes sociais, refiro-me concretamente a 2 aspetos: interação e conversão de seguidores em clientes.  A chave é termos seguidores que estão realmente interessados naquilo que estamos a dizer e naquilo que temos para vender. Não importa se são 10, 10 mil ou 10 milhões. O importante é que tenham interesse naquilo que temos para partilhar e naquilo que vendemos.

      Neste sentido, recomendo 3 métodos para crescer nas redes sociais:

       

      1- Criar conteúdos de excelente qualidade (dentro e fora das redes sociais)

      Estou a falar de conteúdos dentro e fora das redes sociais, quer sejam as fotografias e as captions do Instagram, os vídeos no Youtube, os podcasts ou até os freebies que criamos para serem lead magnets da nossa newsletter.

      Todos estes conteúdos terão um impacto direto na interação que vamos gerar nas redes sociais, porque com conteúdos de qualidade as pessoas vão ter interesse nos temas que estamos a tratar. Numa perspetiva de angariação de clientes, isto também vai ter impacto, porque com conteúdo de qualidade as pessoas vão confiar em nós para fazermos um trabalho de qualidade quando nos contratarem.

      A criação de conteúdo de qualidade vai ter ainda um efeito secundário que é o aumento do número de seguidores, porque as pessoas vão partilhar esses conteúdos de qualidade e é com essas partilhas que vamos conseguir chegar a cada vez mais pessoas.

      As redes sociais vivem de conteúdos, por isso são eles que nos podem ajudar a chegar mais longe.

       

      2- Criar relações (dentro e fora das redes sociais)

      Mais uma vez, este método também deve ser aplicado dentro e fora das redes sociais. Devemos falar com as pessoas, sejam os nossos seguidores ou pessoas que seguimos e com cujo conteúdo nos identificamos e apreciamos, utilizando quer os comentários, quer as mensagens diretas. Quando, por exemplo, vemos que alguém está a fazer um bom trabalho numa rede social, devemos dizer-lhe isso mesmo. Isto vai promover a interação, porque demonstramos interesse pelo seu trabalho e reconhecemos o seu esforço e dedicação.

      Fora das redes sociais, também. Conversarmos com pessoas, conversarmos sobre o nosso trabalho, sobre as nossas redes sociais vai aproximar-nos dos outros enquanto damos a conhecer aquilo que fazemos. As redes sociais são um espaço para se fomentarem relações, por isso, quando promovemos essas relações fora das redes sociais, estamos também a promovê-las dentro, porque acabamos por nos encontrar também aí.

       

      3- Fazer um excelente trabalho

      O boca-a-boca continua a funcionar muito bem. Hoje em dia, o boca-a-boca já não se resume a um amigo que recomenda o nosso trabalho a outro amigo. Hoje, esta recomendação pode chegar precisamente dentro de uma rede social. A partilha do trabalho que desenvolvemos pode partir de uma pessoa que trabalha connosco e que reconhece a qualidade do nosso trabalho ou pode vir de alguém que, simplesmente, partilha os nossos conteúdos.

      A chave do crescimento nas redes sociais e no nosso negócio está em sermos tão bons que é impossível as pessoas ignorarem-nos, tal como é referido por Cal Newport no seu livro So Good They Can’t Ignore You: Why Skills Trump Passion in the Quest for Work You Love.

       

      Esta é a minha perspetiva do que significa crescer nas redes sociais: tudo se resume a conteúdo, relações e trabalho de qualidade. Vou gostar de saber se concordam comigo e, sobretudo, qual é o primeiro passo que vão dão dar para colocarem e prática uma destas minhas recomendações.

       

      Como crescer nas redes sociais. Não, este artigo não dá mais 10 truques para enganar algoritmos e ganhar seguidores. Mas dá 3 passos para crescer de forma orgânica.

    • Principais erros nas redes sociais

      erros nas redes sociais

      Nesta altura do ano, muitas pessoas estão a planear mudanças para o seu trabalho nas redes sociais a partir do próximo ano. Estamos mesmo quase a chegar a 2019 e, por isso, é a altura ideal para revermos aquilo que, profissionalmente, estamos a fazer nas redes sociais e a estratégia que estamos a usar. É por isso que hoje vos trago os erros que vejo mais nas redes sociais, para que possas começar a trabalhar em corrigi-los. Eu própria já cometi alguns destes erros, por isso não te preocupes se também estiveres a fazê-los, vamos sempre a tempo de corrigir.

      Vê também o vídeo:

      1 – Não responder a comentários

      Todos os comentários devem ter uma resposta. A dada altura, quando já alcançámos uma elevada interação por parte do nosso público, isto pode ser difícil. Mas, quando isto acontece e não conseguimos mesmo responder a todos os comentários, a minha recomendação é que contratem um community manager para vos ajudar nesta tarefa. Afinal, se a interação já é muito elevada, é natural que estejam a gerar rendimento com o vosso negócio, por isso valerá a pena fazer este investimento. 

      2 – Publicações automáticas

      Fazer publicações automáticas e cruzadas entre redes sociais diferentes é outro erro muito comum. De facto, não há grande problema em colocar os mesmos conteúdos em duas redes sociais diferentes, mas não devemos automatizar este procedimento. Refiro-me, por exemplo, a fazer uma publicação no Instagram e a partilhar, automaticamente, também no Facebook. Isto é um erro porque, em primeiro lugar, são redes sociais com particularidades diferentes: os tags são diferentes, no Instagram usam-se muitas hashtags, no Facebook não, por exemplo. Depois, em termos de algoritmo também saímos prejudicados, pois o Facebook percebe que aquela publicação veio do Instagram, que não é nativa do Facebook, e não vai potenciar tanto o alcance dessa mesma publicação. Por último, porque as pessoas percebem que aquela publicação não pertence ali e nem vão perder tempo a ler.

      A solução é adaptar, publicando nativamente no Facebook, mesmo que mantendo a mesma imagem e aproximadamente o mesmo texto. O próprio Facebook já nos facilita esta tarefa, com a barra de imagens do Instagram que surge no topo da nossa página, por isso, é só clicarmos na imagem que queremos publicar e, assim, fazemos a publicação de forma nativa.

      3 – Não usar devidamente cada rede

      Cada rede tem o seu próprio tipo de conteúdos, ou seja, é muito importante usarmos os conteúdos para os quais cada rede social foi criada. O Instagram, por exemplo, foi criado para se dar destaque ao visual, por isso é fundamental publicarmos imagens com grande qualidade. No Facebook e no Twitter isto já não é assim tão importante.

      Exemplos de outros usos indevidos:

      – Colocar vídeos muito grandes nas stories do Instagram. Não foi para isso que as stories foram criadas e a verdade é que ninguém aguenta estar a ver minutos de gravação em blocos de 15 segundos. Se o quiserem fazer, há outras formas mais adequadas, dependendo do tipo de conteúdos: IGTV, Facebok, Youtube.

      – Usar a mesma imagem para o Facebook e para o Pinterest. O Pinterest beneficia imagens verticais, portanto, devemos criar uma imagem específica para esta rede social.

      – Usar o Youtube para publicar um podcast. O Youtube é para conteúdo visual. Pode ser usado como ferramenta de partilha secundária para um podcast, mas este deve ficar alojado numa plataforma própria, como o iTunes, por exemplo.

      4 – Respostas a comentários negativos

      Numa perspetiva de negócio, não devemos criar conteúdos para dar resposta pública aos comentários e às mensagens negativas que nos chegam.

      Todos vamos receber comentários e mensagens negativas, e o que temos a fazer é responder à pessoa em causa em privado, para tentar perceber se há algum fundamento para aquele comentário, ou então simplesmente ignorar.

      Estarmos a criar conteúdo para responder a estas situações só mostra que nos estamos a deixar afetar pelas críticas negativas, sejam elas de feedback construtivo ou mesmo de haters (porque eles existem).

      Por isso, antes de fazermos o que quer que seja relativamente a uma situação deste género, devemos pensar naquilo que está alinhado com os valores da nossa marca e com aquilo que ela representa e agir sempre em função disso.

      5 – Dar erros ortográficos e gramaticais

      Fazer uma publicação com erros dá uma péssima imagem à nossa marca, por isso é necessário termos muita atenção a este ponto. Para evitar que isto aconteça, podemos usar um corretor ortográfico, ler várias vezes os textos, pedir ajuda a alguém ou, até, investir mesmo na contratação de um revisor. Uma estratégia que podemos usar para identificar erros é alterarmos a formatação do texto antes da última leitura. Mudar o tipo de letra vai permitir-nos destacar mais facilmente eventuais erros. Outra estratégia é lermos o texto em voz alta. Ao fazê-lo, apercebemo-nos da falta de fluidez, por exemplo.

      6 – Nunca aparecer

      Eu própria já cometi este erro, mas a realidade é que as pessoas querem fazer negócios com pessoas e não com marcas ou logotipos. Só vamos criar uma ligação emocional com as pessoas que nos seguem se houver uma ligação emocional com a marca e ninguém cria uma ligação emocional com um logotipo. Por isso, aparecer é muito importante, mesmo que não seja fácil. Há muitas pessoas que têm dificuldade com isso – eu percebo, porque já estive nessa situação -, mas o segredo passa por começarmos a aparecer aos poucos e depois, à medida que vamos ficando mais confortáveis, vamos aumentando a exposição. Se, progressivamente, usarmos esta estratégia, com o tempo, esse desconforto vai desaparecer.

      7 – A marca é o herói

      As publicações devem ser sobre o cliente e não só sobre a marca. O cliente é que deve ser o herói das nossas publicações. Marcas que apenas falem de si e que se posicionem no lugar do herói não vão conseguir criar a tal ligação emocional com os seus seguidores. Os nossos clientes é que passam pelas transformações, eles é que evoluem. É disso que devemos falar, acrescentando, naturalmente, todas as ferramentas e estratégias de que dispomos para os ajudar nesse processo.

      Tomarmos consciência destes erros permite-nos dar o primeiro passo para os corrigirmos e, mesmo que ainda cometam algum deles nas vossas redes sociais,estão sempre a tempo de melhorar.

      E, já agora, em que rede social estão a pensar apostar mais em 2019?

      Partilho os principais erros que vejo nas redes sociais, a tempo de todos começarmos a trabalhar na sua correção em 2019.
    • O que é o Brand Coaching – E 3 objetivos essenciais de uma marca

      Brand Coaching

      Muitas pessoas chegam até mim com dúvidas sobre o que é isto do Brand Coaching, e isso é perfeitamente normal já que não é um conceito muito conhecido. Por isso decidi explicar-te neste artigo.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Mas primeiro, deixa-me começar por explicar quais são, a meu ver, os 3 objetivos principais de qualquer marca.

       

      Objetivo #1 – Suporte ao teu estilo de vida ideal

      Quando o teu negócio e a tua marca estiverem estabelecidos, terás o tempo que queres para fazeres as coisas de que gostas? Vai ser possível gerar um retorno suficiente para viveres como e onde queres? Terás a liberdade de gerires a tua vida como queres, tanto em termos de horários como de localização? Terás o tempo de que precisas para estares com a tua família? Para cuidares de ti?

      Cumprir estes requisitos pode ter várias implicações para a tua marca e para o teu negócio. Pode, por exemplo, significar que não vais estar presente em todas as redes sociais nem vais criar um vídeo por dia para o Youtube se isso te tirar tempo de que precisas para fazer outras coisas, e está tudo bem. Deve ser sempre a estratégia de conteúdos e de comunicação a adaptar-se à tua vida, e não o inverso.

       

      Objetivo #2 – Traduzir a pessoa que és e aquilo em que acreditas

      Quando falamos de marcas pessoais, se não puderes apresentar-te como o teu “eu” autêntico, estarás sempre em esforço. Por isso, é extremamente importante que a tua marca traduza a pessoa que realmente és, assim como os teus valores.

      Uma das definições mais famosas daquilo que é uma marca é da Karley Cunningham, da Big Bold Brand que diz que uma marca é aquilo que as pessoas dizem de ti quando não estás presente. O que queres que as pessoas digam de ti depois de se depararem com a tua marca?

      Para se conseguir fazer isto é necessário que tenhas um profundo auto-conhecimento. Como poderás criar uma marca fiel a ti se não souberes quem és?

       

      Objetivo #3 – Servir o mundo

      É importante que o teu negócio sirva o mundo por dois motivos:

      • por motivos altruistas – ajudar os outros é uma das maiores fontes de realização pessoal e profissional, pelo que é necessário saberes que estás a contribuir para um mundo melhor. Se não tiveres o teu “porquê” bem presente, será difícil motivares-te a saíres da cama todas as manhãs para fazeres o teu trabalho

       

      • por motivos egoistas – se não estiveres a ajudar as pessoas, de alguma forma, não terás como subsistir. Precisas de apresentar um serviço de grande qualidade para que as pessoas estejam dispostas a pagar-te. Queiramos ou não, o dinheiro é necessário. Não pelo dinheiro em si, mas por aquilo que traz: suporte ao teu estilo de vida ideal (mais uma vez), equilíbrio e paz de espírito. Se não tiveres isto, não conseguirás fazer um trabalho de qualidade e todos ficarão a perder – tu, mas também os teus clientes.

       

       

      Por isso mesmo, é com base nestes objetivos que se processa um projeto de Brand Coaching. Para além da marca e da estratégia de conteúdos, olhamos para alguns aspetos visuais, para os serviços que serão prestados e para alguns elementos concretos de marketing.

       

      Para além disto, o processo de Brand Coaching tem outros benefícios:

      – aumento da confiança – em ti e na tua marca;

      – algumas mudanças de mindset em relação aos negócios e à criação de conteúdos

      – logicamente, ajuda a trazer clareza

      – é fonte de motivação

       

      Por isso, se acreditas que um processo de Brand Coaching pode ajudar-te, não hesites em entrar em contacto comigo e conversamos para ver se faz sentido trabalharmos juntas. E se ainda assim continuas com dúvidas em relação a este tipo de trabalho, podes enviar as tuas perguntas, por email ou aqui mesmo nos comentários deste artigo.

       

      Fica a perceber melhor o que é isto do Brand Coaching e descobre quais os 3 objetivos mais importantes de qualquer marca.

      Fica a perceber melhor o que é isto do Brand Coaching e descobre quais os 3 objetivos mais importantes de qualquer marca.

    • 6 Mudanças de Mindset para o Sucesso do Negócio

      Mindset

       

      Os nossos pensamentos criam a nossa realidade e neste artigo quero partilhar contigo 6 mudanças de mindset que podem alterar a realidade do teu negócio. Muda os teus pensamentos para mudares a tua realidade.

       

      Também podes ver os vídeos:

      Parte 1:

       

      Parte 2:

       

      1 – De Mindset Fixo para Mindset de Crescimento

      Esta mudança de mindset é importante em todas as áreas da vida, mas é mesmo importante nos negócios. Consiste em acreditar que podemos sempre aprender qualquer coisa e melhorar qualquer aspeto do nosso negócio. Se não acreditarmos nisto, haverá uma série de coisas importantes para o nosso negócio que nem sequer vamos tentar fazer.

       

      Na prática:

      – Se ainda não estamos onde queremos estar, não podemos desesperar, mas sim continuar a trabalhar, a estudar, a aprender, e a melhorar até chegarmos lá.

      – Sempre que recebemos feedback ou críticas, devemos tentar extrair formas de melhorarmos. Qualquer feedback pode conter ensinamentos, mesmo quando não é dado da forma mais construtiva. Por vezes pode magoar, mas mesmo quando não é construtivo, é possível analisar esse feedback e tentar identificar pontos de melhoria. Se não nos agradar a forma como o feedback foi dado, basta ignorar, mas apenas depois de retirarmos todo o valor que conseguirmos.

      – Devemos ainda prestar atenção a tudo aquilo que nos dizem. Por vezes o feedback vem lá escondido no meio da conversa e se não estivermos atentos podemos deixar passar, principalmente se for algo que não é muito confortável de enfrentar. Por isso é importante ler e ouvir com atenção tudo aquilo que nos dizem, que dizem sobre nós e sobre a nossa marca.

       

      2 – De Mindset Amador para Mindset de Pró

      Os amadores ficam à espera que aconteça, os prós vão e fazem acontecer. E sim, para poder entrar em ação alinhada é preciso ter clareza em relação a quem somos, em relação àquilo que queremos fazer, em relação à nossa marca, em relação ao que queremos para a nossa vida. Mas os amadores ficam à espera que essa clareza caia do céu, enquanto que os prós vão atrás dela e trabalham para a conseguirem.
      Os amadores pensam que só podem começar a fazer depois de se tornarem prós, os prós sabem que só começando a fazer é que irão progredir e tornar-se verdadeiros especialistas.

      Segundo Steven Pressfield, autor do livro Turning Pro:

      “A diferença entre um amador e um profissional está nos seus hábitos. Um amador tem hábitos de amador. Um profissional tem hábitos de profissional. Nunca podemos libertar-nos dos hábitos, mas podemos substituir hábitos maus por hábitos bons.

      Se queres ser, sentir-te e ser visto como um profissional, tens de comportar-te como um profissional. E criar os hábitos que levam a isso.
      Há também uma citação famosa do escritor Somerset Maughham, quando lhe perguntaram, numa entrevista, se ele apenas escrevia quando surgia a inspiração ou se seguia um horário pré-determinado. A resposta dele foi qualquer coisa como: “Eu só escrevo quando a inspiração chega. Felizmente, ela chega todos os dias às 9h da manhã.”

       

      Na prática:

      – Compromete-te com um horário – mesmo que tenhas começado o teu negócio para teres liberdade de horários, ter um horário mais ou menos fixo é muito importante. Esse horário pode mudar, pode ser diferente no verão e no inverno, quando estás em casa ou a viajar, mas tenta ter um horário de trabalho e, mais importante, cumprir esse horário.

      – Começa a ver-te como pró – mesmo que sintas um pouco de síndrome do impostor, percebe que para ajudares outra pessoa basta estares um passo à sua frente, por isso haverá sempre alguém para quem tu és um pró, mesmo que haja outros tantos prós que já vão à tua frente.

       

      3 – De Mindset de Medo para Mindset de Sucesso

      É tão normal termos medos, principalmente quando estamos a começar algo novo. “Ninguém vai querer trabalhar comigo, ninguém quer saber do que eu faço ou digo, ninguém vai ler ou ver isto…”

      Estes medos vivem apenas dentro da nossa cabeça: não são reais, não existem mesmo. Focarmo-nos nestes medos só traz energias negativas, impede-nos de trabalhar ou de fazermos trabalho de qualidade, e transparece na nossa comunicação. Por isso temos de começar a focar a nossa atenção noutras coisas, principalmente no sucesso, que está ao virar da esquina.

       

      Na prática:

      – Dizer os nossos medos em voz alta ajuda imenso, torna-os tão ridículos que perdem logo a sua força.

      – Criar um vision board da nossa versão de sucesso no futuro. Não precisa de ser um sucesso muito distante nem precisamos de saber todos os pormenores de como será esse sucesso na realidade, mas devemos incluir aqueles aspetos que para nós são imprescindíveis.

      – Reune apoio – um ou mais amigos com quem possas conversar quando precisas de desabafar sobre estes medos. Procura que seja alguém que te puxe para cima e te ajude a mover o foco do medo para o sucesso.

      – Pratica gratidão – um diário de gratidão é uma boa opção. Se o medo consiste em energia negativa, a gratidão consiste em energia positiva e ajuda a contra-balançar.

       

      4 – De Mindset de Escassez para Mindset de Abundância

      Pára de pensar no “e se…”

      E se não for suficiente? E se ninguém me pagar? E se já estou a entrar no mercado muito tarde? E se deixar de ter dinheiro para pagar as contas?

      Começa a pensar que tudo vai correr bem, que há mais do que o suficiente neste mundo para todos – dinheiro suficiente, espaço suficiente, clientes suficientes, trabalho suficiente. Aquilo em que colocas o teu foco é aquilo que expande. Se colocares o teu foco na escassez, a escassez vai aumentar. Se, por outro lado, colocares o teu foco na abundância, a abundância vai aumentar.

       

      Na prática:

      – Procura colaborações em vez de procurares competir: Se olhares para todos os que trabalham no teu meio como uma ameaça à tua própria sobrevivência, estarás num mindset de escassez. Procura colaborar com outras pessoas e demonstrar que cada um pode ter o seu espaço, mesmo que façam coisas muito parecidas – e se as marcas forem bem trabalhadas, mesmo que façam exatamente o mesmo, vão atrair conjuntos de pessoas diferentes

      – Oferece valor, pratica generosidade. Conteúdos gratuitos são uma ótima forma de dares valor para depois receberes valor. Mas atenção: não estou a falar de lead magnets insignificantes apenas para que as pessoas subscrevam a tua newsletter. Estou a falar de conteúdos que realmente entregam valor. O meu curso gratuito de Brand Strategy é um exemplo disso: tenho recebido feedback incrível da parte de pessoas que fizeram o curso, incluindo pessoas que já estavam familiarizadas com todos os conceitos mas mesmo assim agradeceram que as recordasse de algumas coisas. E atenção: mesmo que ofereças imenso valor, as pessoas vão continuar a querer trabalhar contigo e pagar-te pelo teu trabalho. Não te esqueças: what goes around, comes around.

       

      5 – De “Sim” a tudo para “Não” sempre que necessário

      Eu sei que no início a tentação é grande para dizer que sim a tudo: a todas as oportunidades que impliquem qualquer nível de exposição, a todas as pessoas que querem ser nossos clientes, a tudo aquilo que os nossos clientes pedem. Mas tudo isto contribuirá de forma negativa para a tua marca: vais estar a dispersar demasiado a tua atenção e a retirar o foco daquilo que realmente importa. É provável que a qualidade do teu trabalho diminua e, consequentemente, a satisfação dos teus clientes também diminuirá.

       

      Na prática:

      – Oportunidades só devem ser aceites se estiverem alinhadas com aquilo que a tua marca defende e representa. Depois de trabalhada a marca, é fácil identificar a que oportunidades dizer sim ou não.

      – Nem todos os clientes são um bom fit para trabalharem connosco e está tudo bem. Dizer não aos que não encaixarem totalmente é perfeitamente válido. E se achas que tens de dizer que sim a todos os clientes porque não podes recusar dinheiro, é porque ainda estás com um mindset de escassez – muda para um mindset de abundância: de onde chegou aquele cliente, hão de chegar muitos mais.

      – Também não temos de aceder a tudo o que os nossos clientes pedem: se não fizer parte das tarefas acordadas, se não estiver dentro daquilo com que te comprometeste a fazer, e se vai prejudicar alguma parte da tua vida, podes dizer que não (também podes dizer que sim se para ti fizer sentido e não representar um transtorno, só não te deves sentir obrigado a isso).

       

      6 – De foco no problema para foco na solução

      Este mindset consiste em perceber que tudo tem uma solução e que num mundo com Google, Youtube, livros digitais que podemos comprar e descarregar em menos de um minuto, e de especialistas ou freelancers em qualquer área, então é possível encontrar a solução para qualquer problema.

       

      Na prática:

      – Primeiro, assume a responsabilidade pelo problema. Se ele aconteceu é porque algo não correu bem e está nas tuas mãos corrigir.

      – Segundo, percebe que não existe falha, apenas aprendizagem. Se aconteceu um problema, assume a responsabilidade e não o vejas como uma falha tua, mas sim como a oportunidade para aprender algo.

      – Depois, procura pela solução. E não é obrigatório que façamos tudo no nosso negócio, por isso se achas que sozinho não vais conseguir chegar à solução, ou que vais chegar lá mas com muito trabalho e tempo investido, então procura a ajuda de alguém, de um especialista na temática, de alguém que possas acrescentar à tua equipa (mesmo que não seja a tempo inteiro mas recorrendo a trabalho de freelancers).

       

      Muda o teu mindset para mudares a tua realidade e potenciares o sucesso do teu negócio. 6 mudanças de mindset e passos práticos para começares a mudar!

      Muda o teu mindset para mudares a tua realidade e potenciares o sucesso do teu negócio. 6 mudanças de mindset e passos práticos para começares a mudar!

    • Estratégia de Negócio Digital – Erros mais frequentes

      Estratégia de negócio digital

       

      Tenho verificado, no meu trabalho com várias clientes e também em conversa com outras pessoas que têm os seus próprios negócios, que a maior parte das pessoas se posiciona num de dois extremos em relação à estratégia no digital. E quero falar contigo sobre isto porque, obviamente, nenhum destes extremos é saudável.

       

      Vê também o vídeo:

       

      Um Extremo: Nenhuma Estratégia para o Digital

      Num dos extremos, estão as pessoas que arrancam sem qualquer tipo de estratégia para o digital e sem mesmo se aperceberem do quão importante é trabalharem esta estratégia.

       

      Tipicamente, estas pessoas não estão a recolher emails para uma lista de contactos, criam uma pagina no Facebook mas quase não fazem publicações, criam um site DIY mesmo sem saberem grande coisa sobre o assunto, começam com alguns artigos num blog mas depois param de publicar conteúdos com frequência.

       

      Algumas coisas que estas pessoas precisam de saber:

      • Ter uma estratégia é importante e um negócio precisa de investimento antes de poder dar lucro – esse investimento tanto pode ser de dinheiro como de tempo. Por isso, se tiveres disponibilidade financeira investe em profissionais que te possam ajudar, se não tiveres essa disponibilidade financeira terás de investir o teu tempo a criar conteúdos, para construíres uma audiência e conquistar a confiança dessas pessoas. Só depois as pessoas estarão dispostas a comprar.

       

      • Tem noção que se optares por este investimento de tempo, terás de aprender como tudo isto se faz: criar um site minimamente profissional, fazer anúncios pagos, fazer webinars, fazer e editar vídeos, fazer lives, gerir redes sociais e uma lista de emails, entre várias outras coisas.

       

      • Sim, há alguns negócios que podem funcionar sem uma estratégia online, mas são raros.

       

      • Sim, é possível conseguir os primeiros clientes sem ter uma estratégia online, apenas através das pessoas que conhecemos pessoalmente. Aliás, mesmo que tenhas uma estratégia online desde o início, a probabilidade de os teus primeiros clientes serem conhecidos ou pessoas que chegam até ti através de passa-a-palavra é muito elevada, mas para manter o negócio sustentável a longo prazo, eventualmente precisas de começar a capturar pessoas novas

       

      O Outro Extremo: A Estratégia Perfeita

      No outro extremo encontram-se as pessoas que dão tanta importância à sua estratégia que acabam por paralisar e adiar o arranque do seu negócio.

       

      Estas pessoas sentem que que nunca estão prontas, que precisam do site perfeito, de mais aquele logo, mais aquele lead magnet, 10 artigos para o blog, de saber exatamente tudo o que têm de fazer em todas as frentes. Depois acaba por demorar imenso tempo para lançar alguma coisa, não porque não estejam a trabalhar mas porque estão a fazer apenas trabalho de bastidores.

       

      Algumas coisas que estas pessoas precisam de saber:

      • Não precisa de estar tudo perfeito para lançares o teu negócio! Aliás, o perfeito não existe.

       

      • Todas as partes do teu negócio online, desde site até redes sociais, estratégia, conteúdos, estarão em constante transformação e evolução à medida que o teu negócio também vai mudando, por isso é praticamente impossível ter tudo terminado. Este é um tipo de trabalho que nunca está terminado!

       

      • Desde que tenhas um serviço e saibas bem quem é que estás a servir, podes começar. Podes começar a criar conteúdos e comunicar a tua marca, tudo o resto pode ser melhorado com o tempo

       

      • Pode ser aconselhável avaliar até que ponto não estás a usar este aspeto como desculpa para não arrancares, para não te expores, para continuares no conforto do “ainda não comecei, por isso ainda não falhei”. Muitas vezes este tipo de atitude vem do medo de falhar. Sabemos que enquanto não lançares o teu negócio é impossível falhares, mas depois de lançares já não há garantias. Vamos deixar de ver as supostas falhas como falhas. Se lançares o teu negócio e correr bem, ótimo, se correr mal podes retirar aprendizagens e fazer uma nova experiência.

       

      Se sentes que te encontras em algum destes extremos, partilha comigo nos comentários qual tem sido a tua maior dificuldade nisto da estratégia para o digital. Adorava saber e poder ajudar!

       

      Vejo muitas pessoas a posicionarem-se num destes extremos no que toca à estratégia de negócio para o digital. No meio é que está o equilíbrio.

      Vejo muitas pessoas a posicionarem-se num destes extremos no que toca à estratégia de negócio para o digital. No meio é que está o equilíbrio.

    • Como Gerir as Redes Sociais de Forma Mais Eficiente

      Redes sociais eficiente

       

      Quem tem um negócio ou um projeto pessoal, tipicamente despende bastante tempo a gerir as respetivas redes sociais. Para quem sente que precisa de minimizar o tempo que gasta com essas tarefas, para que possa passar mais tempo a fazer aquilo que realmente gosta no seu negócio, trago hoje uma série de estratégias para otimizarem o vosso tempo dedicado à gestão das redes sociais.

       

      Podes também ver o vídeo:

       

      1 – Estratégia e planeamento = calendário editorial

      É muito importante manter um calendário editorial que seja alvo de planeamento a médio prazo e de uma estratégia. É impossível fazer-se um planeamento decente sem uma estratégia previamente definida. Por isso, o calendário editorial é uma ferramenta essencial que permite ir planeando semanalmente ou mensalmente o que vamos publicar nas redes sociais. Com um calendário editorial bem planeado, evitamos aquele momento em que nos sentamos para publicar e ficamos a pensar “O que é que eu vou fazer hoje?”, “O que é que eu vou publicar esta semana?”. Desta forma, já temos um plano, esse plano está baseado numa estratégia e, assim, tudo se torna mais fácil.

       

      2 – Batching e agendamento de publicações

      Mas o que é isto do batching? Batching é uma palavra inglesa que traduz o conceito de juntar muitas tarefas do mesmo tipo e fazê-las todas de uma vez, no mesmo bloco de tempo. Isto pode passar por, numa única sessão de trabalho, preparar e agendar todas as publicações da página do Facebook para uma semana. Pode consistir em filmar vários vídeos para o Youtube no mesmo bloco de tempo, evitando, assim, ter de preparar cenário, tripé, câmara e outros componentes várias vezes ao longo de uma semana ou de um mês. Mesmo que não sejam tarefas que exijam preparação do local, de ferramentas ou do ambiente onde estamos a trabalhar, continua a ser vantajoso juntar várias tarefas do mesmo tipo numa só, uma vez que de cada vez que mudamos de tipo de tarefa, o nosso cérebro precisa de se adaptar e mudar o seu foco e atenção.

      Segundo os conceitos de “flow”, ou de “deep work”, quando iniciamos uma tarefa temos uns primeiros momentos em que o nosso cérebro está a adaptar-se àquela tarefa e, a partir da altura em que o nosso cérebro percebe que vai estar focado naquela tarefa durante algum tempo, ele consegue focar-se muito melhor e ter a sua atenção toda concentrada naquela tarefa. Se nós estivermos constantemente a trocar de tarefa, o nosso cérebro tem de estar a fazer esse trabalho de adaptação a cada troca, a cada mudança de tarefa e nós vamos estar a perder muita da nossa concentração.

      Claro que este batching, esta junção de várias tarefas num momento só, só é possível se acontecer primeiro o passo anterior que é o planeamento, a estratégia e um calendário editorial. Porque se não houver esse planeamento, então é impossível sentarmo-nos e prepararmos 5 publicações ou filmarmos vários vídeos para o Youtube. Por isso, o passo anterior, da estratégia, planeamento e ter um calendário editorial já definido é muito importante para depois ser possível implementar este passo.

       

      Lê também o artigo sobre as minhas ferramentas essenciais para uma melhor gestão de tempo.

       

      3 – Desligar as notificações e pré-definir intervalos de tempo para interação

      Todos nós sabemos que estar nas redes sociais não significa só fazer publicações e partilhar conteúdos. A parte mais importante das redes sociais é a interação com as outras pessoas – daí chamarem-se redes SOCIAIS. É isso que faz a diferença entre estarmos a falar PARA as pessoas, ou estarmos a falar COM as pessoas. Portanto, é muito importante respondermos aos comentários – a todos os comentários! – que deixam nas nossas redes sociais, blogs e canais, e iniciarmos conversas com outras pessoas de interesse para o nosso nicho.

      Eu não defendo, de todo, que, de cada vez que recebemos uma notificação de um comentário numa publicação, vamos lá responder. Daí a minha recomendação para desligarem mesmo as notificações, evitando a interrupção de outras tarefas importantes para o negócio, e irem consultar as redes sociais apenas quando vocês decidem que é o momento. Porque todos sabemos que, mesmo que não vamos logo responder quando entra uma notificação, só o facto de recebermos a notificação implica uma pequena distração e consequente diminuição da concentração.

      Depois de desligadas as notificações, é importante pré-agendar blocos de tempo em que vamos estar focados em dar resposta a esses comentários. Isto depende muito do negócio, do tipo de interação que têm, da quantidade de pessoas que têm a seguir-vos, mas pode ser feito diariamente, várias vezes por dia, ou então apenas algumas vezes por semana. Pode consistir, por exemplo, em bloquear meia hora por dia num horário definido por nós.

      Agora, isto da interação não consiste apenas em responder a comentários. Também envolve nós iniciarmos conversas com outras pessoas, noutras páginas (isto também ainda é algo em que estou a trabalhar e a tentar melhorar). Isto também deve ser incluído nestes blocos de tempo. Daí eu defender que estes blocos de tempo devem ter um plano. Ou seja, devemos definir uma estratégia para este bloco: saber qual é a primeira rede que vamos consultar nestes 30 minutos, e qual o plano assim que entramos nessa rede. Por exemplo, no Instagram, consultar DM’s, consultar comentários, consultar menções, tags e tudo isso e, depois, interagir com outras páginas. Depois, então, passamos para a rede social seguinte ou para o blogue ou para o Youtube, conforme faça mais sentido para a nossa estratégia. Isto tem de ser definido caso a caso, mas a ideia é não entrar neste bloco de tempo dedicado à interação às cegas e sem um plano para o que vão fazer.

       

      4 – Partilha de conteúdos longos no Facebook

      Esta estratégia é muito específica para o Facebook e para quem partilha conteúdos de um blogue ou de um canal de forma regular. Por exemplo, sempre que publicamos um artigo no nosso blog, é normal irmos partilhá-lo na nossa página do Facebook. O que algumas pessoas não sabem é que cada artigo que publicamos no blogue não deve ser partilhado no Facebook uma única vez. Os artigos podem ser repescados e repartilhados no Facebook várias vezes.

      A minha estratégia para poupar tempo com a patilha de artigos antigos no Facebook é preparar logo várias partilhas distribuídas ao longo do tempo. Assim, sempre que publico um artigo no blog, vou à página do Facebook, partilho o artigo e, logo a seguir, agendo mais 3 partilhas daquele artigo: uma para aproximadamente 1 mês depois, outra para 3 meses depois, e uma terceira para 6 meses depois (já agora, o Facebook não deixa agendar publicações com mais de 6 meses de antecedência). Claro que o texto que acompanha cada partilha vai mudando e vai-se adaptando à distância em que o artigo vai sendo partilhado. Para além disso, isto apenas funciona para conteúdos intemporais (não faz sentido fazê-lo, por exemplo, com um artigo sobre o regresso às aulas ou sobre o Natal). Mas a verdade é que num espaço de poucos minutos consigo preparar 4 publicações para o Facebook que estão espaçadas no tempo.

      Esta estratégia tem-me ajudado a poupar bastante tempo com a gestão do Facebook e se começarem a implementá-la a partir de agora, com todos os artigos que vão publicando, daqui a uns tempos vão ver que têm o vosso Facebook cheio de publicações agendadas e pouco mais tempo vão precisar de dedicar ao Facebook.

       

      5 – Uso de RSS feed reader

      Muitas vezes, partilhamos também artigos que não são nossos mas que nós acreditamos que são de interesse para o público que nos acompanha, por exemplo, artigos de jornais, revistas ou de outros criadores de conteúdo de acreditamos serem interessantes. Por isso, é preciso andar sempre à caça desses artigos para conseguirmos partilhá-los nas nossas redes sociais. A minha sugestão é que utilizem um leitor de RSS Feeds, por exemplo, o Feedly, para reunirem uma série de publicações num sítio só e, sempre que precisarem de ir buscar algumas publicações de outros sites, para partilharem nas vossas redes sociais, têm ali várias opções. Vão consultando a lista dos últimos artigos e escolhem o que faz sentido partilhar.

       

      6 – Reduzir

      Finalmente, a minha última sugestão: se nada disto funcionar, e se, mesmo implementando as 5 estratégias anteriores, continuarem a sentir que ainda estão a gastar demasiado tempo com as redes sociais, então a minha última sugestão é mesmo reduzir. Nós não temos de estar nas redes sociais todas, não temos de estar em todas as plataformas a 100% e não há nenhuma lei que nos obrigue a continuarmos em todas as redes sociais em que já estamos presentes. Portanto, se, ainda assim, sentem que estão a gastar muito tempo com redes sociais, se calhar está na hora de analisarem, olharem para os resultados que estão a obter com cada uma das redes e perceberem se faz sentido abandonarem alguma delas.

      Não há problema nenhum em abandonar, não é uma falha, provavelmente não é nada que estejam a fazer mal e, se tiverem o tempo necessário para as manter, podem continuar em todas. Mas, se realmente acham que precisam de reduzir, mais ainda, o tempo que estão a despender neste tipo de tarefas, então pode ser uma boa solução reduzir o número de redes. Se escolherem fazê-lo olhem sempre para os vossos resultados, vejam onde é que têm mais interação com as pessoas, percebam de onde é que vos chegam mais clientes, e depois escolham abandonar aquela que traz menos resultados.

       

      São estas as minhas sugestões para redução do tempo que é gasto com a gestão de redes sociais. Espero que sejam dicas úteis e que passem já a aplicar algumas. Digam-me nos comentários se há alguma que tenham achado mais interessante e que estejam a pensar implementar na vossa gestão de redes sociais. Além disso, se tiverem mais alguma dica, partilhem connosco para todos podermos otimizar ainda mais o nosso tempo

       

      São 6 dicas para te ajudar a tornar a gestão de redes sociais mais eficiente, para que percas menos tempo com esta parte do negócio.

      São 6 dicas para te ajudar a tornar a gestão de redes sociais mais eficiente, para que percas menos tempo com esta parte do negócio.

    • Como Conseguir Mais Motivação Para Concretizar Objetivos

      Motivação

       

      Este tópico de conseguir motivação foi pedido por algumas das pessoas que me lêem e achei importante falar sobre ele porque quando nos falta a motivação, tudo fica bem mais difícil.

       

      São 5 as estratégias que tenho para tentares aplicar e conseguir mais motivação.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Em primeiro lugar, deixa-me explicar que existem 4 fatores que geram motivação:

      1. Prémios – ou qualquer tipo de recompensa

      2. Reconhecimento

      3. Crescimento/Aprendizagem

      4. Desafio

      (o quinto é o medo, mas é altamente prejudicial, ficamos totalmente desprovidos de recursos)

       

      Ficam, então, as minhas 5 estratégias.

       

      1 – Revê o teu passado

      Olha para um momento da tua vida em que tenhas sentido grande motivação.

      O que estava a acontecer na altura? O que fazias de diferente? Havia algum hábito que entretanto perdeste? Como era a tua realidade nessa altura? O que vivias naquele momento? Quem te rodeava?

      Será que consegues replicar aquilo que na altura te deixou motivada?

       

      2 – Encontra o teu porquê

      Já falei disto algumas vezes porque isto é mesmo importante. Qual o porquê que está por detrás daquilo que queres fazer? Ter esse porquê presente é altamente motivador. Tenta perceber o motivo pelo qual queres concretizar o objetivo.

      Não penses só no assunto sem fazer mais nada: arranja uma forma de teres esse porquê bem presente na tua vida, por exemplo coloca um post it na tua secretária (pode ser apenas uma palavra que só tu percebes o que significa), lembretes recorrentes no telemóvel o no calendário.

       

      3 – Visualiza o resultado

      Visualiza-te com o objetivo já concretizado. O que vai estar a acontecer à tua volta? O que vai ser diferente na tua vida quando conseguires fazer aquilo a que te propões?

      Nessa visualização, foca-te no teu porquê. A incorporação do teu porquê torna a visualização muito mais poderosa, pois estarás a usar as emoções que pretendes sentir no final do objetivo cumprido. Por exemplo, se queres perder peso para te sentires mais confiante, visualiza-te com o objetivo atingido, não apenas com o peso que idealizas mas com a confiança que procuras.

       

      4 – Consome conteúdo inspirador

      Filmes, livros, histórias de pessoas que conseguiram feitos extraordinários.

      Música. Recolhe algumas músicas que te façam querer agir a cria uma playlist com elas. Ouve a playlist nos momentos em que te sentes menos motivada

      No Youtube há uma quantidade gigante de vídeos motivacionais, em vários estilos. Poderá não funcionar para toda a gente, mas tenta perceber se funciona para ti e consome mais dos conteúdos que te deixam motivada.

       

      5 – Assume um compromisso

      Compromete-te com alguém, diz que vais fazer algo. Pode ser um pouco forçado ao início, já que apenas vais estar a fazer algo por causa do compromisso, mas depois de iniciares a execução, uma motivação “orgânica” acaba por surgir, e acabas por continuar independentemente do compromisso.

      Podes também assumir um compromisso público, por exemplo, declarando numa rede social que vais fazer algo – é mais extremo mas pode funcionar.

      Um processo de coaching pode ajudar a motivar, pois traz este compromisso/accountability, para além de te obrigar a pensar nas coisas de uma forma diferente

       

      São estas as minhas estratégias para gerar motivação. Partilha comigo quais as estratégias que melhor funcionam para ti nos momentos de menos motivação.

       

      Partilho contigo 5 estratégias que acredito que te podem ajudar a conseguir mais motivação para fazer coisas! Vê também o vídeo.

      Partilho contigo 5 estratégias que acredito que te podem ajudar a conseguir mais motivação para fazer coisas! Vê também o vídeo.