Filipa Maia

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    Novembro 2019

    Monthly Archives

    • Medo de falhar

      medo de falhar

      Este é um medo que impede muitas pessoas de agirem, mas, quanto a mim, a falha não existe.

      Sei que isto pode até parecer-te estranho, mas vou explicar-te as minhas razões para pensar assim.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      E ouvir o episódio 15 do Podcast Lifestyle by Design:

       

      Sempre que tentamos fazer algo novo, algo de diferente, pode acontecer uma de duas coisas: ou vamos obter os resultados pretendidos ou vamos aprender a lição que precisamos de aprender.

      Ora, eu acredito que as falhas são, na realidade, lições, porque todas as falhas permitem aprendizagem.

      Na minha opinião, quando não conseguimos aquilo que pretendíamos, ou seja, quando ficamos aquém dos nossos objetivos, temos sempre uma aprendizagem a retirar. E é este processo sucessivo de tentativa e erro e consequentes aprendizagens que nos faz crescer e, eventualmente, chegar aos nossos objetivos e aos resultados que efetivamente correspondem às nossas expectativas.

      Muitas pessoas podem ver a falha como consequência de terem escolhido um caminho errado. Eu, contudo, quando não obtenho os resultados pretendidos, considero que apenas descobri um caminho errado.

      Lembras-te dos labirintos que vinham nas revistas de atividades quando éramos crianças? Pois bem, imagina que estás a percorrer esse labirinto com o teu lápis e, de repente, chegas a um beco sem saída. O que fazes? Aposto que voltas para trás e já sabes que tens de experimentar outro caminho. E assim sucessivamente até encontrares o caminho certo para a saída. Certo?

      O mesmo acontece, na minha perspetiva, com os nossos processos de tentativa e erro. Quando falhamos significa, simplesmente, que descobrimos um caminho que não nos vai levar onde queremos e, portanto, temos de seguir por outro.

      Quantos mais caminhos errados vamos descobrindo, mais próximas estamos de descobrir o caminho certo.

      É por isto que não acredito que existe uma verdadeira falha, mas apenas uma descoberta de caminhos que não funcionam.

      Encararmos a falha como um processo de aprendizagem e descoberta torna o caminho muito mais leve e fácil.

       

      Depois disto, diz-me: o que farias se soubesses que só precisavas de falhar mais uma vez para alcançares o teu maior sucesso?

       

      O medo de falhar é uma das coisas que pode impedir as pessoas de começarem os seus negócios ou projetos. Eu acho que a falha não existe. Descobre porquê.

    • O maior erro que podes estar a fazer na tua marca

      erro na marca

       

      Há um erro que vejo muitas pessoas a cometer, quer sejam pessoas que querem começar o seu negócio, quer mesmo pessoas que até já têm o seu negócio em funcionamento.

      Este erro, apesar de, provavelmente, não destruir o teu negócio, vai-te impedir de avançar e progredir e, com tal, não vais conseguir fazer o teu negócio crescer.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Refiro-me ao erro de copiar aquilo que os outros fazem.

      Atenção, não me estou a referir a plágio. Estou, sim, a referir-me à cópia de certos aspetos do negócio de outra pessoa – modos de funcionamento, modelos de negócio, tipos de conteúdo e/ou a forma como esses conteúdos são apresentados, serviços e/ou a forma como são apresentados e estruturados.

      A tendência de muitas pessoas que têm negócios próprios, e não estão a obter os resultados que queriam, é olhar para o que outros empreendedores andam a fazer. Quando veem esses outros empreendedores a obter aquilo que parecem ser bons resultados, escolhem fazer igual na tentativa de obterem esses mesmos resultados.

      Contudo, o que funciona com os outros não é, necessariamente, aquilo que irá funcionar connosco. Muito pelo contrário, em vez de copiarmos, aquilo que temos de fazer é trabalhar de forma alinhada connosco mesmas e não simplesmente fazendo aquilo que os outros fazem.

      Outro aspeto muito importante é também termos noção de que não temos acesso a toda informação sobre o negócio daquela outra pessoa – por exemplo, quais os números envolvidos (afinal, é mesmo de números que se trata), que investimento está a fazer (em tempo e dinheiro), quais são os seus resultados reais -, pelo que não temos a certeza se aquilo que nos é dado a conhecer corresponde totalmente à realidade.

      Portanto, o maior erro que podemos cometer é assumir que outro empreendedor está, de facto, a ter bons resultados quando, afinal, não temos forma objetiva de saber se isso está mesmo a acontecer.

      Então, como deves definir aquilo que fazes dentro da tua marca?

      • Ouve a tua intuição, aprende a escutá-la e percebe por que caminho ela te guia
      • Descobre os teus valores e alinha ao máximo tudo o que envolve a tua marca com esses teus valores
      • Percebe quais são as tuas maiores forças e constrói o teu negócio de forma a que possas aproveitá-las ao máximo
      • Alinha o teu negócio com a tua essência: vê tudo aquilo que te apaixona e te faz vibrar como uma bússola que te aponta o caminho certo e está atenta a isso.

      Quando começares a dar atenção a estas coisas, vais então começar a ver resultados que, agora, te parecem impensáveis.

       

      Já pensaste sobre estas questões?

      Partilha comigo qual é uma das tuas maiores forças e como a podes aplicar no teu negócio.

       

      Vejo muitas pessoas a cometer este erro. Descobre qual é o erro na tua marca que impede o teu negócio de crescer e que te vai deixar fora de alinhamento.

    • 3 Mitos na Criação de Cursos Online

      cursos online mitos

       

      Será que é um destes 3 mitos que vou partilhar contigo neste artigo que te está a impedir de criares o teu próprio curso online?

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1 – Audiência

      Algumas pessoas acreditam que, para terem sucesso com um curso online, precisam de ter uma audiência muito grande.

      No entanto, aquilo que estas pessoas ainda não sabem é que a criação do curso e o seu lançamento vão contribuir, por si só, para o crescimento dessa audiência. Ou seja, fazendo as coisas certas, ao criares e divulgares o teu curso, vais atrair as pessoas que estão interessadas nesses conteúdos que tens para partilhar. Afinal, ao falares disso nas redes sociais, comunicando como podes ajudar as pessoas e, até, utilizando uma estratégia cuidada de anúncios pagos no Instagram e Facebook, vais acabar por chegar ao teu público-alvo e atrair a sua atenção.

       

      2 – Curso perfeito

      O teu curso não precisa de ser perfeito. Nada é perfeito, na verdade, e procurar a perfeição é meio caminho andado para a autossabotagem e para a procrastinação.

      Muitas pessoas acreditam que, para criar um curso online, é necessária uma grande produção, equipamento de última geração, um cenário muito trabalhado, vídeos muito bem filmados e editados com qualidade profissional ou até um determinado número de módulos dentro do curso para que valha a pena avançar com ele. Contudo, depois de passarem imenso tempo a criar tudo isto que julgam necessário, apercebem-se de que, afinal, aquele curso e aqueles conteúdos não têm interesse assim para tanta gente como pensavam.

      Então, na minha opinião, a estratégia mais inteligente é fazer um proof of concept, um teste, e perguntar às pessoas se terão interesse no curso que estás a pensar criar e, se sim, dar a essas pessoas o curso numa versão de teste. E podes até, depois, dar benefícios a estas pessoas na aquisição da versão completa do curso.

      Com isto, vais conseguir, por um lado, saber se há pessoas interessadas no curso que queres criar e, por outro, conseguirás testemunhos acerca dos conteúdos do curso que te darão credibilidade aquando do lançamento da versão final.

       

      3 – Não podes cobrar muito

      Isto também é um mito, porque o preço que colocares ao teu curso dependerá da estratégia da tua marca, do teu posicionamento e do tipo de pessoas que queres que se inscrevam.

      O teu principal objetivo com o curso deve ser que as pessoas que o frequentem obtenham determinados resultados, por isso, quanto mais as pessoas precisarem de investir no teu curso, mais comprometidas estarão com o processo, o que, por sua vez, vai fazer com que obtenham melhores resultados. Daqui, consegues retirar 2 vantagens adicionais: a primeira é que o teu curso vai ter um impacto maior na vida destas pessoas e a segunda é que vais conseguir testemunhos valiosos para apresentares às pessoas da tua comunidade que ainda não experimentaram o curso.

      Ao cobrares um valor mais elevado vais garantir que tens contigo pessoas altamente comprometidas com os resultados que querem obter e, com esses mesmos resultados, estás a ter mais impacto e, simultaneamente, a conseguir vários testemunhos e casos de estudo de pessoas que já aplicaram aquilo que tu lhes ensinaste. Depois, podes, então, apresentar esse feedback à comunidade que tens à volta da tua marca e, assim, ganhar ainda mais credibilidade.

       

      Acreditavas em algum destes mitos? E o que pensas deles agora? Vou gostar muito de saber a tua opinião sobre este assunto.

       

      Há várias pessoas a criar os seus cursos online, mas alguns hesitam ou desistem. Mas não é preciso ter medo: ficam aqui 3 mitos sobre cursos online.

    • Cursos Online: Duas verdades que ninguém te diz

       

      cursos online verdades

       

      Os cursos online começam, agora, a ser mais frequentes em Portugal, ainda que esta modalidade de formação seja já muito comum noutros países.

      Eu mesma sou uma grande adepta desta “moda” que agora surge por cá, até porque sou uma ávida consumidora desta modalidade de formação, mas há algumas questões a considerar quando falamos de criar um curso online.

      A maior parte das pessoas segue esta via da criação de cursos online como uma forma de criar um rendimento passivo, mas há duas verdades sobre isto que poucas pessoas conhecem.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1. Ninguém quer comprar um curso online

      Isto significa que comprar um curso online não é a prioridade de um potencial cliente que chega até nós. As pessoas procuram uma solução para o seu problema e as pessoas vão querer comprar aquela que lhes parece ser a melhor solução para esse problema.

      É por isto que não deves procurar vender a esta pessoa o teu curso online, mas sim a solução que tu tens para a ajudar a resolver o seu problema. E, apesar de essa solução até passar pela aquisição do teu curso online, a forma como a apresentas tem de ser totalmente diferente. Ou seja, deves manter sempre o foco na solução que tens para essa pessoa e nos resultados que ela vai obter se seguir aquilo que tens para lhe propor. O curso online, neste caso, é, simplesmente, o meio pelo qual a pessoa terá acesso àquela solução de que tanto precisa.

       

      2. Cursos online não são fontes de rendimento passivo

      O teu curso online, a partir do momento em que o crias, vive sozinho, não necessita mais da tua intervenção, mas a realidade é que não se vende sozinho.

      Por exemplo, ter um curso permanentemente com inscrições abertas pode ser contraproducente, porque as pessoas sabem que ele estará sempre ali, disponível, e, como tal, não vão tomar a inscrição como uma prioridade. Por isso, manter um curso com inscrições quase sempre fechadas e abrir inscrições só em determinadas alturas e durante um período limitado irá contribuir para que obtenhas melhores resultados nas vendas. Isto porque as pessoas sabem que, se não se inscreverem nessa altura, podem perder a oportunidade. Ora isto – lançar inscrições, promover o curso, gerir e fechar inscrições – exige trabalho. E se gera trabalho deixa de ser um rendimento passivo.

      Isto significa que não deves criar um curso online? Claro que não, porque apesar de dar trabalho durante o período de inscrições, de facto, não há limite ao rendimento que podes obter através da venda de um curso online.

      Um curso online, na minha opinião, não é uma forma de rendimento passivo, mas sim um método de alavancagem, ou seja, com a mesma quantidade de trabalho consegues exponenciar os teus resultados, quer em termos de impacto quer de rendimento gerado.

       

      Resumindo:
      – Vale a pena criar um curso online? Sim.
      – Deves avançar com a criação do curso com a ilusão de que com isso estarás a gerar rendimento passivo? Não.
      – Deves promover o teu curso online? Não, promove antes a solução que o teu cliente ideal procura para o seu problema.

      Agora, conta-me, já tens alguma ideia para a criação de um curso online para o teu negócio ou já tens algum a decorrer e sobre que tema? Partilha comigo o teu ponto de situação nos comentários.

       

      Muitas pessoas começam a criar cursos online... e ainda bem! Mas há duas verdades sobre cursos online que precisas de saber!

    • Disciplina para trabalhar a partir de casa

      disciplina para trabalhar

       

      O tema da disciplina que é necessária para se trabalhar por conta própria surge muitas vezes em conversas que tenho, sobretudo, com pessoas que ainda trabalham por conta de outrem, mas que têm vontade de começar a desenvolver o seu próprio negócio. Estas pessoas perguntam-se se, trabalhando a partir de casa, terão disciplina suficiente para desenvolver o seu projeto sem terem outras pessoas, como um chefe, por exemplo, a quem prestar contas e a dizer-lhes o que é necessário fazer.

      Esta é uma questão válida, principalmente para pessoas que nunca trabalharam em casa, mas há, quanto a mim, alguns aspetos importantes a considerar.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1. Paixão

      Acredito que, quando somos apaixonados pelo trabalho que estamos a fazer, a questão da disciplina quase não se coloca. Quanto mais apaixonados estamos por aquilo que fazemos, quanto mais alinhado o nosso trabalho está connosco, com os nossos valores e com o impacto que nós queremos provocar no mundo, menos necessária é a disciplina.

       

      2. Estrutura e visão para o futuro

      Muitas vezes, a paixão existe, mas não há uma estrutura para o que estamos a fazer, não existe uma organização lógica, não há processos nem planeamento. Ou, então, mais importante ainda, não existe uma visão para o futuro. E isto é muito importante numa fase inicial do negócio.

      Portanto, é essencial ter uma estrutura para aquilo que estamos a fazer, seja na forma como organizamos o nosso tempo, seja na forma como os nossos serviços estão organizados ou, até, na forma como criamos os nossos conteúdos.

      A visão para o futuro é uma fonte enorme de motivação, pois sabemos para onde nos estamos a dirigir. Quanto mais clara é a nossa visão para o futuro mais motivados nos vamos sentir, porque temos um destino onde queremos chegar. É por isto que a visualização, como ferramenta de motivação e para manifestar a realidade que queremos à nossa volta, é tão utilizada.

      Ainda assim, em qualquer negócio, vai haver sempre tarefas com as quais não vamos estar tão alinhados e que gostamos menos de fazer. Um negócio envolve inúmeras tarefas e, mesmo que criemos o nosso negócio a partir da nossa zona de génio, algumas dessas tarefas não fazem parte dessa zona. Por isso, a estrutura é tão importante, quer para realizarmos estas tarefas com sucesso enquanto temos de ser nós a fazê-las, mas também porque nos ajudará a delegá-las logo que possível.

      Como criadores do nosso negócio, idealmente, devemos passar cerca de 80 a 90% do nosso tempo na(s) nossa(s) zona(s) de génio.

      Ter um plano neste âmbito é, portanto, fundamental. Por um lado, para identificarmos quais as primeiras tarefas que queremos começar a delegar (faturação, secretariado, edição de áudio/vídeo, gestão de conteúdos e de redes sociais…) e, por outro, para definirmos o rendimento que precisamos de estar a gerar para poder contratar outras pessoas, bem como uma estratégia para conseguirmos reunir essa condição financeira.

      Resumindo, há 2 aspetos que temos de avaliar: primeiro, perceber se o negócio que estamos a criar é mesmo a nossa paixão; depois, se sim, perceber, então, o que nos está a bloquear e nos impede de avançar e trabalhar nisso.

      Deixo-te, por fim, algumas dicas que te podem ajudar a trabalhar a partir de casa de forma mais eficiente:

      • Cria um espaço exclusivamente dedicado ao teu trabalho
      • Sai de casa para trabalhar fora, de vez em quando
      • Faz intervalos regulares
      • Percebe o que funciona para ti
      • Foca-te nos teus objetivos e na tua visão para o futuro do teu negócio

       

      Já trabalhas a partir de casa? Partilha comigo as estratégias que usas para te manteres produtiva.

      Ter disciplina para trabalhar a partir de casa requer organização e a paixão pelo que fazes vai alimentar isso e tudo o resto!

    • Medo da exposição: O que precisas de saber para o ultrapassares

      medo da exposição

       

      Se tens, ou queres vir a ter, um negócio próprio ou desenvolver a tua marca pessoal, mas tens medo da exposição, lê este artigo e vê o vídeo que tenho para ti sobre este tema. A melhor forma de começarmos a falar sobre este tema é desconstruindo cada uma das suas partes.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      1 – O Medo

      O medo não passa de uma emoção e existe para nos avisar de alguma coisa, nomeadamente de um potencial perigo à nossa volta. O medo existe para nos proteger e é ativado quando percecionamos uma ameaça. A questão, aqui, é que nem sempre essa ameaça é real.

      Assim, o que te recomendo é que, mais do que abafar ou evitar o medo, comeces a aprender a conviver com o medo.
      Atualmente, o medo já não me paralisa. Em vez disso, funciona como uma bússola, indicando-me o caminho que devo seguir. Afinal, o medo só surge em relação a coisas que são muito importantes para nós e que podem fazer a diferença na nossa vida e na vida de outras pessoas.

      Então, se queremos fazer algo que é importante para nós, não devemos deixar que o medo nos paralise. Devemos, apenas, usá-lo como bússola. Lembra-te que quanto mais medo sentires de fazer alguma coisa, mais isso significa que fazê-lo é importante para ti.

      Por isso, podemos e devemos avançar mesmo com o medo presente.

       

      2 – A Exposição

      A exposição é habitualmente encarada como algo negativo, mas a verdade é que ela é inevitável se temos uma mensagem para passar ao mundo.

      Não conseguimos fazer chegar a nossa mensagem sem nos expormos, sem nos mostrarmos, sobretudo se esta mensagem estiver ligada a nós, aos nossos valores e ao nosso propósito.

      Vou-te propor que, agora, penses comigo de outra forma: quanto mais exposta eu ficar, mais longe consigo levar a minha mensagem, quantas mais pessoas ouvirem aquilo que tenho para partilhar, mais vou conseguir divulgar aquilo que tenho para dizer.

      Este é o lado positivo da exposição e é nele que te deves focar, pois quando a nossa vontade de levar a nossa mensagem mais longe se torna maior do que o medo da exposição é quando decidimos começar a expor-nos.

      Foca-te na tua mensagem e naquela pessoa que precisa mesmo de ouvir a tua mensagem. Pensa na pessoa cuja vida vai ser impactada quando ouvir a tua mensagem e como ela iria ficar se a tua mensagem não chegasse até ela. É ou não uma pena que tantas pessoas fiquem sem saber aquilo que tens para dizer só porque tens medo da exposição?

       

      3 – Medo do julgamento

      Muitas vezes, o medo da exposição resulta do medo do julgamento que vem com a exposição.

      Aqui, é preciso termos consciência do seguinte:

      • É impossível agradar a toda a gente; haverá sempre quem não se identifique com a tua mensagem; não há problema absolutamente nenhum nisso. Lembra-te que o julgamento das outras pessoas não diz nada sobre a pessoa que tu és, mas sim sobre aquilo que elas pensam sobre si próprias e aquilo que as incomoda nelas. Treina-te para te tornares imune a esse julgamento.
      • É fundamental saber distinguir o que é um feedback construtivo – mesmo que implique apontarem-nos algo que temos a melhorar – e o que é um julgamento negativo, maldoso e, às vezes, até cruel. O feedback positivo tem o potencial de nos fazer melhorar e é a esse feedback, e só a esse, que deves dar crédito.

       

      4 – Autoimagem

      O medo da exposição está também, muitas vezes, relacionado com a nossa autoimagem. Eu própria, antes de começar o meu canal do Youtube, tive muito medo de me expor e de ter de lidar com a minha autoimagem e com aquilo que os outros poderiam pensar de mim.

      Felizmente, percebi que os filtros que aplicamos quando olhamos para nós próprios são totalmente diferentes dos que aplicamos quando olhamos para os outros.

      A nossa tendência ao olharmos para nós é detetar imediatamente os nossos próprios defeitos e, depois, é difícil focarmo-nos noutras coisas que não sejam aquilo de que não gostamos em nós. Mas a verdade é que aquilo que vemos numa imagem nossa não é o mesmo que outra pessoa vê quando olha para nós. O nosso filtro distorce a realidade.

      Deixo-te um exercício: Olha para uma fotografia tua e procura aquilo que tu tens de melhor, foca-te naquilo que são os teus pontos fortes e começa a ver-te com esse filtro. Assim, vais começar a ter uma ideia mais aproximada da forma como as outras pessoas te veem.

       

      E, agora, de que estás à espera? O teu medo da exposição só vai desaparecer quando começares. Estou certa de que tens uma mensagem para passar ao mundo e que há muitas pessoas que vão beneficiar daquilo que tu tens para partilhar com elas.

      Conta-me nos comentários o que é que fez mais sentido para ti neste artigo e o que é que pode realmente fazer a diferença para que avances e comeces a transmitir a tua mensagem.

      O medo da exposição não deve ser um impedimento no caso de teres ou quereres vir a ter um negócio próprio ou desenvolver a tua marca pessoal.