Filipa Maia

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    Janeiro 2019

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    • Rendimento Passivo – 3 Estratégias

      rendimento passivo

       

      Ter uma fonte (ou mais) de rendimento passivo pode trazer-nos tranquilidade e possibilitar um maior equilíbrio no nosso negócio. No entanto, antes de começar a falar sobre este tema, preciso de vos deixar 2 grandes avisos.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

       

      Aviso #1 – Não existe rendimento 100% passivo.

      Isto significa que rendimento passivo não quer dizer que não exista esforço ou tempo despendido do nosso lado. Ou seja, para se criar rendimento passivo é preciso trabalhar. Há sempre um input de esforço e de tempo que temos de colocar na geração deste tipo de rendimento. Na maior parte das vezes, este input é feito logo no início, aquando da criação desta fonte de rendimento, mais do que na sua manutenção. Ainda assim, esta manutenção, mesmo que mínima, tem de existir.

       

      Aviso #2 – Rendimento passivo exige muito trabalho.

      Gerar um rendimento passivo não é algo simples. Dá trabalho, exige esforço e demora algum tempo a construir, mas é possível e pode, de facto, ser uma fonte muito importante de rendimento no nosso negócio, ainda que continue a exigir, depois, alguma manutenção.

       

      Então, de que é que falamos quando falamos de rendimento passivo?

      Rendimento passivo não é simplesmente algo em que nós não estamos a trabalhar e do qual estamos a usufruir rendimentos. Trata-se, sim, de colocar a maior parte de input de tempo e de esforço à cabeça, aquando da criação desta fonte de rendimento e, depois, continuar a gerar rendimento a partir daí, com um mínimo de manutenção. Ou seja, a maior parte do trabalho e esforço são despendidos numa fase inicial. Depois, a fonte começa a gerar rendimento e nós, com um mínimo de manutenção, conseguimos manter essa fonte a gerar dinheiro, dia após dia, sem continuarmos a investir um grande esforço, mas sempre, recordo, com alguma manutenção.

       

      Para que possas começar a pensar sobre este tema e como o podes aplicar ao teu negócio, deixo-te 3 opções para possíveis fontes de rendimento passivo.

       

      Fonte #1 – Programas de Afiliados e Anúncios

      Aqui, tenho de fazer a distinção entre influenciadores e pessoas que têm os seus próprios negócios e vendem os seus próprios produtos e serviços. Acredito que a forma como se trabalham os programas de afiliados é bastante diferente para cada uma destes grupos.

      Focando-me na pessoa que tem o seu próprio negócio, não acredito que a estratégia ideal seja, por exemplo, colocar anúncios no seu website. Em alternativa, no Youtube, por exemplo, a partir do momento em que se reúnam determinadas condições, é possível termos anúncios a passar antes dos nossos vídeos. Contudo, é preciso dizer que esta não será certamente a fonte principal de rendimento de uma pessoa que tenha um negócio, mas pode, ainda assim, ser uma fonte secundária. Outra possibilidade é usar outro tipo de programas de afiliados, como programas de software que usemos no nosso trabalho e que disponibilizem programas de afiliados ou até cursos online de outras pessoas que estejam disponíveis para este tipo de programas, desde que, naturalmente, estejam alinhados com a tua marca e com o teu negócio.

       

      Fonte #2 – Produtos Digitais

      Aqui, podem ser templates, fichas de trabalho, o que for… No fundo, qualquer produto digital que possamos vender no nosso website. Um designer, por exemplo, pode transformar alguns dos seus serviços num produto, como a criação de um template para redes sociais, e vendê-lo no seu website.

      A estratégia é, portanto, transformar um serviço num produto que podemos ter à venda na nossa loja online e que fica ali como fonte de rendimento passivo, sem necessitar de grande intervenção da nossa parte, para além da sua divulgação.

       

      Fonte #3 – Expertise/Conhecimento

      Podemos vender o nosso conhecimento através de um curso online, um ebook ou mesmo um livro físico. No caso de um livro, por exemplo, a maior parte do trabalho é realizada à cabeça, com a preparação, a redação e a revisão, mas, depois de pronto, o livro fica a gerar rendimento. É claro que temos de continuar a fazer a sua divulgação, partilhá-lo, passar a mensagem de que o livro continua a estar à venda, mas a maior parte do trabalho já está feita (tal como acontece com um curso, um ebook, ou outros produtos deste género).

      Vender a nossa expertise passa sempre por ensinarmos alguém a fazer alguma coisa e darmos informações sobre determinado tópico relacionado com a nossa área de atuação.

      Por exemplo, se dão um workshop presencial, podem transformá-lo num workshop online. Podem, inclusivamente, vender um primeiro workshop em direto, e, gravando-o, podem, depois, transformá-lo num produto que outras pessoas possam comprar para assistir em diferido e, aqui, reduzem o valor por exemplo, pois as pessoas já não poderão interagir em direto.

       

      Agora, partilha comigo: já tens alguma fonte de rendimento passivo no teu negócio? Se ainda não tens, qual destas 3 sugestões faz mais sentido no teu caso?

       

      Rendimento passivo não é igual a dinheiro fácil, pois não aparece do nada e exige trabalho à partida. Mas pode vir a tornar-se numa fonte de bom rendimento apenas com alguma manutenção.

    • Como aumentar a conversão de seguidores em clientes

      aumentar conversão

       

      Já expliquei o que significa para mim crescer nas redes sociais e como isso está mais relacionado com a taxa de interação que conseguimos do que propriamente com o número de seguidores. Também já vos apresentei algumas estratégias cuja aplicação contribui para uma maior interação nas redes sociais.

      Hoje, quero falar-vos sobre como podemos transformar seguidores em clientes, já que nenhum negócio sobrevive sem eles.

      O que podemos, então, fazer para otimizar a nossa taxa de conversão nas redes sociais (e não só)?

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      1 – Torna bem claro aquilo que vendes

      A verdade é que se não estiver claro aquilo que temos para oferecer, não vamos ter quem compre.

      Primeiro, analisa se a tua mensagem está bem definida e se, dentro da tua mensagem, está bem claro aquilo que estás a vender. Estás a passar a mensagem de quais são os principais benefícios do teu produto ou do teu serviço para o cliente? Estás a usar os princípios do storytelling para passares a tua mensagem e falares sobre aquilo que tens para vender?

       

      2 – Valida a tua ideia antes da sua criação

      O teu serviço ou produto é algo que as pessoas querem ou é apenas algo que criaste porque é algo de que gostas muito? Validaste a tua ideia? Procuraste saber se é um serviço ou produto que as pessoas procuram e têm interesse em adquirir ou partiste para a criação do produto ou serviço sem validares a ideia?

      Este ponto é muito importante. Na realidade, se não houver ninguém para comprar aquilo que criámos, o nosso negócio não vai ter sucesso e nada do que possamos fazer vai aumentar as nossas conversões, porque simplesmente não é algo que as pessoas queiram comprar.

      Validar a ideia antes de criarmos o produto ou serviço, fazer um estudo de mercado, perceber se é algo que já tem clientes, se é algo que as pessoas procuram e se estão dispostas a pagar por isso. Este é o primeiro passo a dar antes de avançar e, se ainda não fizeste isto, pode ser este o motivo pelo qual tens dificuldade em converter seguidores em clientes.

       

      3 – Inclui toda a informação necessária nas tuas páginas de vendas (landing pages ou sales pages)

      Verifica se as páginas onde vendes os teus produtos têm toda a informação sobre aquilo que vendes. Estás a garantir que a página onde descreves o teu serviço tem toda a informação necessária: os benefícios, o que está incluído, que pessoas podem ter interesse nesse produto ou serviço? Está tudo percetível na tua página de vendas?

       

      4 – Usa o vocabulário que o teu cliente ideal usaria

      Muitas vezes, dentro de determinada área, há vocabulário específico que, para nós como especialistas, faz parte do nosso vocabulário comum, mas o nosso cliente pode não conhecer este vocabulário porque não é ele o especialista.

      Por esta razão, é importante que, em vez de usarmos o vocabulário de especialista, nos esforcemos por usar o vocabulário que este cliente usaria na fase em que se encontra. Caso contrário, ele não se vai identificar com aquilo que estamos a dizer.

      Há várias formas de percebermos qual é este vocabulário que os clientes usam: podemos recuar ao tempo em que nós próprios ainda não éramos especialistas na matéria, podemos usar questionários ou podemos mesmo usar as próprias conversas que temos com os clientes nos contactos que estabelecemos com eles para percebermos qual é o vocabulário que ele usa e, depois, usarmos nos nossos conteúdos e no nosso copywriting de vendas. Assim, será mais fácil que uma pessoa nova que chegue se identifique com o vocabulário que estamos a usar.

       

      5 – Contrapõe as principais objeções de potenciais clientes

      Comentários como “Isto é caro demais”, “Não vejo qual o valor em adquirir este produto ou este serviço” ou “Este produto ou este serviço não é para mim” são comentários que devemos antecipar. Ou seja, temos de garantir que estamos a contrapor todas estas objeções antes mesmo de o cliente pensar nelas, porque, assim, não vão ser um impedimento à compra.

       

      6 – Garante que é fácil avançar para a compra

      Se temos uma loja online, devemos garantir que é fácil comprar o produto. Se vendemos um serviço e a venda passa por uma primeira conversa com o cliente, temos de garantir que é fácil para o cliente agendar esta conversa e, depois, avançar para a compra. Quanto mais difícil for avançar para a compra, menor vai ser a taxa de conversão.

       

      7 – Nas redes sociais, foca-te no fator know-like-trust

      Este fator implica que a pessoa tem de nos conhecer primeiro, depois de tem de gostar de nós ou daquilo que estamos a partilhar e, depois, tem ainda de confiar em nós para só então, aí sim, comprar. As redes sociais são o local ideal para fazer crescer este fator. Fazer vendas diretas a uma pessoa que está a entrar em contacto connosco pela primeira vez não terá tão bom resultado como criarmos uma relação primeiro.

      Nas redes sociais, devemos tentar reduzir ao máximo a venda direta que pode ser feita de outras formas, como através do email marketing, por exemplo, ou até presencialmente. Nas redes sociais, devemos focar-nos mais em darmo-nos a conhecer, mostrarmos a nossa personalidade (já falei sobre isto aqui) e o nosso expertise para que as pessoas confiem em nós. É assim que as pessoas vão, finalmente, comprar.

       

      8 – Inclui social proof no teu website

      É importante também apresentarmos testemunhos e feedback de pessoas que entraram em contacto com os nossos serviços e conteúdos no nosso site – mais até do que nas redes sociais -, pois isto é uma garantia de que conseguimos entregar resultados. É muito mais significativo haver outra pessoa a dizer que conseguiu determinado resultado devido ao nosso trabalho do que simplesmente sermos nós a alegarmos o alcance desses resultados.

       

       

      Estas são as dicas que tenho para ti sobre este tema. Se há algum assunto que gostarias de ver tratado com mais pormenor, diz-me. Por exemplo, nunca tinhas ouvido falar em storytelling aplicado às vendas? Tens interesse em mais conteúdos sobre isto?

       

      Um negócio não sobrevive por ter seguidores mas sim clientes. Então como podemos aumentar as conversões? Deixo 8 dicas que podem ajudar!

    • Como Aumentar a Interação nas Redes Sociais

      interação nas redes sociais

       

      No último artigo já expliquei que, para mim, crescer nas redes sociais tem muito mais que ver com o nível de interação que temos nas nossas publicações e com a taxa conversão que temos de seguidores em clientes do que, propriamente, com o número total de seguidores, já que este pode não representar absolutamente nada em termos de negócio. Na verdade, os seguidores não pagam as nossas contas e como tal, por si só, o número de seguidores não determina o sucesso de um negócio.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Agora, o que me proponho fazer é falar-vos um pouco sobre interação e como podemos aumentar os níveis de interação nas nossas publicações nas redes sociais.

      Para isso, trago-vos algumas sugestões sobre as quais também já fui falando de alguma forma noutras alturas.

       

      1 – Incentivar a interação

      Para isto, é fundamental termos um CTA (call to action) em todas, ou quase todas, as nossas publicações. Fazermos uma pergunta ou pedirmos uma reação de quem nos segue, nem que seja só com o uso de um emoji, pode fazer toda a diferença no número que comentários que vamos obter numa publicação. Muitas vezes, basta uma pergunta simples. Aliás, frequentemente, quanto mais simples é a pergunta mais elevados são os resultados ao nível da interação e perguntas muito complexas podem mesmo desincentivar. O ideal é que as pessoas consigam responder em poucas palavras, sem terem de pensar muito sobre o assunto. Além disso, estas perguntas podem ser colocadas de forma divertida e devem estar relacionadas com os tópicos que costumamos abordar.

       

      2 – Responder a todos os comentários

      Este ponto é muito importante. Mesmo que não seja no imediato, não devemos deixar comentários por responder. Podemos reservar um período específico do dia só para isso. O importante é que todos os comentários recebam uma resposta. Se não o fizermos, a pessoa que interagiu connosco vai acabar por perder o interesse nas nossas publicações, porque não recebe feedback da nossa parte.

      A interação tem de existir de ambas as partes. Por um lado, devemos promover a interação dos nossos seguidores com as nossas publicações, mas devemos, também, interagir com eles nos comentários. Afinal, se a pessoa se deu ao trabalho de deixar um comentário, é extremamente importante que nós valorizemos isso, respondendo a esse comentário.

       

      3 – Comentar outras contas

      Este ponto tem que ver com estratégia, mas também está relacionado com mindset. Ou seja, qual é a lógica de querermos que os outros interajam connosco e com as nossas publicações se nós não interagimos com eles nem comentamos outras publicações também? Se não fizermos pelos outros o que gostávamos que fizessem por nós, dificilmente vamos ver resultados.

      Assim, se queremos começar a ter mais comentários na nossa conta, também temos de começar a deixar comentários nas contas com que nos identificamos, que nos acrescentam valor, que nos causam alguma emoção.

      Quantos mais comentários deixarmos nas publicações de outras pessoas, mais pessoas vamos ter a deixarem comentários na nossa conta. Há, contudo, algo muito importante a ter em consideração nos comentários que deixamos: eles devem ter conteúdo e, de alguma forma, acrescentar valor à publicação. Comentar só porque sim não nos vai trazer os resultados que pretendemos.

       

      4 – Iniciar conversas por mensagem direta

      As redes sociais têm muito que ver com criar relações. No último artigo também já falei sobre a importância de criarmos relações e estas relações podem acontecer exatamente dentro da rede social. Podemos iniciar conversas e começar a criar relações com pessoas através de mensagens diretas que trocamos com pessoas que seguimos e cujo trabalho admiramos. Estas mensagens, tal como os comentários, devem ter interesse, significado e acrescentar valor. Estas conversas vão, depois, refletir-se na interação gerada nas nossas redes sociais.

       

      5 – Mostra mais a tua personalidade

      É um facto que conteúdos sem personalidade não prendem a atenção de quem se cruza com uma publicação nossa. Temos de ser autênticos e a nossa personalidade é, na verdade, a base de tudo. A nossa marca pessoal será, portanto, o reflexo disso mesmo e é esta autenticidade que vai gerar empatia nas outras pessoas. É isso que vai fazer com que as pessoas se queiram relacionar connosco. Por isso, mostrarmos a nossa personalidade, sem medo, é muito importante nas redes sociais, já que é isso que mostra que está ali uma pessoa real e não só uma marca.

       

      6 – Faz mais vídeo

      O vídeo é a melhor forma de mostrarmos a nossa personalidade. Mesmo que, no início, a exposição para a câmara possa criar alguma estranheza, o vídeo permite-nos chegar às pessoas mais eficazmente, gerando empatia. Há imensas formas de o fazermos: no Youtube, nas stories, em diretos, no IGtv… é só escolhermos aquela que mais se adequa ao que pretendemos.

       

      Daquilo que vou percebendo no meu trabalho, este último ponto gera desconforto para muitas pessoas. Por isso, gostaria muito de vos trazer mais conteúdos sobre este tema do medo da exposição. Para tal, preciso de saber se convosco isso também acontece. Quais são as vossas maiores dificuldades?

       

      Continuando no tópico das redes sociais, neste artigo deixo algumas dicas de coisas simples que podem fazer para aumentarem a interação nas redes sociais.

       

    • Como Crescer nas Redes Sociais

      Crescer nas redes sociaisc

      Este é um tema que, por norma, desperta sempre o interesse de quem usa as redes sociais para trabalhar, para divulgar o seu negócio e chegar a cada vez mais pessoas.
      Contudo, a abordagem que vos apresento hoje é, talvez, um pouco diferente daquela que seria expectável.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Quem me acompanha pelo Youtube e viu o vídeo sobre a palavra que escolhi para 2019 sabe que este ano me vou focar mais em temas relacionados com Mindset e menos nos temas relativos a estratégia. Parece paradoxal, mas é com base nesta linha de pensamento que quero falar convosco sobre este tema do crescimento nas redes sociais.

      Para isso, preciso de clarificar o que é que, para mim, significa crescer nas redes sociais. Quando me refiro ao crescimento nas redes sociais, não estou a falar em fazer crescer o número de seguidores. Na verdade, o número de seguidores não importa nada para o crescimento do nosso negócio, pois não são os seguidores que pagam as contas ou trazem lucro ao negócio e encontramos facilmente contas com um elevadíssimo número de seguidores que, depois, não refletem propriamente um negócio de sucesso.

      Então, quando falo em crescer nas redes sociais, refiro-me concretamente a 2 aspetos: interação e conversão de seguidores em clientes.  A chave é termos seguidores que estão realmente interessados naquilo que estamos a dizer e naquilo que temos para vender. Não importa se são 10, 10 mil ou 10 milhões. O importante é que tenham interesse naquilo que temos para partilhar e naquilo que vendemos.

      Neste sentido, recomendo 3 métodos para crescer nas redes sociais:

       

      1- Criar conteúdos de excelente qualidade (dentro e fora das redes sociais)

      Estou a falar de conteúdos dentro e fora das redes sociais, quer sejam as fotografias e as captions do Instagram, os vídeos no Youtube, os podcasts ou até os freebies que criamos para serem lead magnets da nossa newsletter.

      Todos estes conteúdos terão um impacto direto na interação que vamos gerar nas redes sociais, porque com conteúdos de qualidade as pessoas vão ter interesse nos temas que estamos a tratar. Numa perspetiva de angariação de clientes, isto também vai ter impacto, porque com conteúdo de qualidade as pessoas vão confiar em nós para fazermos um trabalho de qualidade quando nos contratarem.

      A criação de conteúdo de qualidade vai ter ainda um efeito secundário que é o aumento do número de seguidores, porque as pessoas vão partilhar esses conteúdos de qualidade e é com essas partilhas que vamos conseguir chegar a cada vez mais pessoas.

      As redes sociais vivem de conteúdos, por isso são eles que nos podem ajudar a chegar mais longe.

       

      2- Criar relações (dentro e fora das redes sociais)

      Mais uma vez, este método também deve ser aplicado dentro e fora das redes sociais. Devemos falar com as pessoas, sejam os nossos seguidores ou pessoas que seguimos e com cujo conteúdo nos identificamos e apreciamos, utilizando quer os comentários, quer as mensagens diretas. Quando, por exemplo, vemos que alguém está a fazer um bom trabalho numa rede social, devemos dizer-lhe isso mesmo. Isto vai promover a interação, porque demonstramos interesse pelo seu trabalho e reconhecemos o seu esforço e dedicação.

      Fora das redes sociais, também. Conversarmos com pessoas, conversarmos sobre o nosso trabalho, sobre as nossas redes sociais vai aproximar-nos dos outros enquanto damos a conhecer aquilo que fazemos. As redes sociais são um espaço para se fomentarem relações, por isso, quando promovemos essas relações fora das redes sociais, estamos também a promovê-las dentro, porque acabamos por nos encontrar também aí.

       

      3- Fazer um excelente trabalho

      O boca-a-boca continua a funcionar muito bem. Hoje em dia, o boca-a-boca já não se resume a um amigo que recomenda o nosso trabalho a outro amigo. Hoje, esta recomendação pode chegar precisamente dentro de uma rede social. A partilha do trabalho que desenvolvemos pode partir de uma pessoa que trabalha connosco e que reconhece a qualidade do nosso trabalho ou pode vir de alguém que, simplesmente, partilha os nossos conteúdos.

      A chave do crescimento nas redes sociais e no nosso negócio está em sermos tão bons que é impossível as pessoas ignorarem-nos, tal como é referido por Cal Newport no seu livro So Good They Can’t Ignore You: Why Skills Trump Passion in the Quest for Work You Love.

       

      Esta é a minha perspetiva do que significa crescer nas redes sociais: tudo se resume a conteúdo, relações e trabalho de qualidade. Vou gostar de saber se concordam comigo e, sobretudo, qual é o primeiro passo que vão dão dar para colocarem e prática uma destas minhas recomendações.

       

      Como crescer nas redes sociais. Não, este artigo não dá mais 10 truques para enganar algoritmos e ganhar seguidores. Mas dá 3 passos para crescer de forma orgânica.