Filipa Maia

Instagram Feed

    Dezembro 2018

    Monthly Archives

    • Ano Novo: Objetivos, Resoluções e Intenções

      ano novo

       

      Em finais de ano, o tema a tratar não poderia ser outro, até porque há, normalmente, uma grande confusão entre objetivos e resoluções, o que são e como são colocados em prática nesta altura de mudança de ano.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Objetivos e resoluções: o que são e qual diferença entre os dois?

      Um objetivo é algo muito específico e finito, sobretudo se for bem definido, seguindo todos os parâmetros SMART (Específico, Mensurável, Atingível, Realista e Temporal) e com um princípio e um fim. Quando bem definido, conseguimos reconhecer o momento em que um objetivo é atingido e, por isso, no fundo, um objetivo não é mais do que um alvo a atingir.

      Já uma resolução é uma decisão de mudança, tomamos uma resolução quando decidirmos mudar algo na nossa vida. Uma resolução deve ter um caráter permanente e não ser apenas temporária até conseguirmos alcançar determinado objetivo.

       

      Na altura da passagen de ano há dois problemas críticos na definição de objetivos e resoluções:

      1. A tendência para definirmos um número exagerado de resoluções. Às vezes, definem-se 10 ou mesmo 12 resoluções, mas tantas mudanças, implementadas ao mesmo tempo, têm grandes probabilidades de não terem sucesso.

       

      Num episódio do podcast Lifestyle by Design, já abordei o tema dos hábitos e um dos pontos que referi foi, exatamente, a importância de implementarmos hábitos de forma gradual. Ou seja, a melhor forma de implementarmos um novo hábito é começarmos por dar passos pequenos, evitando grandes mudanças repentinas na nossa vida, porque isso vai trazer dificuldades acrescidas. Assim, na passagem de ano, quando definimos 10 ou 12 resoluções, estamos a contribuir para o insucesso e, na maior parte dos casos, acabamos o mês de janeiro sem nos lembrarmos das nossas resoluções e sem nada do que queríamos implementado.

       

      1. A falta de um plano de ação, ou seja, não definirmos quais os passos que temos de dar para que o nosso objetivo ou a nossa resolução se concretizem. Não tendoum plano de ação definido, e decidindo os passos a dar apenas numa base diária, dificulta todo o processo.

       

      Assim, para evitar estes dois problemas, a alternativa que sugiro é que a definição de objetivos e resoluções seja feita trimestralmente, em vez de uma vez por ano. A verdade é que é mesmo mais fácil se formos por partes, por isso, estabelecermos 2 ou 3 objetivos e 2 ou 3 resoluções por trimestre, no máximo, é o ideal. Até podemos, eventualmente, ter uma lista para o ano todo, mas antes de passarmos à implementação, devemos avaliar prioridades e, em função disso, dividir essa lista pelos trimestres do ano. Assim, a implementação será gradual, o que facilitará todo o processo de execução.

      Para os objetivos, é fundamental definirmos um plano de ação concreto. Partindo de um objetivo específico corretamente definido saberemos exatamente quando o cumprirmos. Por isso, o primeiro passo é pensarmos num objetivo e definirmos um plano de ação para ele. Com este plano de ação, saberemos exatamente quais os passos a dar, o que fazer e quando para atingirmos aquele mesmo objetivo.

      Para as resoluções, a minha recomendação é que a implementação seja, como já referi, gradual, com baby steps. Se têm como resolução ir 5 vezes por semana ao ginásio em 2019, não tentem logo na primeira semana de janeiro ir 5 vezes. Comecem com pequenos passos. No primeiro mês, podemos ir apenas uma vez por semana, durante 10 minutos, por exemplo. Isto até pode parecer insuficiente, mas quando falamos de resoluções o importante é não desmotivarmos, por isso, definirmos pequenas ações que, de tão simples e fáceis, até se tornaria ridículo não as realizar. Ao longo do trimestre, vamos aumentando o grau de dificuldade com a periodicidade pretendida, mês a mês, por exemplo.

       

      O segredo está em simplificar. Não queiram implementar tudo logo nos primeiros dias do ano. Avaliem o que é prioritário, deixem o resto para os outros trimestres, e foquem a vossa atenção num número reduzido de objetivos ou de resoluções durante o primeiro trimestre. Durante o resto do ano, podemos ir acrescentando outras coisas. Isto permite-nos não só mantermo-nos motivados, como também sermos mais eficientes no cumprimento daquilo a que nos propomos.

      Para além disto, ao implementarmos o hábito de, trimestralmente, definirmos novos objetivos, não é necessário esperarmos pela passagem de ano para definirmos objetivos e resoluções e podemos, constantemente, ir otimizando os nossos objetivos e as nossas resoluções. No fundo, podemos, ao longo de todo o ano, ir otimizando as nossas vidas. Acreditem, isto é extremamente importante.

      Sugiro-vos, agora, que pensem numa intenção para 2019. Têm 10 dias até ao final do ano. No fundo, a ideia é definir uma palavra para guiar o vosso novo ano. Qual será a vossa palavra, a vossa intenção, para 2019? Em janeiro, partilharei convosco qual é a minha.

       

      Se também costumas falhar (quase) todas as tuas resoluções de ano novo, apresento-te hoje a solução! E é bem mais simples do que possas imaginar.

    • Vision Board – Manifesta a vida dos teus sonhos

      manifesta a vida dos teus sonhos

       

      Já alguma vez criaste um vision board? Sabes o que é e qual a sua utilidade? No artigo de hoje venho falar-te sobre esta prática e os seus benefícios para que possas criar o teu já para 2019.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Na sequência desta minha publicação no Instagram:

      percebi que há muito interesse neste tema, por isso decidi falar-vos mais sobre ele.

       

      O que é um vision board e qual a sua utilidade?

      Para quem não está familiarizado com o termo, um vision board é uma ferramenta de visualização composta por imagens e palavras que representam os nossos objetivos e os nossos sonhos.

      O objetivo de criarmos um vision board é, antes de mais, mantermos os nossos sonhos e os nossos objetivos bem presentes de forma regular para nos ajudar a manter o foco.

      Para vos mostrar o impacto que um vision board pode ter na nossa motivação e no nosso foco quero partilhar convosco alguns conceitos importantes sobre esta matéria.

      É necessário, então, termos em consideração que, como afirma Tony Robbins, “Where focus goes, energy flows”. Isto é, o local para onde vai o nosso foco é também aquele para onde a nossa energia vai.

      Mais do que isso, um dos pressupostos da Programação Neurolinguística (PNL) é: “O que foca, aumenta.” Isto significa que ao colocarmos o nosso foco nos nossos objetivos vamos estar a aumentá-los e, como tal, é mais provável que se tornem realidade.

      E isto acontece, unicamente, devido à forma como o nosso cérebro funciona.

      Refiro-me, concretamente, ao sistema de ativação reticular (SAR). Este sistema, presente no nosso cérebro, seleciona a informação que é mais relevante para nós.

      Um exemplo da forma como este sistema funciona é quando, por exemplo, compramos um carro que pensamos que ninguém tem, mas, quando saímos do stand, começamos a ver carros como o nosso por todo o lado. Isto não significa, naturalmente, que tenha passado a haver, de repente, mais carros iguais ao nosso; simplesmente, a nossa atenção, o nosso foco, está mais direcionada para aquele objeto. O mesmo acontece, dizem, com mulheres grávidas que, ao saberem dessa sua condição, começam a identificar muitas outras mulheres grávidas. Isto é o nosso cérebro a mostrar-nos que está atento àquilo que é importante para nós.

      Com tanta informação à nossa volta, é impossível ao nosso cérebro apreender tudo. Por exemplo, quando entramos num espaço novo, há muita coisa para o nosso cérebro processar, mas ele, como é seletivo e gosta de poupar energia, vai colocar a sua atenção naquilo que é mais importante para nós e é isso que vai reter.

      Portanto, quando estamos constantemente a chamar a atenção do nosso cérebro para os nossos objetivos, ele vai automaticamente colocar a maior parte do seu foco aí. Isto significa que, por exemplo, vamos estar muito mais alerta para oportunidades que possam surgir relacionadas com os objetivos que queremos alcançar. Ou, então, que vamos ter mais ideias relacionadas com esse(s) objetivo(s) quanta mais atenção dirigirmos para esse(s) mesmo(s) objetivo(s).

      Ter uma ferramenta visual para a qual olhamos com regularidade e que representa todos os nossos objetivos leva o nosso cérebro a focar-se em tudo o que está relacionado com isso.

      Além disto, por ser uma ferramenta criativa e visual, o vision board pode ainda contribuir para um aumento da motivação para darmos os passos necessários para a concretização dos nossos objetivos.

      Isto está também relacionado com a lei da atração. Já abordei este conceito noutros artigos e, oportunamente, falarei mais sobre ele. A Lei da Atração funciona por causa da forma como o nosso cérebro funciona.

       

      Como fazer um vision board?

      No que diz respeito à concretização de um vision board na prática, há vários tipos de vision board.

      Podemos aproveitar agora o final do ano e criar um vision board para o próximo ano, mas podemos também criar um vision board para os próximos 10 anos. Podemos ter um vision board geral ou um para cada área da nossa vida. Depende sempre daquilo que pretendemos focar.

      Para o podermos fazer, temos de ter já os nosso objetivos e sonhos definidos, temos de criar, no fundo, uma visão para o futuro, mesmo que este futuro seja só o próximo ano. É aqui que tudo começa.

      Para chegarem a estes objetivos podem usar o journaling. Esta prática ajuda imenso na definição de objetivos e na criação de uma visão para o futuro. Há perguntas de journaling poderosas que nos ajudam a chegar a algumas respostas importantes para depois podermos criar um vision board verdadeiramente alinhado com aquilo que queremos para a nossa vida.

      Há várias formas de criar um vision board, mas no fundo, um vision board resulta da junção de palavras, frases e imagens (fotografia ou desenhos) na mesma superfície. Esta superfície pode ser uma cartolina, uma folha A3 ou A4 ou um quadro de cortiça com pioneses. Até pode mesmo ser um board no Pinterest, ainda que, na minha opinião, seja mais benéfico ter algo físico que nos permita fazer trabalho manual, mexer nos materiais, cortar, colar…

      Podemos procurar os materiais em revistas, mas podemos também procurar as imagens na internet. Podemos escrever as palavras que queremos incluir à mão ou num ficheiro word, imprimir, recortar e colar. Podemos desenhar, incluir cores, texturas, padrões… Ou seja, é um mundo de possibilidade e podemos incluir aquilo que quisermos e que nos permita, depois, ficarmos com algo que realmente represente aquilo que queremos para o nosso futuro.

      É muito importante, também, incluirmos representações visuais da forma como nos queremos sentir, para além dos objetivos mais concretos. Por isso, é fundamental selecionarmos imagens e palavras que nos ajudem a visualizar aquilo que queremos sentir.

      Além disto, é importante também revisitarmos o vision board todos os dias, visualizarmos como é que vamos concretizar a nossa visão e, mais importante ainda, olharmos para o nosso vision board como se tudo aquilo já fosse real, como se já tivéssemos concretizado tudo aquilo a que nos propomos. A energia que vamos sentir ao fazer isto, ao olharmos para o nosso vision board com a sensação de que é algo que estamos, de facto, a conquistar, é totalmente diferente da que sentiríamos se encarássemos o nosso vision board como um quadro de objetivos que ainda estão longe de serem alcançados. Afinal, a energia que colocamos nas coisas é determinante na nossa motivação.

      Quando colocamos palavras ou frases no nosso vision board, podemos ainda lê-las em voz alta, pois isto também ajuda a trazer o sentimento de concretização para o momento presente.

      Por último, também não nos devemos esquecer de sentir gratidão por tudo aquilo que está no nosso caminho e que está ali representado no nosso vision board. Também isto vai fazer diferença na nossa energia.

       

      Ainda antes de terminar, quero dar-vos uma novidade relacionada com este tema: já em janeiro, vou promover o workshop “Manifesta a vida dos teus sonhos”, dedicado ao journaling e à criação de um vision board. Vai ser um workshop muito prático, do qual sairão com o vosso vision board criado e para o qual eu levarei todos os materiais necessários. Podem aproveitar esta sessão para criarem o vosso vision board para 2019.

      Conto convosco? Vê todos os detalhes na página do workshop.

       

      Vision Board: uma ferramenta poderosa de visualização e manifestação que te ajudará a co-criar a realidade com que sonhas.

    • Principais erros nas redes sociais

      erros nas redes sociais

      Nesta altura do ano, muitas pessoas estão a planear mudanças para o seu trabalho nas redes sociais a partir do próximo ano. Estamos mesmo quase a chegar a 2019 e, por isso, é a altura ideal para revermos aquilo que, profissionalmente, estamos a fazer nas redes sociais e a estratégia que estamos a usar. É por isso que hoje vos trago os erros que vejo mais nas redes sociais, para que possas começar a trabalhar em corrigi-los. Eu própria já cometi alguns destes erros, por isso não te preocupes se também estiveres a fazê-los, vamos sempre a tempo de corrigir.

      Vê também o vídeo:

      1 – Não responder a comentários

      Todos os comentários devem ter uma resposta. A dada altura, quando já alcançámos uma elevada interação por parte do nosso público, isto pode ser difícil. Mas, quando isto acontece e não conseguimos mesmo responder a todos os comentários, a minha recomendação é que contratem um community manager para vos ajudar nesta tarefa. Afinal, se a interação já é muito elevada, é natural que estejam a gerar rendimento com o vosso negócio, por isso valerá a pena fazer este investimento. 

      2 – Publicações automáticas

      Fazer publicações automáticas e cruzadas entre redes sociais diferentes é outro erro muito comum. De facto, não há grande problema em colocar os mesmos conteúdos em duas redes sociais diferentes, mas não devemos automatizar este procedimento. Refiro-me, por exemplo, a fazer uma publicação no Instagram e a partilhar, automaticamente, também no Facebook. Isto é um erro porque, em primeiro lugar, são redes sociais com particularidades diferentes: os tags são diferentes, no Instagram usam-se muitas hashtags, no Facebook não, por exemplo. Depois, em termos de algoritmo também saímos prejudicados, pois o Facebook percebe que aquela publicação veio do Instagram, que não é nativa do Facebook, e não vai potenciar tanto o alcance dessa mesma publicação. Por último, porque as pessoas percebem que aquela publicação não pertence ali e nem vão perder tempo a ler.

      A solução é adaptar, publicando nativamente no Facebook, mesmo que mantendo a mesma imagem e aproximadamente o mesmo texto. O próprio Facebook já nos facilita esta tarefa, com a barra de imagens do Instagram que surge no topo da nossa página, por isso, é só clicarmos na imagem que queremos publicar e, assim, fazemos a publicação de forma nativa.

      3 – Não usar devidamente cada rede

      Cada rede tem o seu próprio tipo de conteúdos, ou seja, é muito importante usarmos os conteúdos para os quais cada rede social foi criada. O Instagram, por exemplo, foi criado para se dar destaque ao visual, por isso é fundamental publicarmos imagens com grande qualidade. No Facebook e no Twitter isto já não é assim tão importante.

      Exemplos de outros usos indevidos:

      – Colocar vídeos muito grandes nas stories do Instagram. Não foi para isso que as stories foram criadas e a verdade é que ninguém aguenta estar a ver minutos de gravação em blocos de 15 segundos. Se o quiserem fazer, há outras formas mais adequadas, dependendo do tipo de conteúdos: IGTV, Facebok, Youtube.

      – Usar a mesma imagem para o Facebook e para o Pinterest. O Pinterest beneficia imagens verticais, portanto, devemos criar uma imagem específica para esta rede social.

      – Usar o Youtube para publicar um podcast. O Youtube é para conteúdo visual. Pode ser usado como ferramenta de partilha secundária para um podcast, mas este deve ficar alojado numa plataforma própria, como o iTunes, por exemplo.

      4 – Respostas a comentários negativos

      Numa perspetiva de negócio, não devemos criar conteúdos para dar resposta pública aos comentários e às mensagens negativas que nos chegam.

      Todos vamos receber comentários e mensagens negativas, e o que temos a fazer é responder à pessoa em causa em privado, para tentar perceber se há algum fundamento para aquele comentário, ou então simplesmente ignorar.

      Estarmos a criar conteúdo para responder a estas situações só mostra que nos estamos a deixar afetar pelas críticas negativas, sejam elas de feedback construtivo ou mesmo de haters (porque eles existem).

      Por isso, antes de fazermos o que quer que seja relativamente a uma situação deste género, devemos pensar naquilo que está alinhado com os valores da nossa marca e com aquilo que ela representa e agir sempre em função disso.

      5 – Dar erros ortográficos e gramaticais

      Fazer uma publicação com erros dá uma péssima imagem à nossa marca, por isso é necessário termos muita atenção a este ponto. Para evitar que isto aconteça, podemos usar um corretor ortográfico, ler várias vezes os textos, pedir ajuda a alguém ou, até, investir mesmo na contratação de um revisor. Uma estratégia que podemos usar para identificar erros é alterarmos a formatação do texto antes da última leitura. Mudar o tipo de letra vai permitir-nos destacar mais facilmente eventuais erros. Outra estratégia é lermos o texto em voz alta. Ao fazê-lo, apercebemo-nos da falta de fluidez, por exemplo.

      6 – Nunca aparecer

      Eu própria já cometi este erro, mas a realidade é que as pessoas querem fazer negócios com pessoas e não com marcas ou logotipos. Só vamos criar uma ligação emocional com as pessoas que nos seguem se houver uma ligação emocional com a marca e ninguém cria uma ligação emocional com um logotipo. Por isso, aparecer é muito importante, mesmo que não seja fácil. Há muitas pessoas que têm dificuldade com isso – eu percebo, porque já estive nessa situação -, mas o segredo passa por começarmos a aparecer aos poucos e depois, à medida que vamos ficando mais confortáveis, vamos aumentando a exposição. Se, progressivamente, usarmos esta estratégia, com o tempo, esse desconforto vai desaparecer.

      7 – A marca é o herói

      As publicações devem ser sobre o cliente e não só sobre a marca. O cliente é que deve ser o herói das nossas publicações. Marcas que apenas falem de si e que se posicionem no lugar do herói não vão conseguir criar a tal ligação emocional com os seus seguidores. Os nossos clientes é que passam pelas transformações, eles é que evoluem. É disso que devemos falar, acrescentando, naturalmente, todas as ferramentas e estratégias de que dispomos para os ajudar nesse processo.

      Tomarmos consciência destes erros permite-nos dar o primeiro passo para os corrigirmos e, mesmo que ainda cometam algum deles nas vossas redes sociais,estão sempre a tempo de melhorar.

      E, já agora, em que rede social estão a pensar apostar mais em 2019?

      Partilho os principais erros que vejo nas redes sociais, a tempo de todos começarmos a trabalhar na sua correção em 2019.
    • 3 Passos Essenciais para Começar a Viver de Forma Intencional

      vida intencional Quem me acompanha, já sabe que o tema da vida intencional me é particularmente querido, mas desde que este site e o podcast Lifestyle by Design foram para o ar que me tenho debruçado ainda mais sobre este tema. Há, aliás, um episódio do podcast exclusivamente dedicado à metodologia que criei à volta doLifestyle by Design e que nos ajuda a viver de forma mais intencional. Comecei agora, também, a falar sobre este tema no Youtube. Também podes ver o vídeo:   Mas, antes de mais, o que é, de facto, viver de forma intencional? No fundo, não é mais do que viver com intenção. Colocar uma intenção por trás de tudo o que fazemos, em vez de vivermos em piloto automático, só porqueé o standard ou porque é o que se espera de nós, sem pensarmos nas razões que nos levam a agir de determinada forma. Começar a viver de forma intencional é inverter esta tendência, é fazermos o que fazemos por um motivo, é pensar antes de agir e ter uma intenção quando avançamos para uma ação. No que diz respeito ao autoconhecimento, viver de forma intencional significa viver de uma forma alinhada com aqueles que são os nossos valores individuais, ou seja, o conjunto de coisas às quais damos realmente valor e pelas quais a nossa vida e a nossa atuação se rege. A nossa vida deve ser conscientemente construída de forma a vivermos alinhados com estes nossos valores. Quando temos uma grande decisão de vida para tomar, normalmente, já nos regemos por esses valores, mas, quer a um nível macro, naquilo que é a nossa vida no geral, quer a um nível micro, nas decisões mais pequenas e mais simples, raramente temos em atenção estes valores. Isto acontece porque nem sequer pensamos conscientemente neles. Contudo, eu acredito que só nos podemos sentir felizes e realizados se conhecermos estes nossos valores individuais e se vivermos de acordo com eles. É por esta razão que transmitir esta mensagem e ajudar outras pessoas a viverem de forma mais intencional e alinhada é tão importante para mim. Para vivermos de forma mais intencional há, então, 3 pequenos passos que devemos dar.  

      1. Autoconhecimento

      Só quando nos conhecemos profundamente é que ganhamos a capacidade de perceber quais são os nossos valores, o que é que é importante para nós, o que é que nos inspira, o que é que realmente queremos da vida. Para aumentarmos o nosso autoconhecimento, eu destaco 6 atividades que podemos realizar: – journaling: quando fazemos uma real escrita livre, não impedindo os nossos pensamentos de passarem para o papel e o fazemos com regularidade – afinal, quanto mais regular for a prática, mais fácil será não travar os pensamentos – mais profundo será esse nosso autoconhecimento. Para quem estiver interessado nesta atividade, tenho o Desafio de 21 dias de journaling  autoreflexão que podem subscrever gratuitamente. Este desafio ajuda não só ao autoconhecimento como também a implementar o hábito de fazer journaling diariamente; – meditação: ao meditarmos conseguimos perceber quais são os nossos pensamentos mais regulares e quais os pensamentos que vêm até nós quando aquietamos a mente; além disto, a prática regular de meditação permite-nos que, no dia a dia e fora dos momentos de meditação, consigamos estar mais atentos aos nossos pensamentos e entendamos melhor os nossos padrões mentais. Ouvindo os nossos pensamentos e percebendo estes padrões podemos ir ganhando mais autoconhecimento e, até, trabalhar pensamentos menos positivos; – realizar atividades criativas: escrita criativa ou trabalhos manuais, por exemplo; criar coisas com as prórpias mãos; – viajar: principalmente, quando o fazemos sozinhos. Estarmos a sós connosco e tomarmos todas as decisões ajuda-nos a perceber do que gostamos mais ou menos, sem a preocupação de satisfazer as vontades e as necessidades do outro, e podendo fazer o que nos apetecer; – passarmos tempo sozinhos, tempo connosco próprios, desligados das redes sociais e da internet, sem distrações e sem mais nada para fazer; – terapias e processos de coaching: muito importante para processos de mudanças de mindset e para trabalhar crenças limitadoras.  

      2. Assume a responsabilidade

      Assumirmos responsabilidade pela nossa própria vida é outro passo muito importante para uma vida intencional. Ganharmos consciência de que a forma como a nossa vida acontece só depende de nós é transformador. Mesmo que não sejamos omnipotentes e não tenhamos o poder de controlar tudo o que nos acontece, podemos sempre controlar a nossa reação ao que nos acontece. Podemos controlar a forma como estamos no mundo e como vamos agir a partir daqui. Cada momento pode ser um momento de recomeço. Tudo o que está no passado é lá que pertence, mas o que vem daqui para a frente é possível controlar. Temos realmente a capacidade de produzir resultados incríveis na nossa vida, mas temos decomeçar por acreditar. Esses resultados só surgem se acreditarmos neles e dermos os passos necessários para os obtermos. Se fizermos isto, o mais incrível pode mesmo acontecer. Aqui, o conceito de mindset de crescimento volta a ser muito importante, ou seja, acreditarmos que podemos adquirir novos conhecimentos e melhorar todos os dias. Podes ouvir mais sobreisto neste episódiodo Podcast.  

      3. Começa a viver a tua vida

      Para viveres uma vida mais intencional, outra sugestão que te deixo é que escolhas, todos os dias, como queres viver realmente a tua vida. E isso, mais uma vez, só depende de ti. Como é que o podes fazer? – Para de te comparares aos outros. As comparações que fazemos com os outros não são válidas, porque não sabemos a realidade da outra pessoa. – Questiona tudo à tua volta e tudo aquilo que já escolheste. Podes sempre mudar aquilo que não está bem. Identifica o que queres de diferente na tua vida e começa a trabalhar para isso. – Encontra um propósito, algo que tenha significado para ti e vive em função desse propósito. Aqui, não me estou a referir a um propósito de vida, porque sou da opinião de que podemos ter vários propósitos ao longo da nossa vida, como já expliquei. Podes ter um propósito, simplesmente, para os próximos tempos. – Define objetivos para ti e para a tua vida e para de viver em piloto automático. O cumprimento desses objetivos vai permitir-te viveres mais satisfeita e realizada. – Cria uma visão para o teu futuro. Pensa naquilo que queres concretizar ao longo da tua vida e cria uma visão para o teu futuro. Para isto não precisas de saber como queres que seja toda a tua vida, mas começa aos poucos e vai acrescentando aquilo que sabes que queres ter, fazer ou ser na tua vida. – Faz escolhas conscientes. Revisita os teus valores e a tua visão para o futuro e, quando tiveres de fazer uma escolha, pensa se essa escolha está alinhada com essa visão que criaste para ti e com os teus valores individuais. Isto ajudar-te-á em todas as tuas escolhas.   Colocas em prática estes passos no teu dia a dia? E se pudesses voltar atrás e fazer uma escolha diferente na tua vida, qual seria? O que mudarias?   Há 3 passos simples que podes dar já para começares a viver de forma mais intencional e alinhada com a tua essência, para viveres a vida à tua maneira.  
    • Os 5 Hábitos que Mudaram a minha Vida

      hábitos que mudaram a minha vida

      Hoje trago-te um artigo e vídeo um pouco mais pessoal, pois quero partilhar contigo os 5 hábitos que adotei nos últimos anos e que sinto que mudaram a minha vida. São hábitos que estão ao alcance de qualquer um, por isso espero que retires ideias que tu própria possas implementar.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Hábito #1: Journaling

      Este foi um dos hábitos que esteve na origem da grande jornada de autoconhecimento que iniciei nos últimos anos. Tenho por hábito fazer journaling mal acordo. Para mim, é assim que funciona e, por isso, com um copo de água ao meu lado, passo os primeiros 10 ou 15 minutos do meu dia a escrever.

      Quando feito desta forma, este hábito tem o poder de trazer à superfície pensamentos que desconhecíamos ter. Para além disto, por vezes, algumas horas – ou até dias – depois de ter escrito sobre determinado assunto, dou por mim a pensar sobre esse mesmo tema e a ter insights relativamente a ele. Associo isto, unicamente, ao facto de ter escrito sobre esse assunto.

      Esta prática traz muita clareza aos nossos pensamentos, mesmo que nem sempre isso aconteça exatamente no momento da escrita. Muitas vezes, o que acontece é que os nossos pensamentos andam num loop constante na nossa cabeça, numa espiral sem fim, e, por isso mesmo, não conseguimos chegar a qualquer conclusão. Só o facto de colocarmos esses pensamentos no papel já ajuda o nosso cérebro a processar a informação e desbloquear uma possível solução, sem ter de voltar àquele ciclo. Ao escrevermos sobre aquilo que nos preocupa – consciente ou inconscientemente – é quase como se o assunto ficasse resolvido. O nosso cérebro sente aquele momento de “descarga” de pensamentos como um desfecho e, subconscientemente, as conclusões acabam por surgir.

      No meu processo de journaling, começo por responder a algumas perguntas muito específicas, sobretudo focadas na gratidão e na intencionalidade, e termino com uma pergunta mais genérica, normalmente, focada no meu futuro, ou então simplesmente com escrita livre, sem qualquer pergunta ou tópico forçado.

       

      Para vos ajudar na implementação deste hábito, decidi preparar um template de journaling com o processo que costumo utilizar. Se tiveres interesse em descarregar este template, basta submeteres os teus dados aqui em baixo:


      (Ao descarregares o template, estarás a subscrever a Newsletter. Podes consultar a Política de Privacidade)

       

      Hábito #2: Meditação

      Este hábito trouxe paz e um sentimento de bem-estar enormes para a minha vida e que, acredito, não teria conseguido de outra forma. Além desta sensação de tranquilidade, trouxe-me também mais criatividade. Sinto-me mais produtiva criativamente depois de meditar.

      Tipicamente, medito logo depois do journaling. Podes fazê-lo sem ajudas, mas também podes usar uma app para te auxiliar. Facilita o processo de concentração e de relaxamento. Há muitas aplicações, mas a minha preferida é a Calm. Há uma versão gratuita para quem queira experimentar, e mesmo a versão paga não é muito cara.

      Há ainda outras atividades que são consideradas meditativas e que não passam necessariamente por estar sentado ou quieto. Nisto, como em muitas outras coisas, o importante é experimentarmos e percebermos aquilo que faz sentido para nós.

       

      Hábito #3: Calendarização

      Usar o calendário para gerir o meu tempo mudou drasticamente a minha vida. Comecei por bloquear as atividades recorrentes e que não eram flexíveis, como o horário do trabalho que tinha na altura em que dei início a este hábito. As idas ao ginásio, por exemplo, também podem ser um bom ponto de partida. Depois, vamos encaixando, nos restantes períodos, tudo o resto que queremos fazer. Desta forma, passamos de pessoas que, quando se veem perante um período livre, não sabem bem o que fazer, para pessoas que sabem exatamente o que vão fazer em cada momento do seu dia.

      Eu tenho todos os meus compromissos e todas as minhas tarefas no calendário, mesmo que essas tarefas só me digam respeito a mim. Todas as tarefas têm um período associado no meu calendário. Assim, sei, a cada momento do meu dia, exatamente o que vou estar a fazer, quando e com quem.

       

      Hábito #4: Ouvir podcasts

      Os podcasts enriqueceram a minha vida de uma forma que não teria sido possível com outro tipo de conteúdos, pois permitem-me aproveitar os momentos em que estou a fazer outras tarefas, seja a conduzir ou a cozinhar, para adquirir conhecimentos. Às vezes, ouço podcasts com conteúdo denso, quer sejam sobre marketing ou desenvolvimento pessoal, mas esta aquisição de conhecimentos não tem de ser profunda, nem densa. Podemos, simplesmente, aproveitar os podcasts para ouvir algo divertido, como um podcast de comédia.

      O facto de consumir tantos podcasts foi uma das razões por que criei o meu próprio podcast. Se ainda não ouviste, convido-te a fazê-lo.

       

      Hábito #5: Investir em mim própria

      Este último hábito sobre o qual vos quero falar é extremamente importante. Investirmos na nossa formação e no nosso crescimento pode ser verdadeiramente transformador. Todas as formações que fiz nos últimos anos, desde que decidi mudar drasticamente de carreira (sobretudo na área do marketing e do coaching), mudaram um pouco a minha vida. Isto aconteceu, por um lado, pelos conteúdos que adquiri nestes cursos e que me permitem, naturalmente, fazer um trabalho cada vez melhor ao aplicá-los quer no meu trabalho com outras pessoas, quer comigo própria. Mas, por outro lado, estas formações também foram relevantes pelas pessoas que me trouxeram, como alguns colegas que assim chegaram à minha vida e que, hoje, fazem parte do meu dia a dia.

      Outras formas de investirmos em nós é, por exemplo, através da frequência de cursos online para desenvolvermos competências em determinadas áreas, através de workshops que, mesmo não dando um contributo direto para a nossa vida profissional, nos enriquecem enquanto ser humano. No meu caso, o evento do ano passado do Blogging for a Cause e os workshops de Escrita Criativa da Rita da Nova são um bom exemplo disto.

      Os retiros e os livros, de desenvolvimento pessoal ou técnicos, também fazem parte deste investimento em mim própria.

      Além disto, outro investimento que faço em mim mesma e que tem sido determinante nesta minha transformação no último ano, é ter ao meu lado a minha coach, que me acompanha há 9 meses e com quem fiz recentemente a certificação em coaching transformacional.

      Investirmos em nós próprios é dizermos a nós mesmos e ao mundo que somos importantes, que merecemos cuidar de nós. É um hábito que muda o nosso mindset para nos autorizarmos a apostar em nós. É, sem dúvida, um hábito que vou manter.

       

      Tens algum destes hábitos no teu dia a dia? Qual deles te despertou mais curiosidade? Partilha comigo a tua perspetiva sobre estes hábitos. Gostaria muito de saber qual é o teu top 5 dos hábitos mais importantes na tua vida.

       

      Neste artigo e vídeo, com registo um pouco mais pessoal, partilho os 5 hábitos que mudaram a minha vida nos últimos anos.

    • Como conseguir acordar cedo todos os dias

      acordar cedo

       

      Quando eu digo às pessoas que acordo praticamente todos os dias às 5 da manhã, a reação mais habitual é “não sei como consegues” (junto com um ar muito espantado). Mas eu acredito que haja por aí mais pessoas que gostassem de acordar mais cedo e, por isso mesmo, decidi dar as minhas dicas sobre como acordar mais cedo.

       

      Também podes ver o vídeo:

       

      Primeiro, gostava de falar dos principais benefícios de acordar mais cedo.

      1 – Ajuda a construir disciplina – e o nosso músculo da auto-disciplina, quando é treinado, passa a poder aplicar-se a todas as áreas da vida;

      2 – Há uma sensação de que temos controlo sobre a nossa vida – o que ajuda também a construir confiança;

      3 – Ajuda a reduzir o stress – quanto mais não seja, aquele que todos sentimos quando acordamos e temos de fazer tudo a correr.

       

      Vistas as principais vantagens, ficam então as minhas principais recomendações para quem quer acordar mais cedo.

       

      1 – Percebe se faz sentido para ti

      Nem todas as pessoas foram feitas para acordar cedo. Há pessoas que naturalmente funcionam melhor ao final do dia, e então não vale a pena estares a forçar-te a acordar demasiadamente cedo. Podes tentar acordar um pouco mais cedo na mesma, para reduzires o stress da manhã. Mas talvez não precise de ser às 5 da manhã. Percebe como funcionam os teus ciclos energéticos naturais e define os teus horários a partir da aí. Descobre qual é o teu cronotipo (podes até fazer este questionário).

       

      2 – Encontra o teu porquê

      Quais são os teus motivos para quereres acordar mais cedo? Pode ser tão simples como para teres tempo para ti. Pode ser apenas para reduzires aquele stress da manhã. Pode ser para trabalhares num hobbie, num side-hustle ou na tua paixão. Pode ser para implementares outros hábitos, como a meditação, o journaling, o exercício físico. Mas tens de ter um motivo muito forte para quereres acordar mais cedo, ou então não vai acontecer.

       

      3 – Vai dormir mais cedo

      Acordar mais cedo não pode ser sinónimo de dormir menos. O sono é um dos pilares mais importantes do nosso bem-estar e é muito importante que tenhamos as horas necessárias para descansar e para recuperar. É mais importante dormirmos as horas necessárias do que acordar muito cedo, por isso se não conseguires dormir mais cedo, mais vale não acordares muito cedo também.

       

      4 – Tem um alarme agradável e fora do quarto (se necessário)

      Uma campainha irritante vai aumentar ainda mais o stress, por isso coloca um alarme agradável para acordares bem. E se necessário, principalmente ao início, pode ajudar deixares o alarme fora da quarto. Se não estás habituada a acordar tão cedo, é possível que apenas desligues o alarme e voltes a dormir. Por isso, para garantires que acordas ao primeiro toque do alarme, deixa-o fora do quarto.

       

      5 – Mantém os mesmos horários (mais ou menos uma hora)

      Faz um esforço para ires dormir e para acordares todos os dias à mesma hora – sim, mesmo ao sábado e ao domingo. Podes dar uma margem de mais ou menos uma hora (por exemplo, dormir até às 6 horas, uma vez ou outra, se costumas acordar às 5 da manhã), mas, por norma, não faças variações de horários maiores do que essa. O teu corpo vai habituar-se a esse horário, vai começar a sentir sono à hora de ir dormir, e vai começar a despertar naturalmente à hora de acordar, o que torna a manutenção do hábito a longo prazo muito mais fácil.

       

      6 – Se falhares uma vez, volta a tentar no dia seguinte

      Isto é um hábito como outro qualquer e é normal que não o consigas implementar de um dia para o outro. Além disso, se queres mudar bastante o teu horário de acordar, deves fazê-lo por patamares em vez de fazeres uma transição muito brusca. E sempre que falhares, em qualquer fase que estejas, não te martirizes e simplesmente volta a tentar no dia seguinte!

       

      7 – É OK sair da rotina de vez em quando

      Depois de teres o hábito bem implementado e de o teu organismo já ter assimilado os novos horários, não há qualquer problema em sair do horário habitual de vez em quando. Pelo contrário, até se torna mais fácil. Quando o teu corpo sabe bem quais os seus horários, quando já está muito habituado a ir dormir e a acordar à mesma hora todos os dias, se houver um dia em que sais da rotina, ele irá recuperar e regressar ao horário habitual muito mais rapidamente e com muito mais facilidade do que se não tivesse esses hábitos implementados.

       

      8 – Implementa uma rotina noturna

      Implementar rituais que repetes todos os dias à noite, antes de ires dormir, pode ajudar bastante a implementar o novo hábito. A partir de certa altura, o teu corpo já associa esses rituais à hora de ir dormir e acabas por adormecer muito mais rapidamente e com mais facilidade. Convém também, nas últimas horas antes de ir dormir, evitar todo o tipo de ecrãs e monitores, que despertam o nosso cérebro por causa da luz azul (se não conseguires, pelo menos utiliza um filtro de luz azul).

       

      São estas as minhas recomendações para quem pretende acordar mais cedo. Pretendes implementar alguma? E pensas começar a acordar às 5 da manhã? Conta-me nos comentários.

       

      Gostavas de acordar mais cedo? Quem sabe às 5 da manhã, como eu? Pode não ser às 5, mas se quiseres acordar mais cedo, fica com as minhas recomendações.